segunda-feira, agosto 21, 2017

BATALHA DE CEUTA


Infante D. Henrique na conquista de Ceuta, em azulejos de Jorge Colaço no Centro Cultural Rodrigues de Faria

A vinte e um de Agosto de 1415 os Portugueses avançaram sobre Ceuta, tirando-a aos muçulmanos. Assim se iniciou a expansão portuguesa. Mais tarde a posse de Ceuta viria a dar chatices em barda, como o infante D. Pedro disse em carta ao seu irmão D. João I: «Ceuta é um grande sorvedouro de gente de nossa terra, de armas e de dinheiro.» Um prenúncio do que viria a ser o Império, obra grandiosa pelo engenho mas injusta na sua construção - como todos os outros impérios, nem mais nem menos - e a longo prazo prejudicial a Portugal por ter exaurido as forças nacionais e contribuído para apontamentos, aqui e ali, de diluição identitária étnica devido à mistura racial que proporcionou. Compreende-se todavia que tivesse a sua utilidade no momento da História em que se deu - os Portugueses precisavam de defender as costas algarvias contra a pirataria muçulmana e era melhor fazer a guerra lá do que cá. Hoje nem os Portugueses nem os demais europeus precisam disso, agora há meios de ataque e defesa ao dispor da Europa que dispensam novas invasões.

domingo, agosto 20, 2017

BANDEIRA PORTUGUESA EM MANIFESTAÇÃO NACIONALISTA NOS EUA



O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, garantiu que houve “gente decente” na manifestação neo-nazi em Charlottesville e classificou o protesto de “inocente”. A extrema-direita americana acredita que o seu tempo voltou. “É tempo de acordar”, diz ao Expresso Jared Taylor, líder do movimento ‘alt-right’, co-organizador daquele evento na cidade da Virgínia.
E tudo isto ocorre numa altura em que se realizam as tradicionais festas da supremacia branca. Numa delas, na cidade de Pulaski, berço do Klu Klux Klan (KKK), há uma bandeira de Portugal a servir de adereço. Uma associação que vamos tentar esclarecer.
De volta ao magnata nova-iorquino, cercado até agora pela investigação criminal ao alegado conluio com a Rússia para viciar os resultados das últimas presidenciais. Os eventos desta semana isolaram-no ainda mais, depois de ter sido bombardeado por críticas de republicanos, democratas, chefes das forças armadas, empresários e até estrelas do desporto, discretas no comentário político, mas com milhões de seguidores na vida real e virtual, via redes sociais.
As palavras do Presidente, proferidas em conferência de imprensa, na Martes, um dia depois de o próprio ter lido uma mensagem de condenação 48 horas após os incidentes, revoltaram a consciência liberal americana. Naquela manifestação de Extrema-Direita realizada sábado passado, ouvira-se: “Os Judeus não nos irão substituir”.
A indignação deu origem à destruição de ícones da confederação, a auto-proclamada nação de Estados do Sul defensores da secessão, que no século XIX se opôs ao fim da escravatura.
A guerra civil de 1861-65 ditaria o fim dessas aspirações com a vitória do norte, mas no início do século XX nasceram como cogumelos estátuas de heróis sulistas, que organizações humanitárias classificam, ainda hoje, de instrumentos de ameaça.
Trump, que é contra a destruição desses monumentos, diria que a demora na condenação se deveu à “necessidade de apurar os factos”. Tal surpreendeu, visto que ele se celebrizou por twitar tese falsas à velocidade da luz, como por exemplo a de que existiram “milhões e milhões de votos ilegais nas últimas eleições”, de que “Barack Obama nasceu no Quénia” e que a sua tomada de posse “foi a maior da história”.
“A partir de agora abriu-se uma porta. Ela conduz-nos a uma realidade onde ninguém responsável pode continuar a afirmar que Donald Trump tem a decência necessária para ser Presidente”, afirma ao Expresso o professor Daniel P. Franklin, historiador da Universidade de Georgia State e antigo conselheiro do ex-Presidente Ronald Reagan.
Noutra entrevista, Doug Heye, director de comunicação do Comité Nacional Republicano entre 2010 e 2012, o órgão máximo do Partido, teme que, com este tipo de comentários, se transmita a ideia de que “o racismo é endémico no Partido Republicano”.
DEIXOU DE TER PIADA
Nas ruas e cafés da Nova Inglaterra, centro do Norte vitorioso durante a guerra civil, vive-se um ambiente algo depressivo, temendo-se que o chefe de Estado tenha aberto uma caixa de Pandora, de onde possam sair novas explosões de tensão racial — este ano celebram-se os 50 anos da revolta negra de Detroit e 25 da de Los Angeles, durante as quais 43 e 63 pessoas foram mortas, respectivamente. Em ambos os confrontos, quase 20 mil pessoas acabaram detidas.
Os comediantes da noite televisiva tentavam desanuviar o ambiente, mas sem esquecer o essencial. Por exemplo, sobre a equivalência feita pelo Presidente, que afiançou que ambas as facções em Charlottesville tinham culpas no cartório, o sarcástico Stephen Colbert concluiu: “Um lado odeia minorias, o outro odeia gente que odeia minorias. Percebem? Foi como no Dia D, dois lados: os aliados e os nazis. Houve violência dos dois lados e acabaram por arruinar uma praia linda”.
David Gergen, professor na Universidade de Harvard e conselheiro dos Presidentes Richard Nixon, Gerald Ford, Ronald Reagan e Bill Clinton (apenas este último é democrata), confessa-nos que perdeu a vontade de rir. “Honestamente, este Presidente é a coisa mais bizarra que eu já vi em toda a minha vida. A nossa segurança e integridade como nação estão em risco”.
Robert Steurer, assessor de Mitch McConnell, o líder conservador no Senado, assegura ao Expresso que não está prevista qualquer tomada de posição, até porque o Congresso fechou para férias. Impaciente, o democrata Hakeem Jeffries sugere que “esquerda e direita legislem à revelia de Trump”.
Dessa forma, mesmo que o líder americano vetasse as propostas, tal poderia ser anulado através do “Override of a Veto”, isto é, “o processo pelo qual a Câmara dos Representantes e o Senado voltariam a aprovar por maioria de dois terços os documentos rejeitados. Na prática, anulariam o papel do chefe de Estado. Até hoje, tal ocorreu em 10% das iniciativas”, esclarece Daniel P. Franklin.
Bakari Sellers, ex-colega de bancada de Jeffries, desvaloriza este cenário. “Trump personifica um sentimento profundo. Olhe-se para as primárias desta semana no Alabama, onde se irá eleger o sucessor de Jeff Sessions, que deixou o cargo no Senado após se tornar secretário da Justiça. Ganhou aquele que melhor imitou o Presidente”.
BANDEIRA PORTUGUESA 
NOS FESTEJOS DO KKK
O terror vivido em Charlottesville começou na noite de 11 de Agosto. Especulava-se que grupos de Extrema-Direita iriam aparecer junto à Universidade da Virgínia, em protesto contra a retirada da estátua do general Robert E. Lee, um dos líderes da confederação.
Por volta das 21h locais (2 da manhã em Lisboa), cerca de 250 jovens brancos empunhando tochas marcharam num estilo semelhante ao da juventude hitleriana durante o período da Alemanha nazi. Seguiram-se confrontos com 30 estudantes e várias detenções.
Na manhã seguinte, o grupo de racistas cresceu e desaguou no centro daquela pequena cidade. Do outro lado, aumentava também o número de opositores, formado por jovens, residentes e membros de várias igrejas.
Após nova batalha campal, James Alex Fields Jr. atirou o seu Dodge Charger contra a multidão, provocando um morto e 19 feridos. O procurador-geral dos EUA, Jeff Sessions, classificou o ataque como “terrorismo doméstico”.
Recorde-se, no entanto, que encontros de Extrema-Direita como o de Charlottesville são frequentes nos Estados Unidos nesta altura do ano, particularmente em zonas do interior. Segundo Heidi Beirich, da Southern Poverty Law Center, o número destes grupos “duplicou neste século — hoje são quase 900 —, uma tendência que coincidiu com a publicação do censo de 2000, que trazia a seguinte revelação: a população branca será minoritária a partir de 2045”.
A maioria organiza festivais para celebrar rituais neo-nazis. Num deles, na cidade de Pulaski, onde nasceu o Ku Klux Klan, em 1865, o Expresso detectou a bandeira portuguesa, junto à de outros países europeus, na promoção online do European American Heritage Festival, um evento patrocinado por grupos de Extrema-Direita como o Stormfront e o The Knights Party. 
Contactados pelo Expresso, os organizadores lamentam que a sua liberdade de expressão esteja a ser desrespeitada. “Estamos a tentar mobilizar os brancos. É um direito que nos assiste”, explicou Tom Sunic, um cidadão americano nascido na Sérvia.
John Lancaster, membro da Sociedade Histórica do Condado de Giles, sediada em Pulaski, recorda que todos os anos centenas de forasteiros chegam à cidade. “No passado eram mais agressivos e as pessoas ficavam em casa com medo. Hoje caminham dois ou três quarteirões e seguem para uma quinta. Desconheço o que fazem por lá, mas imagino”.
Quanto à bandeira nacional, Lancaster e o presidente da Câmara, Pat Ford, asseguram que não há emigrantes portugueses naquelas paragens e explicaram que as bandeiras europeias são “meros adereços” e que não provam a presença de naturais do Velho Continente.
Entretanto, Jared Taylor antecipa novos protestos. Já no passado mês de Novembro, quando o Expresso o entrevistou pela primeira vez, o líder do ‘alt-right’ deixara o aviso: “Ficarei admirado se não houver violência”.
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Fonte: http://expresso.sapo.pt/internacional/2017-08-20-Neonazis-a-boleia-de-Trump   (Artigo originariamente redigido sob o acordo ortográfico de 1990 mas corrigido aqui à luz da ortografia portuguesa.)

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Convém desmentir um alegado triplo «desmentido» do indivíduo que redigiu o texto acima - diz ele que

«Tal surpreendeu, visto que ele se celebrizou por twitar tese falsas à velocidade da luz, como por exemplo a de que existiram “milhões e milhões de votos ilegais nas últimas eleições”, de que “Barack Obama nasceu no Quénia” e que a sua tomada de posse “foi a maior da história”»

quando na verdade houve mesmo a notícia de que se houve milhões de votos de imigrantes ilegais nos EUA; Obama é filho de um queniano, pelo que no fundo é queniano, interessando pouco ou nada que tenha ou não nascido no Quénia...

Quanto à presença de uma bandeira portuguesa num sítio onde nem há portugueses, isto mostra que afinal os «racistas» americanos até consideram Portugal como uma nação branca, olha que chatice para quem queria dar por adquirido que o nazistame dos EUA nos considerava mulatos a todos...

IMÃ ESTAVA ENVOLVIDO EM CÉLULA TERRORISTA DE BARCELONA

A investigação ao duplo atentado em Barcelona e Cambrils centrava-se este sábado em duas personagens que poderão ter sido centrais no planeamento e concretização da matança e cujo paradeiro permanece incerto – Younes Abouyaaqoub, o jovem marroquino que se acredita agora ter sido o condutor da carrinha que atropelou dezenas de pessoas nas Ramblas; e Abdelbaki Es Satty, imã de uma mesquita de Ripoll, a cidade onde residia a maioria dos envolvidos, e que é suspeito de ter sido o instigador dos ataques.
Com a investigação a avançar em múltiplas frentes – são várias as peças do puzzle, disperso entre quatro localidades e episódios que só aos poucos se vão unindo – surgiram os primeiros sinais de fricção entre o Governo central e as autoridades catalãs, que assumiram a primeira linha das investigações.
O desacerto surgiu depois da reunião em que Mesa de Avaliação da Ameaça Terrorista, que junta dirigentes do Governo e os responsáveis das principais forças policiais, decidiu manter o nível 4 de alerta (risco elevado de atentado), ainda que com um reforço das medidas de segurança nos locais de maior concentração de pessoas. Segundo o ministro do Interior espanhol, Juan Ignacio Zoido, a decisão baseou-se no entendimento de que a célula responsável pelos ataques, que seria composta por uma dezena de pessoas, “foi totalmente desarticulada” – há quatro suspeitos detidos e outros cinco foram mortos na madrugada de Vernes em Cambrils, localidade de veraneio na costa a sul de Barcelona, depois de terem atropelado várias pessoas e esfaqueado uma mulher que acabou por morrer.
Mas logo depois o porta-voz dos Mossos d’Esquadra veio dizer que é a polícia catalã quem lidera as investigações. “Iremos informar-vos quando considerarmos que a considerarmos que a célula foi desactivada”, afirmou Albert Oliva. Também Joaquim Forn, conselheiro do Interior do governo autónomo catalão, desmentiu Zoido, sublinhando que “há ainda duas ou três pessoas que podem ser importantes [para a investigação] que continuam por deter”. “O golpe de Cambrils foi importante para desarticular a célula, estamos no bom caminho, mas só ainda passaram 48 horas”, afirmou.
Madrid desvalorizou as contradições, explicando que a conclusão divulgada por Zoido foi consensual entre os participantes na reunião da manhã, em que também participou o chefe dos serviços de informação dos Mossos. O jornal El País sublinha, porém, que as autoridades catalãs estão a adoptar uma atitude mais cautelosa, em especial depois de o comandante daquela força, Josep Lluis Trapero, ter dito na Joves à noite, antes do que aconteceu em Cambrils, que “não se esperavam mais atentados”. 
Uma cautela que se prende com o paradeiro incerto de Abouyaaqoub, o jovem de 22 anos que seria o condutor da carrinha branca que matou 13 pessoas e feriu mais de 130 nas Ramblas – vítimas de 35 nacionalidades, incluindo duas portuguesas, avó e neta de 74 e 20 anos que, segundo o secretário de Estado das Comunidades, José Luís Carneiro, tinham acabado de chegar a Barcelona de férias.
Inicialmente, as autoridades suspeitavam que o veículo tivesse sido conduzido por Moussa Okabir, mas a pista perdeu força depois de o marroquino de 17 anos, ter sido identificado como um dos cinco suspeitos mortos na madrugada de Vernes em Cambrils, a cerca de 100 quilómetros de Barcelona.
Fontes policiais citadas pelo jornal El País adiantam que os documentos de Abouyaaqoub foram encontrados numa segunda carrinha alugada pelo grupo, localizada nos arredores de Barcelona. Suspeitam que o jovem se terá separado dos companheiros após a explosão, na Mércores, da casa de Alcanar (Tarragona) que lhes servia de base, e terá acabado por agir sozinho, conseguindo pôr-se depois em fuga.
Mas com o avançar das investigações, a principal incógnita prende-se com quem seria o cabecilha desta rede, composta por elementos muito jovens e aparentemente sem experiência de combate.
As suspeitas dirigem-se agora para Es Satty, um marroquino com cerca de 40 anos que era desde 2015 imã da mesquita de Ripoll, cidade de 10 mil habitantes junto à fronteira com França. Há cerca de dois meses anunciou que iria deixar a cidade – segundo uns para regressar a Marrocos, segundo outros para se mudar para a Bélgica.
Mas a polícia suspeita que se terá instalado na casa de Alcanar – foi por essa altura que a célula terá começado a planear um atentado de “maior dimensão”, que só não terá acontecido porque as botijas de gás e os explosivos que estavam a preparar foram detonados acidentalmente. Os investigadores suspeitam que o imã seja uma das duas vítimas mortais da explosão (estiveram este sábado no seu apartamento à procura de vestígios de ADN), mas não excluem que possa estar também em fuga.
O Jornal El País noticiou já este sábado à noite que o imã seria "amigo" ou "conhecido" de pessoas que foram detidas por envolvimento nos atentados de 2004 na estação de Atocha, em Madrid. Sabe-se também que terá estado preso por ilícitos relacionados com imigração, tendo saído da prisão em 2012. O jornal La Vanguardia refere, por seu lado, que o imã seria seguidor do salafismo, corrente radical islâmica, havendo indícios de que terá viajado na última Primavera até à Europa Central, onde teria estado em contacto com grupos radicais. 
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Fonte: https://www.publico.pt/2017/08/19/mundo/noticia/ima-sera-a-peca-central-na-celula-que-atacou-barcelona-1782814

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Um imã é uma autoridade espiritual muçulmana, ou seja, um tipo cuja especialidade é o conhecimento do Islão, não é um jovem desgraçadinho que mal sabe em que consiste a religião muçulmana e que se torna terrorista «por causa do racismo europeu!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!», como diz a propaganda anti-ocidental... Ora bem... será que este imã não sabe que «o Islão é a religião da paz»?...



REI DO PAÍS VIZINHO A SUL SOLTA TREZE TERRORISTAS

O soberano marroquino “quis realmente dar o seu perdão a 415 pessoas condenadas por diferentes tribunais do reino, algumas das quais estavam na prisão e outras em liberdade”, disse o ministério da Justiça em comunicado.
No dia do 64.º aniversário da “Revolução do rei e do povo”, celebrado a 20 de Agosto, o rei de Marrocos concedeu igualmente o seu perdão a 13 reclusos “condenados em casos de terrorismo e participantes no programa Mossalaha (reconciliação)”, e um condenado beneficiou de uma “comutação da sua pena de morte para uma pena de 30 anos”.
Mas Mohammed VI não indultou qualquer dos detidos do movimento de contestação que agita a região do Rif, no norte do país, quando “muitos indícios” levavam a crer que iria fazê-lo, segundo a imprensa local.
No fim de Julho, o monarca tinha indultado 40 presos desse movimento surgido em Outubro do ano passado.
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Fonte: http://24.sapo.pt/atualidade/artigos/rei-de-marrocos-indulta-415-pessoas-13-estavam-condenadas-por-terrorismo

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Boa vizinhança têm os Portugueses e os demais Espanhóis: Marrocos, um país muçulmano aparentemente moderado mas onde coisitas destas acontecem... será por humanismo puro e simples ou terá o rei marroquino alguma necessidade de apaziguar os radicais?...

NA RÚSSIA: ATACANTE ESFAQUEIA OITO PESSOAS - CALIFADO REINVIDICA O ATAQUE

Um homem atacou pelo menos sete pessoas com uma faca, na cidade russa de Surgut, este sábado de manhã. O agressor foi abatido pelas autoridades e o ataque foi reivindicado pelo Estado Islâmico.
De acordo com a imprensa russa, as agressões ocorreram pelas 11.20 horas locais (9.20 em Portugal continental) e não provocaram vítimas mortais.
O atacante, já identificado, foi morto por uma equipa da polícia que respondia à ocorrência. Apesar de as autoridades não confirmarem se a agressão se tratou de um "atentado terrorista", o ataque foi reivindicado pelo auto-proclamado Estado Islâmico, através da agência de propaganda jiadista Amaq, ao início da tarde.
De manhã, a polícia local dizia à agência russa Interfax, que "a versão segundo a qual o ataque seria um atentado terrorista" não estava a ser privilegiada pelas autoridades, que estavam a analisar os eventuais antecedentes psiquiátricos do agressor.
O agressor "atacou transeuntes" quando se encontrava "nas ruas centrais" da cidade de Surgut.
Segundo a polícia local, as vítimas foram hospitalizadas, encontrando-se duas delas em estado grave, indicou o governo da região de Khanty-Mansi, numa nota à imprensa.
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Fonte: http://www.jn.pt/mundo/interior/atacante-abatido-depois-de-esfaquear-oito-pessoas-na-russia-8715130.html

NEGROS SÃO PROPORCIONALMENTE MUITO MAIS CRIMINOSOS DO QUE BRANCOS EM PORTUGAL

Há uma marca no rosto de Diogo do tempo em que ele esteve na prisão. Livre há apenas uns meses, prefere não explicá-la. Com voz pausada, Diogo lembra a vida que o conduziu para trás das grades durante três anos e seis meses, justamente numa altura em que até tinha começado a trabalhar e em que não cometia crimes. Cumpriu a pena praticamente até ao fim, mas saiu do Estabelecimento Prisional de Leiria sem perspectivas.
Encontramo-nos na estação de comboios na Amadora de onde todos os dias segue para Lisboa. Passámos já pelos grandes outdoors da autarquia que anunciam um sistema de video-vigilância. Todas as pessoas que no anúncio aparecem a vigiar são brancas.
Sentado num banco de jardim entre prédios, Diogo conta que já conseguiu um trabalho mas que é precário. E conseguiu-o por causa de uma ópera onde participou como recluso, apresentada na Fundação Calouste Gulbenkian, em Lisboa.
Apesar de ter nascido em Portugal, não é português. É cabo-verdiano no passaporte, sem nunca ter ido a Cabo Verde. Como foi condenado a uma pena superior a três anos, está impedido de pedir a nacionalidade portuguesa.
Sempre viveu com autorização de residência permanente. Quando saiu da cadeia em Setembro, ficou em situação ilegal. O Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF) cancelou a sua residência. “Nasci cá. Já cumpri a minha pena, já fiz porcaria, mas já paguei. Estou a trabalhar. Exigem mais porquê? Se não tiver trabalho o que faço?” Tem a sensação de que, ao encurralá-lo assim, o sistema pressiona-o para que vá de novo para a cadeia.
Diogo foi um dos jovens dos Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa (PALOP) que engrossou as estatísticas prisionais. Um em cada 73 cidadãos dos PALOP com mais de 16 anos em Portugal está preso. É uma proporção dez vezes maior do que a que existe para os cidadãos portugueses — onde um em cada 736 cidadãos na mesma faixa etária está detido. O número sobe para 1 em 48 quando se trata de cabo-verdianos, a comunidade africana mais expressiva em Portugal: ou seja, 15 vezes mais.
Mais um dado: se tivermos apenas em conta os homens, que constituem, na verdade, o grosso da população prisional, concluímos que um em cada 37 cidadãos dos PALOP está preso versus um em cada 367 homens portugueses (e uma em cada 1071 mulheres dos PALOP versus uma em cada 6732 portuguesas).
Estes números resultam de um cruzamento feito pelo PÚBLICO a partir de informação da Direcção-Geral de Reinserção e Serviços Prisionais (DGRSP) relativa a 31 de Dezembro de 2016 e do Censos 2011. Os cálculos recorrem a uma fórmula usada pelo instituto de pesquisa americano Pew Research Center, um dos mais conceituados dos Estados Unidos (ver nota metodológica na infografia).
As diferenças entre as taxas de encarceramento acentuam-se nos concelhos onde a percentagem de imigrantes dos PALOP é mais alta, como Amadora ou Sintra. Na Amadora, uma em cada 49 pessoas dos PALOP está presa, comparando com um rácio de um em cada 392 cidadãos portugueses. Em Sintra não é muito diferente: na população dos PALOP, a relação é de um para 50; entre a comunidade portuguesa, de um para 492.
O hiato agrava-se se focarmos só a comunidade cabo-verdiana, a segunda nacionalidade de imigrantes mais representada no país: na Amadora e em Sintra, um cabo-verdiano tem 19 vezes mais de probabilidade de estar detido do que um português.
Já no Porto, onde a população dos PALOP é pouco expressiva, a diferença de taxas de encarceramento entre portugueses e cidadãos dos PALOP é muito menor do que no resto do país e do que nos concelhos referidos: fica-se apenas pelo dobro.
Os cidadãos de Angola, Moçambique, Cabo Verde, Guiné-Bissau e São Tomé e Príncipe representam menos de 1% da população em Portugal.
Estas estatísticas podem ter várias interpretações, e também ser analisadas do ponto de vista racial, já que a maioria da população destes países é negra — por não existirem dados étnico-raciais em Portugal, há sociólogos que usam a variável imigração dos PALOP como método de aproximação à questão racial. Os resultados seriam diferentes — e, acreditam os especialistas contactados pelo PÚBLICO, a desproporção aumentaria — se houvesse dados sobre portugueses negros, que aqui aparecem diluídos no grupo de portugueses.
Para ter uma ideia da expressividade desta informação: comparando com os Estados Unidos, os afro-americanos têm cinco vezes mais de probabilidades de estar na prisão, diz o mais recente estudo feito pelo think tank The Sentencing Project. Ou seja, metade dos valores registados em Portugal quando se analisa os cidadãos dos PALOP.
O procurador Alípio Ribeiro, que já esteve na direcção nacional da Polícia Judiciária, não tem dúvidas: as taxas de encarceramento apuradas pelo PÚBLICO mostram uma “diferença abismal” entre presos dos PALOP e portugueses. E confirmam uma intuição que tinha, a de que “há uma justiça para portugueses e uma justiça para estrangeiros, uma justiça para brancos e uma justiça para negros”.
O procurador, também inspector, defende que “não se pode tirar destes números a conclusão de que os PALOP são mais criminosos”. Pelo contrário: “O que posso dizer é que o sistema permite isto. Parece-me que há uma pro-actividade em relação a estes indivíduos.”
A discriminação racial na justiça traduz-se em outros aspectos, afirma. A sua percepção é a de que “é preciso menos provas para incriminar um negro”. Porque “há uma desconfiança inicial em relação ao negro que não há em relação ao branco”. Em geral, afirma, a justiça é “mais dura em relação aos negros”.
Pelos números, prossegue Alípio Ribeiro, também fica claro que há “faixas de população mais vulneráveis, mais ‘perseguidas’ do ponto de vista policial e relativamente às quais é possível uma actuação de força que não será possível em relação a outros”.
E a defesa?
Já em 2014 um estudo do Observatório da Imigração, Monitorizar a Integração de Imigrantes em Portugal, mostrava que as taxas de condenação, nos mesmos tipos de crime, eram mais elevadas para estrangeiros.
Se analisarmos a duração de penas, com base nos dados que o PÚBLICO compilou da Direcção-Geral da Política de Justiça (DGPJ) de 2015, e pegando em três crimes apenas como exemplo — furto simples e qualificado e violência doméstica —, os cidadãos africanos estão também em desvantagem em relação aos portugueses: são o dobro as percentagens de presos com as penas máximas (de entre 15 a 20 anos e de entre 20 a 25 anos) e metade com as penas mais baixas de entre um a três anos. Ou seja, 6,8% dos reclusos africanos têm pena máxima contra 3% dos portugueses. Inversamente, 12,4% têm uma pena de um a três anos, enquanto essa percentagem para os portugueses é de 25,3%.
As discrepâncias também se encontram nas condenações pelos mesmos tipos de crimes, com clara desvantagem para africanos. As proporções são estas: há nove vezes mais condenados dos PALOP por roubo e violência do que portugueses; oito vezes mais por resistência e coacção sobre funcionário; seis vezes mais por desobediência. Estes dois últimos crimes implicam interacção com a polícia. “Aqui o anacronismo ainda é mais visível”, continua Alípio Ribeiro.
Ao procurador João Rato, da comarca de Aveiro, preocupa a qualidade da defesa que muitos destes cidadãos não estão a ter. Interroga-se sobre a capacidade que têm de interpor recurso e se lhes é dada a possibilidade de cumprirem as penas em liberdade condicional. “Os dados são impressivos. A sensação que tive quando fiz trabalhos de inspecção nas comarcas de Lisboa Oeste e Norte foi que, para os mesmos crimes, as penas eram mais leves para cidadãos portugueses. Parece que há um código para uns e um código para outros.”
Como inspector, não se coloca à margem da possibilidade de praticar actos discriminatórios. Diz, aliás, que a sua obrigação é interpelar os outros e a si próprio sobre os preconceitos inconscientes, que são os que “mais o preocupam”, afirma. “O importante é não fugirmos a esta questão.”
Celso Manata, que está à frente da DGRSP, recusa a ideia de que no sistema judicial haja discriminação. “Seria uma injustiça dizê-lo.” Reconhece que há uma sobre-representação da população negra nos estabelecimentos prisionais que dirige, não porque tenha números, pois eles não são recolhidos, mas porque conhece a realidade de perto. Porém, explica-o com o facto de “as pessoas de raça negra, em muitas circunstâncias, terem condições sociais, de trabalho, e um enquadramento mais desfavorável do que a população branca”. Estas “ambiências são mais propiciadoras a atitudes criminais do que morar no Bairro Azul ou nas Avenidas Novas” de Lisboa, considera. Ou seja: não se pode ligar a cor da pele das pessoas ao facto de estarem presas mas a estarem excluídas.
Há cadeias, como o Linhó, onde só há praticamente reclusos negros e muitos são portugueses”, lembra o sociólogo António Pedro Dores, que já fez várias denúncias de violações de direitos humanos nas prisões. “Toda a gente percebe que tanto a polícia, como os tribunais e as prisões, fazem uma distinção entre grupos de pessoas, nomeadamente africanos”.
“Prisão não é hotel”
Numa sociedade cujos “mecanismos estão montados para vigiarem uma determinada população”, “é claro que o número de reclusos vai ser mais expressivo” nessas populações, comenta, por outro lado, o advogado José Semedo Fernandes. “Quando alguém chega ao 5.º ano e não tem nacionalidade portuguesa, não lhe dão a residência, não consegue trabalhar só vê muros e não tem alternativas”, afirma este jurista que durante anos trabalhou no Centro Nacional de Apoio ao Imigrante (CNAI). “O sistema judicial e o carcerário são muito mais agressivos com os cidadãos negros. As pessoas não têm a noção do quanto é. Isso vê-se também no facto de o cidadão negro, na maioria das vezes, ultrapassar os dois terços da pena ou cumprir a pena toda.”
Manuel, nome fictício, não tem dúvidas. Depois de cumprir a sua pena, sabe que “a população” da sua cor “está em massa nas prisões”.
Com quase 40 anos, e a viver em Portugal há 17, na linha de Sintra, é um angolano pai de uma filha de sete anos, portuguesa. Foi Manuel quem se entregou à polícia por crimes de burla e falsificação. Mas acredita que o facto de ser negro influenciou o seu percurso: não contou com atenuante na pena aplicada, de seis anos e sete meses, cumpriu-a praticamente até ao fim e sem conseguir gozar de qualquer precária, mesmo tendo sido um “recluso exemplar”.
“Encontramos o racismo mais puro dentro do sistema prisional”, afirma. “Pedi uma saída. Sendo recluso primário, com um quarto da pena cumprida, por ser desta cor não me deram.”
Quando entram na prisão, os reclusos estrangeiros perdem a autorização de residência e não a conseguem renovar. “O juiz dizia que não me dava a precária porque os meus documentos estão caducados. Se quem me privou da liberdade foi a justiça, a justiça é que tem que ver se eu estou preparado para a precária, não é o SEF. Onde é que estão os direitos humanos?”
Os dados, por isso, não o espantam e mostram que, como ele, muitos não tiveram acesso a uma boa defesa, permanecem mais tempo encarcerados e ficam com maiores hipóteses de reincidência. Se em Portugal se defende a democracia, então ela deveria chegar ao sistema prisional, conclui: “Prisão não é hotel. É preciso algum sofrimento. Mas um indivíduo também não pode ser esfolado ou asfixiado.”
Alípio Ribeiro analisa: “Em todos os países há fenómenos de discriminação racial nos sistema judicial. Porque não haveria de existir em Portugal?” Não tem dúvidas: “Há um preconceito racial, que as pessoas não assumem.” E ele “invade o polícia, o procurador, o cidadão comum”. Por isso é importante saber se “nós, que trabalhamos neste sector” estamos preparados para o “ultrapassar”. “Temos estes números [do PÚBLICO] que são muito significativos e um bom ponto de partida para começarmos a estudar este fenómeno.”
A ministra da Justiça, Francisca Van Dunem, não quis comentar.
O eterno problema dos dados 
Apesar da recomendação da ONU para que o faça, e de insistência de associações de afro-descendentes, em Portugal não há recolha oficial de dados étnico-raciais, por isso alguns cientistas sociais usam dados das populações PALOP. É uma limitação, até pela associação que assim se cria entre negros e imigrantes, mas também uma forma de aproximação. O retrato da desigualdade racial só seria feito se a estes dados conseguíssemos acrescentar os portugueses negros.
Não deixa de ser curioso que o sistema que não permite a recolha oficial faça o registo individual sobre a raça, em determinadas instituições públicas. Basta ler autos da polícia, relatórios médicos de ocorrências em esquadras para perceber que a etiqueta “indivíduo de raça negra” é comum. Ao contrário do que quem se opõe às estatísticas étnico-raciais defende, ter dados ajudaria mais do que estigmatizaria as populações racializadas, acredita o procurador Alípio Ribeiro. “Porque nos daria uma percepção mais real da sua situação na sociedade, nomeadamente na justiça.” E permitiria desenhar políticas de natureza criminal para estes grupos.
O facto de não existirem dados étnico-raciais já mostra alguma coisa, diz, por seu lado, a procuradora Rita Sousa: a negação de uma tendência ou o desinteresse pelo estudo da realidade das populações negras. “Parece que há uma intolerância para com estas populações, mas era necessário fazer um estudo mais amplo.” Mais dados, de mais anos, comparação entre decisões e factos semelhantes, e cruzamento de outros factores seriam um passo necessário para trazer mais robustez às conclusões, diz. “Apesar disso, não nos podemos esquecer que actuamos com um inconsciente colectivo que é o de um país que foi colonizador.”
Ler o resto do trabalho em
Mulheres também se queixam de violência policial
"Quando era miúdo um polícia disse-me: um preto é sempre suspeito"
Notícia corrigida, onde se lia: “Inversamente, 12,4% têm uma pena de três a seis anos, enquanto essa percentagem para os portugueses é de 25,3%”, deve ler-se, “Inversamente, 12,4% têm uma pena de um a três anos, enquanto essa percentagem para os portugueses é de 25,3%”.
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Fonte: https://www.publico.pt/2017/08/19/sociedade/noticia/a-justica-em-portugal-e-mais-dura-para-os-negros-1782487

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«Se calhar» os negros têm mais tempo de pena de prisão pelos «mesmos» crimes porque «se calhar» são mais agressivos e perigosos... não será?... Gente que vem de culturas muitíssimo mais habituadas na actualidade à violência tem mais probabilidade de ser violenta, mas isso não interessa à politicagem correcta que tenta sempre culpar o branco pelas desgraças do negro...
Em Portugal, nos EUA, no Reino Unido, também há proporcionalmente muito mais negros do que brancos na prisão... e é preciso ser estúpido ou desonesto para presumir que isso é por causa do «racismo», quando é bem sabido que o meio da elite intelectual jurista - juízes, advogados - é, tanto lá como cá, amplamente dominado por gente de Esquerdas diversas, da liberal à caviar, ou seja, malta visceralmente anti-racista...
Saliento esta passagem: «As diferenças entre as taxas de encarceramento acentuam-se nos concelhos onde a percentagem de imigrantes dos PALOP é mais alta, como Amadora ou Sintra.» Pudera - quando estão em maior número, estão de costas mais quentes, logo, aumenta-se-lhes a agressividade...
Portanto, o que se pode dizer, antes de mais nada, é que os negros - e não só os negros imigrantes, como se lê acima... - são desproporcionalmente muitíssimo mais dados à criminalidade do que os brancos. Que à posteriori haja politicagem correcta a fazer um processo de intenções, arengando que «ah, isso é porque os tribunais são racistas!!!» tem valor nulo e um sabor entre o queixume de quem culpa o árbitro por a sua equipa ter perdido e o despudor de quem quer sobrecarregar os brancos com mais essa «culpa», porque é mesmo isto o cerne do actual anti-racismo militante, o ódio endofóbico e xenófilo contra o Europeu.
De resto, se os brancos são racistas tanto em Portugal como nos EUA, «não se percebe» porque é que tantos negros querem vir para cá em vez de ficarem na paradisíaca África, por cuja independência tanto lutaram e mataram...



sexta-feira, agosto 18, 2017

UMA SÓ AGENTE ABATEU QUATRO TERRORISTAS MUÇULMANOS

Uma agente da polícia catalã - Mossos d'Esquadra - matou quatro dos suspeitos de terem atacado um grupo de pessoas em Cambrils, cidade costeira a 120 quilómetros de Barcelona. 
Este ataque, que aconteceu poucas horas depois do atentado em Barcelona, deixou feridas sete pessoas sendo que uma mulher ferida com gravidade morreu já esta sexta-feira.
Os suspeitos tentaram abalroar uma patrulha que se encontrava numa rotunda junto ao passeio marítimo da cidade. O carro atingiu sete pessoas - seis civis e um agente -, antes de se despistar. 
A agente, ao ver os homens armados saírem do carro, disparou sobre quatro que acabaram por morrer. A informação foi avançada pelo chefe da polícia local Josep Lluis Trapero. O chefe afirmou que "não foi fácil" para a agente disparar sobre os homens.
Um quinto suspeito conseguiu fugir até ao parque el Pi Rodó. Pelo caminho, esfaqueou uma mulher no rosto, tendo sido abatido por outro polícia. O homem foi detido e acabou por morrer.
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Fonte: http://www.sabado.pt/mundo/detalhe/agente-da-policia-abateu-quatro-dos-suspeitos

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Uma moderna amazona ocidental, sem dúvida.

MANIFESTAÇÃO IDENTITÁRIA EM BARCELONA CONTRA TERRORISMO E IMIGRAÇÃO TEVE PELA FRENTE CONTRA-MANIFESTANTES «ANTI-RACISTAS»

Uma manifestação de Extrema-Direita e uma contra-manifestação anti-fascista no local onde Joves terminou o atentado terrorista de Barcelona obrigou esta Vernes à intervenção da polícia anti-motim.
A polícia anti-motim dispersou e afastou o grupo de cerca de 30 manifestantes de Extrema-Direita, mas alguns acabaram por ficar retidos entre centenas de manifestantes anti-racistas, envolvendo-se em discussões acesas que por vezes descambaram para agressões.
Segundo explica o diário El Periódico, os manifestantes da Extrema-Direita reagiram ao ataque terrorista de Joves nas Ramblas, Barcelona, convocando um protesto para hoje às 19:00 junto ao local onde a furgoneta que matou 13 pessoas se imobilizou na Joves. A concentração visava "defender Espanha e a Europa de culturas totalmente alheias à nossa pátria e identidade", segundo um comunicado da organização La Falange, de Extrema-Direita, citada pelo El Periódico. Perante essa convocatória, grupos anti-fascistas e associações como a Assembleia de Jovens da Cidade Velha convocaram uma contra-manifestação no mesmo local, para as 18:45, para "combater o terror do Daesh e o ódio fascista".
Os manifestantes de Extrema-Direita que compareceram, cerca de 30, gritavam "Parem a islamização da Europa", enquanto os restantes cantavam, em catalão, "fora fascistas dos nossos bairros" ou "Barcelona será o túmulo do fascismo".
"Estamos a lutar contra o ódio, não queremos que se aproveitem deste momento tão triste para fazer a sua luta", disse à Lusa Raquel, de 33 anos, uma manifestante anti-fascista, moradora num dos bairros antigos da cidade catalã. Mohamed e Nawal, dois jovens químicos nascidos em Barcelona e muçulmanos de religião, compareceram na manifestação anti-fascista para combater a associação entre terrorismo e Islão.
"Não tem nada a ver, é um grupo de pessoas que comete crimes de guerra, tal como acontece em muitos países muçulmanos. Não tem relação nenhuma com a religião", disse Nawal, envergando um hojab (véu islâmico).
Sobre o futuro da relação entre a comunidade muçulmana e as restantes comunidades de Barcelona após o atentado de Joves, que foi reivindicado pelo Daesh, Nawal contou que nasceu e cresceu em Barcelona e nunca teve qualquer problema.
"A população catalã é culta e solidária, penso que agora não será pior". Carlos Menezes, um barcelonês que passeava nas Ramblas com a mulher e a filha, de dois anos, à hora da manifestação, lamentou a realização dos protestos pouco mais de 24 horas após o atentado.
"Há liberdade de expressão, mas é preciso respeitar o luto nacional decretado oficialmente. As manifestações políticas podemos deixá-las para a próxima semana".
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Fonte: http://sicnoticias.sapo.pt/especiais/ataque-em-barcelona/2017-08-18-Manifestacao-antifascista-e-contramanifestacao-causam-tensao-em-Barcelona

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Um punhado de europeus manifesta-se indignado por na sua própria terra ser ameaçado de morte por alógenos - claro que a súcia invertebrada anti-racista tinha de ter o descarado e despudorado atrevimento de contra-manifestar-se, como quem quer que os Europeus comam e calem em sua própria casa...

INVASÕES


Legenda:
«População nativa/indígena

Substituição por
população estrangeira e invasiva

Efeitos  médio/longo prazo:
degradação e destruição»

MUÇULMANO ESFAQUEIA E MATA NA FINLÂNDIA

Um ataque à facada perpetrado nesta Vernes (18) na cidade finlandesa de Turku deixou duas pessoas mortas e oito feridos.
A polícia finlandesa disparou contra o agressor que esfaqueou várias pessoas no centro da cidade finlandesa de Turku.
As autoridades não descartam a possibilidade de o incidente ser classificado como um ataque terrorista. 
"Não podemos excluir que o que aconteceu tenha ligação com o terrorismo internacional, mas também não podemos confirmar que isso é verdade", informou um oficial da polícia, citado pelos média locais.
​Após o ataque, a polícia finlandesa reforçou a segurança no aeroporto de Helsínquia e nas estações de comboio. 
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Fonte: https://br.sputniknews.com/mundo/201708189142699-atentado-faca-finlandia/

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Falta dizer o que o artigo acima não diz - o atacante berrou «Alá é grande!» durante o ataque. Ficaram feridos (ou mortos) uma mulher e um recém-nascido.
É mais um, mais um, mais outro, mais outro ainda - mais outro contributo da imigração para o quotidiano europeu, com todo o seu calor humano e capacidade de exteriorização das emoções... isto ao serviço do Islão, essa «religião da paz»...

PROTESTO CONTRA A TAUROMAQUIA HOJE


Na próxima sexta-feira, dia 18 de Agosto, o Campo Pequeno faz 125 anos.
125 anos de sofrimento, tortura, dor...
Como sempre, não poderíamos deixar de dar voz aos pobres touros que serão barbaramente massacrados em nome de uma "tradição" macabra.
Continuamos na luta contra a tortura de inocentes, para tal voltamos a realizar um protesto nesta sexta-feira 18, pelas 19:30, em frente ao Campo Pequeno. Contamos convosco no local e com a partilha deste evento.
Por favor, tragam apitos, buzinas ou qualquer outro instrumento que cause ruído. A quem for possivel, venha de negro.
A vossa presença é importante para que mostremos em conjunto o quanto lutamos pelo fim deste macabro "espectáculo".
Temos cartazes alusivos mas podem trazer as vossas mensagens (não ofensivas, por favor).
Partilhem o evento!!!
Pelos touros, pelos cavalos, pela protecção da sensibilidade das crianças, pela dignidade e respeito por todas as cidadãs e cidadãos portugueses.
Acção Directa actiVismo Lx Anti-tauromaquia
Com o apoio da Associação ANIMAL
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Fonte: https://www.facebook.com/events/1884373891890205/?acontext=%7B%22action_history%22%3A[%7B%22mechanism%22%3A%22bookmarks%22%2C%22surface%22%3A%22bookmarks_menu%22%2C%22extra_data%22%3A%22[]%22%7D%2C%7B%22surface%22%3A%22dashboard%22%2C%22mechanism%22%3A%22calendar_tab_event%22%2C%22extra_data%22%3A%22[]%22%7D]%2C%22ref%22%3A46%2C%22source%22%3A2%7D

UM REPÓRTER DA CNN FALA DO ATENTADO EM BARCELONA...

Agradecimentos a quem aqui trouxe esta notícia: https://www.youtube.com/watch?v=yhNz33czNns



O califado (o «auto-proclamado Estado Islâmico», como lhe chamam os mé(r)dia) anda há colhões de anos a repetir a ordem de matança em solo ocidental através de automóveis, mas a inqualificável CNN arranja maneira de dizer que o atentado de Barcelona foi uma «copy-cat» do atropelamento «racista» em Charlottesville, porque «os motivos políticos são diferentes, mas o método foi o mesmo», e pronto, nos ouvidos de milhões de telespectadores o conceito «Charlottesville/racismo-branco» fica mais uma vez associada a imagens de violência e morte, enquanto se poupa uma referência ao Islão...
E depois é isto, é esta merda que passa por informação fidedigna no mundo ocidental.

CANÇONETISTA AFRICANO AMEAÇA E AGRIDE AUTORIDADE

O músico Virgul foi detido na manhã de ontem, na sequência de um desacato com militares da GNR. O artista foi presente a tribunal, ontem à tarde, e deverá ser julgado em processo sumário, no final do mês.
O incidente terá acontecido por volta das 07.00 desta quarta-feira, descreve o Jornal de Notícias. Virgul era um dos passageiros de um carro que estaria a fazer peões no parque de estacionamento de uma discoteca, em Vilamoura. A patrulha da GNR que se encontrava no local abordou o condutor do carro que terá acatado a ordem. O cantor, no entanto, não terá reagido bem à ordem dos militares.
Virgul terá saído do carro a ameaçar e ofender os elementos da GNR. Foi sujeito a uma revista sumária e terá sido nesse momento que deu uma cotovelada num dos militares. O militar agredido será, segundo o JN, Hugo Ernano, que está destacado no Algarve para o reforço de Verão. Hugo Ernano voltou à GNR há um ano, depois de ter estado suspenso por oito meses na sequência da condenação pela morte a tiro de um rapaz de 13 anos, que seguia numa carrinha conduzida pelo pai após um assalto, em 2008.
Virgul foi ouvido no Tribunal de Loulé e até ser julgado fica apenas sujeito a termo de identidade e residência.
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Fonte: http://www.dn.pt/pessoas/interior/virgul-em-tribunal-por-ter-agredido-agente-da-gnr-8710461.html

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Ah, este calor humano oriundo dos trópicos que origina reacções tão impulsivas as quais enriquecem tanto o quotidiano português... que seria de Portugal e do resto da Europa sem este factor para dar outro «colorido» ao seu frio e insípido dia-a-dia...
Quanto ao agredido, tem azar com minorias... é ele e a população portuguesa que mora em zonas onde haja muita dessa gente...

«TAURICÍDIOS COM OS NOSSOS SUBSÍDIOS»


PORTUGUESAS ESTÃO ENTRE AS VÍTIMAS DE ATENTADO MUÇULMANO EM BARCELONA

Uma portuguesa de 74 anos perdeu a vida no atentado de Barcelona, esta quinta-feira. Outra mulher que a acompanhava continua desaparecida.  A informação foi confirmada pelo secretário de Estado das Comunidades, que, ao CM, adiantou que a vítima portuguesa nasceu em 1943 e residia em Lisboa.  José Luís Carneiro diz que a portuguesa estaria acompanhada por uma outra portuguesa, de 20 anos, não confirmando, no entanto, o grau de parentesco entre as duas mulheres. A jovem continua em parte incerta.  
Já António Costa, numa declaração pública, garantiu que as duas são familiares, mas também não adiantou qual o parentesco. Esta informação terá sido avançada ao Governo português esta sexta-feira pelas autoridades espanholas. O secretário de Estado das Comunidades garante que a família já foi contactada. O primeiro-ministro adianta que foram enviadas condolências e que todos os esforços estão a ser feitos no sentido de "procurar localizar a familiar" que acompanhava a vítima mortal. 
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Fonte: http://www.cmjornal.pt/portugal/detalhe/duas-portuguesas-desaparecidas-em-barcelona-avo-e-neta-estao-incontactaveis-desde-o-atentado?ref=HP_Destaque

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Mais uma demonstração do calor humano, mais uma, mais outra, ainda mais outra demonstração do calor humano que a «religião da paz» (o Islão) traz à Europa, para dar outro colorido ao quotidiano europeu...


quarta-feira, agosto 16, 2017

MAIORIA DOS ALEMÃES QUER RECAMBIAR «REFUGIADOS» PARA ÁFRICA

Uma pesquisa encomendada pelo jornal Die Welt aponta que 69,8% dos alemães são a favor de que refugiados que chegaram à Europa pelo Mar Mediterrâneo sejam enviados de volta à Líbia.
De acordo com a pesquisa, realizada pelo instituto Civey e divulgada nesta Lues (14/08), somente 20% são contra essa prática. Outros 10,2% disseram-se indecisos – um percentual elevado quando comparado ao de outras pesquisas, segundo o Civey.
Sobretudo alemães com 65 anos de idade ou mais querem que os refugiados sejam levados de volta ao norte de África, mesmo que já tenham alcançado o continente europeu.  Quase três quartos das pessoas nessa faixa etária manifestaram-se a favor da prática.
A mesma opinião também foi verificada entre mais de 75% dos habitantes de regiões pouco povoadas. Em relação aos moradores de áreas densamente povoadas, constatou-se uma diferença de dez pontos percentuais.
A pesquisa também indica que cidadãos do leste da Alemanha são mais favoráveis à repatriação dos refugiados (74,4%) do que os do oeste do país (68,5%). A diferença entre os que se manifestaram contrários ao reenvio dos imigrantes é ainda maior: 14,2% no leste, e 21,6% no oeste.
Entre os partidos políticos, os que mais se manifestaram a favor da condução dos refugiados de volta à Líbia foram os simpatizantes da sigla populista de Direita Alternativa para a Alemanha (AfD). Destes, 98,8% disseram defender a ideia. O único grupo de eleitores cuja maioria se manifestou contra a repatriação (48,8% contra e 34,7% a favor, os demais não opinaram) foi o do Partido Verde.
A Líbia é ponto de partida de milhares de imigrantes africanos que querem chegar à União Europeia (UE). Eles arriscam-se na travessia do Mediterrâneo em embarcações precárias, resultando em muitas mortes. Em torno de 2.230 imigrantes morreram este ano durante a viagem.
A Guarda Costeira líbia tem vindo a aumentar a sua presença no Mediterrâneo – supostamente por pressão da UE e da Itália, porta de entrada para os imigrantes do continente –, o que teria desencorajado traficantes de pessoas. Assim, o número de imigrantes que completaram a travessia em Julho caiu pela metade em relação a Junho, para 10.160, segundo a Frontex, agência europeia de protecção de fronteiras externas e costas.
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Agradecimentos a quem aqui trouxe esta notícia: http://www.dw.com/pt-br/maioria-dos-alem%C3%A3es-defende-enviar-refugiados-de-volta-%C3%A0-%C3%A1frica/a-40093307

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Mais uma vez se constata que o povo 
não quer
a iminvasão que a elite lhe enfia pela goela abaixo. Trata-se de mais um facto a confirmar a força do eco que o Nacionalismo tem no seio da massa popular, ou seja, o elevado potencial ao dispor das forças nacionalistas num regime democrático. A Democracia é, efectivamente e cada vez mais, uma aliada natural de qualquer política que assente na pulsão da Estirpe.

MULTIDÃO MUÇULMANA ATACA TEMPLO HINDU NA ÍNDIA

Em Jama Masjid, Índia, uma multidão muçulmana atacou a polícia e também um templo hindu numa sexta-feira à tarde, a seguir ao sermão muçulmano semanal. Seis agentes policiais ficaram feridos, dois deles em estado grave. A multidão tentou também saquear um banco. 
Inicialmente a polícia chegou mesmo a recuar, uma vez que no seio da maralha musla havia armas de fogo.
O pretexto do motim foi a exigência de um aumento na compensação da família de dois irmãos muçulmanos a sete de Agosto.
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Fonte: http://www.hindupost.in/news/muslim-mob-riots-friday-namaz-aligarh-many-policemen-injured/

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Porque será que esta gente aproveita sempre qualquer pretexto para atacar templos hindus... será por reacção contra o Trump, contra Israel, contra as Cruzadas, contra a destruição da camada de ozono, contra tanta pomba assassinada?...

PARTIDO NACIONALISTA PODERÁ SER O TERCEIRO MAIS FORTE N ALEMANHA


Na Alemanha, o partido Alternativa para a Alemanha (Alternative für Deutschland) tornou-se de acordo com sondagem recente na terceira mais forte formação política, com quase dez por cento dos votos, diante dos 25% dos social-democratas (SPD) e dos 37% dos cristãos-democratas (CDU, partido da actual chanceler Angela Merkel). Parece estar pois à frente dos «democratas livres»( FDP) e do «A Esquerda» («Die Link») cada qual com nove por cento dos votos, enquanto os Verdes se ficam com sete por cento.
Se estas previsões se mantiverem nas eleições legislativas de 24 de Setembro, a AfD será o terceiro maior partido do parlamento alemão, com tudo o que isso implica em matéria de poder que lhe pode ser conferido pelo eventual jogo das coligações governativas.
Outra sondagem coloca a AfD atrás do «Die Linke».
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Fonte: https://www.thelocal.de/20170815/far-right-afd-set-to-become-third-largest-party-in-german-parliament-poll-finds

RÚSSIA TRAVA ATENTADOS TERRORISTAS MUÇULMANOS EM MOSCOVO

Na Rússia, as forças de segurança travaram planos de atentados suicidas bombistas em Moscovo planeados pelo Estado Islâmico ou califado. Quatro indivíduos foram detidos por suspeita de planearem ataques contra o sistema de tráfego moscovita e diversos centros comerciais. Um deles é russo e outros três têm origem em nações ex-soviéticas da Ásia Central.
De lembrar que em Abril o presidente russo Vladimir Putin afirmou que cerca de nove mil militantes islâmicos, metades deles oriundos da Rússia e a outra de países ex-soviéticos centro-asiáticos, se tinham juntado ao califado na Síria e enfatizou que um objectivo-chave das operações militares russas na Síria tinham por intuito esmagá-los antes que possam voltar a casa.
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Fonte: http://abcnews.go.com/International/wireStory/russian-intelligence-agency-foiled-attack-plot-4920232

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Já as autoridades europeias procuram «integrar» essa espécie de gente que retorna do califado...

TRUMP ACUSA TAMBÉM OS ESQUERDISTAS MILITANTES PELOS CONFRONTOS DE CHARLOTTESVILLE

Defensor da supremacia branca nos Estados Unidos, o ex-líder da Ku Klux Klan, David Duke, elogiou o presidente norte-americano Donald Trump por “dizer a verdade” sobre os episódios de violência em Charlottesville, no Estado americano da Virginia, registados ao longo do fim de semana e que deixaram pelo menos uma pessoa morta.
“Obrigado, presidente Trump, pela sua honestidade e coragem para dizer a verdade sobre Charlottesville e condenar os terroristas de Esquerda do movimento ‘Black Lives Matter’ (‘Vidas Negras Importam’, em tradução livre) e anti-fascistas”, escreveu Duke no Twitter.
Numa conferência de imprensa realizada em Nova York, nesta Martes, Trump voltou atrás no seu discurso concedido um dia antes. Retirou a crítica exclusiva que havia feito aos nacionalistas, neo-nazis e supremacistas brancos pelos confrontos na Virgínia.
Segundo o presidente dos EUA, “grupos dos dois lados foram maus”.
“O que acontece com a Esquerda alternativa que atacou aqueles que vocês chamam de Direita alternativa?”, questionou Trump, criticando a retirada de uma estátua de um general confederado em Charlottesville, que seria simbólico para os nacionalistas e supremacistas.
No seu primeiro discurso sobre a violência na Virginia, Trump deixou de citar nominalmente os grupos neonazis e supremacistas brancos, o que gerou forte crítica da opinião pública dos EUA e da comunidade internacional.
Contudo, ao criticar tais grupos num segundo discurso, na Lues, o presidente dos EUA irritou lideranças supremacistas – incluindo Duke, que disse que tais palavras eram um incentivo para que grupos de Esquerda pudessem destruir.
Segundo analistas, Trump recebeu grande apoio eleitoral justamente de tais grupos que defendem o nazismo e a supremacia dos brancos nos EUA.
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Fonte: https://br.sputniknews.com/americas/201708169120707-lider-ku-klux-klan-agradece-trump/

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Trump volta a ter um comportamento basicamente positivo, valha isso. No contexto a coragem que teve em dizer pelo menos uma parte da verdadeé até de louvar.

terça-feira, agosto 15, 2017

MOMENTOS HISTÓRICOS DAS NAÇÕES

Catorze de Agosto de 1352 - Batalha de Mauron, em que as forças anglo-bretãs derrotaram as forças franco-bretãs no contexto da Guerra dos Trinta Anos. Umas décadas depois, em 1385, as forças lusas apoiadas por ingleses viriam a derrotar as forças castelhanas apoiadas por franceses (e italianos). Em ambos os casos, a Inglaterra esteve contra a França, travando com o seu arco longo («longbow») as pretensões de imperialismos latinos na área atlântica, num dos casos, o português, em terra latina e no outro, o bretão, em espaço céltico. A Inglaterra teve sempre talento para em seu proveito dividir os Europeus, o que neste contexto foi particularmente útil à Nação Portuguesa, latina mas ansiando sempre pela independência. Tenho de dizer, pessoalmente, que uma união latina não seria má ideia, desde que não significasse a subordinação de umas nações a outra(s). Nisso, a aliança e intervenção inglesa revelou-se proveitosa para Portugal, e não só em 1385 mas também quase três séculos depois, a partir de 1640, impedindo Castela de fazer aos Portugueses o que fez sempre aos demais espanhóis - espanhóis somos todos, os da Ibéria, pois que «espanhol» vem de «hispânico» e significa o mesmo, o que não dá aos Castelhanos nenhum direito natural de dominarem o resto da Península Hispânica, daí que Portugal tivesse protestado quando o rei castelhano resolveu passar a chamar «Espanha» ao seu país composto de Castela e de outras áreas ibéricas exceptuando a portuguesa...
Se a acção inglesa teve e tem ela própria as suas intenções imperiais, isso é outra história - o que é certo é que uns imperialismos opõem-se a outros e no fim de contas as Nações ficam ou podem ficar a ganhar. O mesmo se passa agora com a Escócia, que através do «império europeu» da União Europeia pode vir a libertar-se do imperialismo inglês, se os nacionalistas escoceses souberem aproveitar a deixa...
É frequente a manifestação do mais exacerbado ódio nacionalista de vários países europeus contra a UE. Uns poucos nacionalistas europeus começam todavia a entender que a UE pode ter a sua utilidade a favor precisamente das nações, em mais de uma situação - exemplo desta capacidade de compreensão é por exemplo a nova postura do Jobbik, partido nacionalista húngaro, que deixou de ser contra a UE ao entender que através de uma possível boa representação eleitoral no parlamento europeu os Nacionalistas podem conseguir influenciar toda a política europeia de uma só vez...