quarta-feira, março 29, 2017

CELEBRAÇÃO RELIGIOSA DO EQUINÓCIO DE PRIMAVERA NA UCRÂNIA




Mais:
https://www.youtube.com/watch?v=kcexWzuNDkk

https://www.youtube.com/watch?v=TlU6sguYfak&t=7s

A cerimónia foi realizada no santuário da ilha ucraniana de Khortytsia.

JUVENTUDE NEGRÓIDE EM PORTUGAL REJEITA SOCIEDADE PORTUGUESA

Tenho quase a certeza que já aqui publiquei este artigo, que já tem quase quinze anos, é portanto anterior à existência do blogue, mas, seja como for, aqui fica o texto, para eventual futura referência:

O primeiro grande inquérito aos jovens negros que vivem em Portugal explica por que é que a cor da pele divide os portugueses. Dos 400 entrevistados, e apesar de a maioria ter nascido ou viver no país há mais de dez anos, só 16 afirmaram identificar-se com Portugal. Os autores do estudo falam em "novos problemas".
Um estudo do Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa, co-financiado pela Secretaria de Estado da Juventude, concluiu que os jovens negros não se identificam com os Portugueses, apesar de a maioria já ter nascido (26 por cento) ou viver há mais de 10 anos (25 por cento) em Portugal. Dos jovens inquiridos, com idades entre os 15 e os 29 anos, apenas quatro por cento afirmou rever-se na sociedade portuguesa branca.
A identificação com o "país de origem" (dos entrevistados e dos seus pais) foi a mais referida de entre a amostra, mesmo pelos inquiridos de nacionalidade portuguesa ou com dupla nacionalidade. A segunda identidade eleita foi "África", seguindo-se "luso-africano". A identificação com "português", enquanto identificação primária, por sua vez, foi apenas preferida por 16 dos 400 entrevistados, sendo a última escolha.
Dos 400 entrevistados, 41 por cento têm nacionalidade portuguesa, 27 por cento cabo-verdiana, 15 por cento angolana, sete por cento são guineenses, e três por cento têm dupla nacionalidade.
Segundo o coordenador do trabalho - intitulado "Simetrias e Identidades: Jovens Negros em Portugal" e que irá ser publicado em livro brevemente -, os dados do estudo "são muito surpreendentes e preocupantes". Jorge Vala considera mesmo "urgente" que o Estado faça alguma coisa no sentido de integrar este sector da população. "Ao lermos este relatório, percebemos que há todas as condições para haver efeitos disruptivos tremendos", alerta o investigador.
Os resultados do inquérito revelam a "reivindicação de uma identidade cultural específica" por parte dos jovens negros, associada a um "forte" sentimento de discriminação, tendente a aumentar a separação com a sociedade portuguesa branca. "Sabemos que estes mesmos jovens procuram uma distintividade cultural acentuando as diferenças. Do confronto destes dois fenómenos podem decorrer novos problemas", sublinha o estudo.
Estes indicadores de "clivagem social" aparecem ligados a uma "elevada insatisfação e frustração" com a vida no seio da sociedade portuguesa. Oitenta por cento destes jovens considera que os negros se encontram privados, por exemplo, de bens económicos, quando se comparam com "a generalidade do grupo dos portugueses brancos". Sendo que esta diferença releva menos do facto de não terem "motivação e força de vontade para melhorar a sua vida", do que de causas externas ligadas à discriminação. De salientar que o escalão de rendimento mensal mais baixo, até 90 contos, surge significativamente mais frequentado entre a população negra (23 por cento) do que entre a população lisboeta (6 por cento), sucedendo o inverso com os escalões mais elevados.
No entanto, mais grave ainda, no entender dos jovens negros, do que a privação económica, salarial, é o sentimento de discriminação institucional - ligado à forma como negros e brancos são tratados nos estabelecimentos de saúde, nas escolas, nos tribunais, etc. Pelo que o relatório faz notar: "Este resultado poderá ser importante no desenho de políticas sociais, que muitas vezes se orientam apenas para o bem-estar económico e esquecem o sentimento de injustiça e frustração que decorre da percepção de discriminação no relacionamento institucional."
O sentimento de privação salarial relativamente aos brancos é "mais abertamente expresso pelos que têm uma situação económica objectivamente pior, e por aqueles que vivem há mais tempo em Portugal". Já a privação institucional é mais forte entre os que têm menores rendimentos e entre os que não se encontram legalizados.
Outro dos dados que revela uma grande insatisfação tem que ver com o facto de apenas dois dos inquiridos terem considerado que os portugueses brancos se referem a eles como "portugueses". Para a maioria (177 dos 400), a sociedade branca identifica-os sobretudo com a categoria "preto", palavra que é amplamente sentida como sendo pejorativa, ou como sendo "negro/ou de raça negra" (56 dos 400). "Quando os jovens negros sentem que são considerados diferentes não sentem que esta diferença é objecto de uma avaliação pública positiva, mas sim que esta diferença é um estigma", conclui o estudo.
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Agradecimentos a quem aqui trouxe o artigo: https://www.publico.pt/2002/05/18/sociedade/noticia/jovens-negros-rejeitam-sociedade-portuguesa-143737

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Que o investigador diga estar surpreendido com os dados do estudo só confirma o autismo reinante no seio da elite político-cultural dominante no Ocidente - esta gente não tem a menor ideia do que é a «rua», por assim dizer. Não percebe que há aqui uma convergência, por um lado, do ressentimento anti-colonialista, vindo de África, com a culpabilização do branco e a militância «anti-racista» de SOS Racismos e de rappers negros.
É e sempre foi má ideia constituir uma sociedade multirracial - e em todo o Ocidente actual a coisa corre mal, não é só em Portugal. Aliás, até na Índia há problemas com os imigrantes negros, na China idem, tal como em Israel. Nas Arábias, desconheço, e se calhar não se sabe porque aí o negro que levantar a grimpa leva logo no focinho ou é expulso e acabou, não há ali espaço para se armar cagaçal «anti-racista»...
Basicamente, a notícia é boa - atesta que as águas continuam devidamente separadas, pelo que um retorno em massa dos Africanos à proveniência deverá ser facilitado por ambas as partes...

NO REINO UNIDO: OITO EM CADA DEZ UNIVERSITÁRIOS É DE ESQUERDA

No Reino Unido, uma nova pesquisa, intitulada «Lachademia: Why do academics lean Left?» («O que falta na Academia: Porque é que os académicos se inclinam para a Esquerda?»),  indica que oito em cada dez universitários são de Esquerda. Trata-se de um estudo levado a cabo pelo Adam Smith Intitute que testemunha o crescimento do esquerdismo ao nível universitário desde os anos sessenta. Diz o relatório que «académicos conservadores e de Direita são particularmente escassos nas Ciências Humanas, nas Humanidades e nas Artes.» Acrescenta: «Contextos sociais caracterizados por demasiado pouca diversidade de perspectivas estão em risco de se tornarem vitimadas por pensamento grupal, atmosfera disfuncional na qual conceitos chave não sejam questionados e as opiniões divergentes sejam neutralizadas, e as crenças preferidas sejam dadas como sacrossantas.»
Os autores afirmam que este desequilíbrio não é uma questão de inteligência mas sim de «abertura à experiência» uma vez que «os indivíduos que pontuam alto neste traço de personalidade tendem a seguir carreiras intelectualmente estimulantes tais como as académicas.» Alertam para a eventualidade de que a «homogeneidade ideológica» na academia poder ter consequências adversas, tais como «preconceitos sistemáticos nos estudos; restrições da liberdade de expressão nas universidades; desinvestimento na pesquisa académica por parte de governos de Direita».
O relatório recomenda que as universidades devem estar alerta contra as situações de dois pesos e duas medidas, devem encorajar a colaboração entre colegas de Direita e Esquerda e colocar maior ênfase na heterogeneidade ideológica.
A coisa chegou a tal ponto, neste caso, que na Universidade de Sussex um dos principais professores deu uma espécie de conferência com o título «Lidando com atitudes e políticas de Direita na sala de aula»...
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Agradecimentos ao camarda RC por me ter dado a conhecer este significativo artigo: http://www.telegraph.co.uk/education/2017/03/02/eight-ten-british-university-lecturers-left-wing-survey-finds/

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Isto só confirma o que digo há anos: o universalismo militante de Esquerda, da anti-racistice anti-branca e doenças afins, é especialmente forte no seio universitário. Nada mais previsível: o ideal do universalismo militante é a grande «religião» da elite político-cultural reinante no Ocidente, eventualmente como resultado da interiorização paulatina, ao longo de séculos, do ideário cristão do amor universalista anti-fronteiras. Se o ideal da elite reinante é X, todo e qualquer indivíduo será tanto mais influenciado por X quanto mais perto esteja do foco difusor de X. E o maior foco difusor da cultura da elite é a universidade - além da imprensa dominante, claro. Mais do que uma ideia, é uma forma de sensibilidade, algo de fortemente emocional. É pior - é uma doença. Uma autêntica sida civilizacional (vírus que destrói as defesas do organismo contra ameaças exteriores) que ameaça a sobrevivência da estirpe europeia.

NACIONALISTAS JUDEUS «KAHANISTAS» SIMPATIZAM CADA VEZ MAIS COM O NACIONALISMO BRANCO EUROPEU

Nos EUA, há cada vez mais militantes sionistas que apoiam o Nacionalismo Branco da chamada «Alt-Right», ou Nova Direita racialista. Um deles, Jonathan Stern, fala assim: «Sou um nacionalista judeu antes de mais nada, mas os Judeus são brancos, portanto reconheço naturalmente a lógica do Nacionalismo Branco.» Stern é um kahanista, termo que designa os seguidores do militante judeu Meir Kahane, fundador da organização para-militar Jewish Defense League - Liga de Defesa Judaica - em 1968, para enfrentar os ataques anti-semitas dos Panteras Negras, grupo supremacista negro. A Liga de Defesa Judaica chegou a ser considerada pelo FBI como terrorista.
Stern, em entrevista ao website Amerika.org, explica que os actuais kahanistas recebem inspiração da Extrema-Direita francesa, do voto do Brexit e da eleição de Trump: «É impossível sequer começar a quantificar o grau em que o Kahanismo tem sido revivido pelo Brexit, a vitória de Trump e a ascensão da Frente Nacional em França e de outros movimentos populistas na Europa. O que temos em comum com todos estes movimentos é que somos todos nacionalistas.»
Diz mais: «Cada um deve promover a sua própria etnia acima de tudo o resto, antes de promover os interesses de outros.» 
Deixa claro que não se aliará a nazis, mas que, por outro lado, a maioria dos militantes Alt-Right não são nazis. Critica, entretanto, os judeus liberais que rejeitam os ensinamentos de Kahane: «os Judeus liberais não representam o Judaísmo seja no que for e não falam em nome de todos os Judeus. Representam apenas os Judeus SJW («social justice warriors», entenda-se, militantes do politicamente correcto), reformistas e conservadores, invertebrados, cuja lealdade não é a D-us ou ao Judaísmo, mas sim ao globalismo e aos seus próprios egos pervertidos.»
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Fonte: http://forward.com/news/breaking-news/366477/jewish-militants-seek-white-nationalist-alliance-but-draw-the-line-at-nazis/?utm_source=rss&utm_medium=feed&utm_campaign=Main

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Mais um bom sinal, sem dúvida, dado pela parte da Judiaria mais coerente, que sabe que pertence à raça branca e que o seu futuro depende da salvaguarda dos Ocidentais de origem europeia. A pouco e pouco, os chauvinismos e os ódios entre as diferentes etnias da raça branca vão-se dissipando em prol da salvaguarda de toda a estirpe caucasóide diante das ameaças políticas que contra esta preservação se levantam, tanto externa como internamente.

ALEMANHA TEM REJEITADO EXPORTAÇÕES DE ARMAS PARA TURQUIA

A Alemanha rejeitou já, nos últimos meses, mais de dez aplicações para exportação de armas para a Turquia, segundo noticiou o diário alemão Süddeutsche Zeitung, citando uma carta do Ministério da Economia respondendo a questões do parlamentar de Esquerda Jan van Aken.
Sendo membro da OTAN, a Turquia raramente está sujeita a restrições em matéria de importação de armamento, mas há novas preocupações desde a tentativa de golpe de Estado em Julho passado e a purga de inimigos que o presidente Recep Tayyip Erdogan lançou. Nesta missiva pode ler-se o seguinte: «A importância de observar os direitos humanos será particularmente importante a respeito de aprovação de exportação de armas.» Desde o golpe falhado, acrescenta, «a política de segurança estrangeira do governo federal» tem agora em vista «o risco de intervenção no contexto da repressão interna no conflito curdo».
O deputado van Aken quer mais: «Isto é um primeiro passo. A seguir, temos de garantir que a Turquia não recebe quaisquer armas da Alemanha», uma vez que, diz o político, a Turquia está a fazer guerra no seu próprio país e na Síria, além de estar a ficar «cada vez mais ditatorial».
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Fonte: http://www.dw.com/en/germany-blocks-arms-sales-to-turkey-report/a-38059815?maca=en-tco-dw

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Mais um bom sinal da política da maior potência da UE diante da Turquia, vá lá, podia ser pior...

«ULTIMUS»


Março de 1973, plena «Idade do Bronze» dos super-heróis, surge Ultimus, também conhecido como «Demon Druid», isto na revista «Thor», da Marvel, mais concretamente Thor #209. Mais uma figura do imaginário pop ocidental contemporâneo, como que «actualizando» o arquétipo apolíneo, uma das figuras mais emblemáticas do Ocidente...




ARMÉNIA QUER ARMAMENTO RUSSO PARA ENFRENTAR AZERBAIJÃO

A Arménia está interessada em comprar armamento da Rússia como dissuasão contra o crescente potencial militar do Azerbaijão, disse o ministro da Defesa, Vigen Sargsyan, na quarta-feira.
Em Fevereiro, o ministro das Relações Exteriores do Azerbaijão, Elmar Mammadyarov, disse que a presença da base militar russa na Arménia é uma questão entre Moscovo e Yerevan, mas que Baku estava atenta às movimentações.
"Estamos interessados em equipamentos militares que possam equilibrar os crescentes arsenais [militares] do Azerbaijão e impedir o uso de vários sistemas de armas implantados em combate no Azerbaijão", disse Sargsyan a jornalistas.
A base de Erebuni foi formada em 1995 e os aviões multi-usos MiG-29 Fulcrum foram aí colocados em 1998, de acordo com o Ministério da Defesa russo. Em Julho de 2001, as unidades em Erebuni foram incorporadas a uma divisão militar da 102ª base russa em Gyumri, Arménia.
A Rússia reforçou a sua base militar na Arménia com helicópteros de ataque e transporte, disse o Ministério da Defesa.
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Fonte: https://br.sputniknews.com/europa/201703298017086-caucaso-armenia-armas-russas-azerbaijao/

De notar que já existe um acordo de cooperação militar russo-arménia, como aqui se lê:
https://br.sputniknews.com/europa/201611307004375-acordo-forcas-militares-russia-armenia/
Os ministros da Defesa da Rússia e da Arménia, Sergei Shoigu e Vigen Sargsyan, assinaram o acordo sobre o grupo de forças militares unidas dos dois países. Segundo Sargsyan, o grupo integrará a base militar russa 102, localizada na Arménia, e destacamentos das Forças Armadas da Arménia. Sublinhou que o grupo é criado para cumprir missões militares em conjunto se surgir tal necessidade.
Além disso, os ministros assinaram o plano de cooperação para 2017.

Recentemente, o presidente russo Vladimir Putin deu orientações para estabelecer um acordo com a Arménia e criar forças militares conjuntas dos dois países. Agora, quando as negociações sobre este acordo terminaram, as partes assinaram o documento final.

Enquanto isso, a Turquia apoia abertamente o Azerbaijão contra a Arménia. É um conflito que acaba por se revestir de contornos étnicos, uma vez que os Azeris são parentes dos Turcos, enquanto os Arménios, indo-europeus, pertencem à mesma grande família etno-linguística que a Rússia (e a esmagadora maior parte da Europa, também). Uma vez que a Turquia pertence à OTAN, não é impossível que o grosso dos Europeus Ocidentais venha a ser obrigado a posicionar-se contra os seus parentes de leste. É mais um argumento para que a Turquia nunca entre na UE e, idealmente, venha a ser colocada à margem da OTAN, nem que para isso seja necessário acabar com esta organização, que de resto foi criada numa óptica anti-soviética, a qual se torna contra-producente quando leva europeus a oporem-se a europeus em vez de favorecer a sua união contra ameaças doutros blocos civilizacionais.

DREADSTAR


Primavera de 1980 - Dreadstar, um dread muito antes de o «dread» ser moda juvenil, herói de «space opera» muito ao jeito de Flash Gordon e Guerra das Estrelas mas com tiradas «anti-religiosas» à mistura...
Consta que vem por aí um filme disto.

PETIÇÃO POR NOVA LEI DE PROTECÇÃO DOS ANIMAIS EM PORTUGAL

“Nova Lei de Protecção dos Animais em Portugal” 

Exm.a Senhora Presidente da Assembleia da República, 

1) Considerando que é dever dos humanos respeitar os animais e assegurar que estes beneficiem de legislação que os proteja de forma 
adequada e eficaz; 

2) considerando que esse dever é cada vez mais reconhecido e prezado, não só na sociedade portuguesa como em todo 
o mundo, e que tem levado governos, parlamentos e municípios de várias regiões do mundo a tomarem avançadas medidas legislativas e 
práticas de protecção dos animais; 

3) considerando que, embora este seja um dever do Estado Português, este não tem cumprido nem 
materializado este dever de modo minimamente satisfatório, tendo, até aqui, votado os animais a um abandono e a uma indiferença cruéis, 
permitindo, por acções e omissões, que muitos e graves males contra estes sejam cometidos num ambiente de quase total impunidade; 

4)considerando que o Estado Português, quer por não ter tomado medidas legislativas adequadas, eficazes, modernas e pró-activas, quer por 
não ter sequer conduzido uma acção satisfatória de fiscalização, prevenção e punição relativamente a infracções às leis vigentes de 
protecção dos animais, quer por não ter ainda proibido práticas cruéis, inaceitáveis e absolutamente desnecessárias, quer ainda por ter 
envolvido alguns dos seus organismos, entre os quais os municípios, em práticas cruéis contra animais, tem originado graves problemas que 
afectam os animais em Portugal; 

5) considerando que o estudo de opinião “Valores e Atitudes face à Protecção dos Animais em Portugal”,realizado em Maio de 2007 pelo Centro de Investigação e Estudos de Sociologia (CIES) do Instituto Superior de Ciências do Trabalho e daEmpresa (ISCTE), com base num questionário efectuado entre Fevereiro e Março de 2007 pela Metris GfK, deixou claro o modo como a maioria dos portugueses – muito significativa, em muitos aspectos, e esmagadora, em tantos outros – entende que os animais em Portugal estão, em termos reais, muito desprotegidos e devem, em diversas áreas, ser urgente e fortemente protegidos pelo Estado Português, 

As cidadãs e os cidadãos abaixo assinados vêm, pedir à Assembleia da República o seguinte: 

Que aprove e implemente uma Nova Lei de Protecção dos Animais, que considere todos os pontos,ou o maior número de pontos possível, do Projecto-Lei apresentado pela Associação ANIMAL.


Aceder a esta página para assinar: http://peticaopublica.com/pview.aspx?pi=AANIMAL

terça-feira, março 28, 2017

POR UM RENASCER PRIMAVERIL INTEGRAL





O ciclo ieropraktikós "Ofíon" em colaboração com o contingente oplitikón panellinion archaioprepés comemorou a 25 de Março, dia da semana consagrado a Saturno, o regresso de Apolo da Hiperbórea, o retorno de Perséfone, filha de Chloe ou Deméter; celebrou também Diónisos, tudo isto como parte do Equinócio da Primavera 2017.
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Fonte: https://www.facebook.com/pg/ophionieropraktikoskyklos/photos/?tab=album&album_id=1878442769040431



MANIFESTAÇÃO AMANHÃ: «NÃO À VIOLÊNCIA CONTRA AS MULHERES»

"A análise dos destaques efectuados neste relatório permite aferir os diferentes contextos da vitimação, designadamente os diferentes tipos de vítimas. Como sejam as 1.009 pessoas idosas (+65 anos) vítimas de crime (em média 3 por dia e 19 por semana); as 826 crianças e jovens (em média 2 por dia e 16 por semana); as 5.226 mulheres adultas (em média 14 por dia e 100 por semana) e os 826 homens adultos (em média 2 por dia e 16 por semana)."
Na passada sexta-feira, 24 de Março, “em Barcelos, quatro testemunhas num processo de violência doméstica foram degoladas pelo agressor que estava a ser julgado por bater com um ferro na família”.
“Sábado em Esmoriz um homem de 50 anos matou a sua mulher à facada”.
O movimento feminista “Por Todas Nós”(link is external), decidiu apelar à ação e convoca uma concentração(link is external) para a próxima quarta-feira 29 de março às 18.30h na Praça da Figueira em Lisboa.
Na convocatória apontam:
“Vamos dizer BASTA!
Não podemos ser indiferentes perante a violência contra as mulheres, os femicídios e o ataque e assassinato de testemunhas contra a violência.
Vamos para a rua vamos lutar pela mudança do nosso sistema!
O MEDO NÃO PODE VENCER A JUSTIÇA!”
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Fonte: http://www.esquerda.net/artigo/nao-violencia-contra-mulheres-movimento-feminista-convoca-acao/47805

Evento: https://www.facebook.com/events/1149356641857356/

ADEREÇOS DE PÉ CONSOANTE AS «TRADIÇÕES»... OU AS VIZINHANÇAS...


CONTRA A CRUELDADE QUOTIDIANA SOBRE OS ANIMAIS PARA ABATE

Imagine um dia de Inverno muito frio em com um vento gelado soprando contra o seu rosto. É natural querer abrigar-se e aquecer-se, mas essa é uma simples necessidade que não é oferecida a todos os seres sencientes. Animais criados pela indústria alimentícia são transportados em todos os tipos de condições climáticas, com pouca ou nenhuma protecção contra o frio ou o calor extremo.
Durante o transporte, os animais também podem ser privados das necessidades básicas da vida e mantidos sem descanso durante dias. O Canadá, por exemplo, tem alguns dos piores regulamentos de transporte no mundo ocidental.
Sejam porcos ou vacas, galinhas ou cabras, estes seres sencientes não conhecem nada além da miséria completa desde o dia em que nascem até ao momento em que são violentamente mortos, informou o One Green Planet. Eles são tratados como meros produtos numa indústria lucrativa e agonizam em silêncio. Há os poucos afortunados que milagrosamente sobrevivem e são abrigados em santuários. Já as curtas vidas da maioria estão cheias de crueldade e tormento indizíveis.
Transporte
Milhares de animais são transportados em camiões superlotados para matadouros diariamente. As suas viagens podem durar centenas de quilómetros em qualquer condição climática. As regulamentações que regem o transporte de animais variam muito de país para país.
Por exemplo, no Canadá, o “Regulamento de Saúde de Animais” estabelece que as vacas podem ser transportadas por até 52 horas sem ter acesso a comida, a água ou a um período de repouso. Cavalos, galinhas e porcos podem permanecer dentro de um camião até 36 horas sem comida ou água.
Isto permanece inalterado durante o mais quente dos dias de Verão quando o interior de um camião pode atingir temperaturas extremas causando desidratação e até mesmo a morte dos animais.
Estima-se que entre dois e três milhões de animais morram todos os anos durante o transporte, o que não inclui o número de animais gravemente lesionados durante o trajecto.
Outra questão inerente a estes chamados regulamentos humanos é a permissão para o uso de bastões elétricos. Estes dispositivos são utilizados como um meio para forçar os animais a entrar dentro dos camiões e, posteriormente, a sair deles. Além disso, não existe uma cláusula que impeça o transporte de animais doentes, feridos ou as fêmeas grávidas. Podem ser transportados enquanto a viagem não causar “sofrimento indevido”.
Não é incomum encontrar um animal caído no chão, coberto de fezes e encharcado de urina, incapaz de ficar de pé. Recentemente, têm ocorrido uma série de acidentes envolvendo camiões de transporte – as vítimas inocentes morrem sem dignidade ou respeito e são descartadas como lixo. É inegável que cada passo do caminho está repleto de sofrimento desnecessário.
A maioria dos animais enviados para a morte tem apenas meses de vida. Estes filhotes são amontoados em camiões imundos e superlotados. Houve vários casos de animais que pularam ou caíram dos camiões e o porco Cromwell é um deles. Em 2014, o jovem porco caiu de um camião de transporte que viajava por uma rodovia muito movimentada no sul de Ontário, no Canadá. Felizmente, foi resgatado por pessoas amáveis e chegou ao Cedar Row Farm Sanctuary, um santuário de gerência familiar para animais resgatados de abuso, negligência e da morte.
Hoje, Cromwell não conhece nada além de amor e compreensão. O seus dias de abuso numa fazenda de porcos ficaram no passado. Actualmente, está livre para sentir o sol nas suas costas e a erva – prazeres simples da vida negados a tantos animais gentis.
Animais explorados em quintas industriais sofrem crueldades inimagináveis por todas as suas breves vidas. São transportados por longas distâncias sem acesso a comida ou água, sofrendo frio e calor extremos.
Se animais domésticos fossem tratados desta maneira, isto causaria uma enorme indignação. Porém, isto é considerado aceitável quando eles são criados em quintas.
Todos nós podemos fazer a diferença ao informarmo-nos mais sobre essa indústria terrível e mostrar a outras pessoas como é a vida de biliões de animais que são mortos para consumo. É possível fazer uma grande mudança adoptando o veganismo e apoiando iniciativas que transformem a existência destes animais, tais como santuários.
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Fonte: http://www.anda.jor.br/21/03/2017/tragicas-condicoes-dos-animais-amontoados-em-caminhoes-rumo-matadouros

PARLAMENTO ESCOCÊS VOTA A FAVOR DE NOVO REFERENDO À INDEPENDÊNCIA

Cerca de 69 legisladores votaram a favor, enquanto 59 votaram contra. A primeira-ministra, Nicola Sturgeon, agora é capaz de pedir oficialmente ao parlamento do Reino Unido a permissão para realizar um novo voto na Escócia.
A primeira-ministro da Escócia, Nicola Sturgeon, está buscando a autoridade de Londres para realizar outro referendo de independência, que poderia ocorrer entre o Outono de 2018 e a Primavera de 2019.
Na semana passada, Sturgeon lembrou que a Escócia votou esmagadoramente contra o Brexit no referendo do ano passado, enfatizando que o país não deveria ser retirado da Europa contra sua vontade. Em 2014, a Escócia votou para permanecer como parte do Reino Unido. No entanto, o voto no Brexit mostrou que a Escócia diferiu da Inglaterra sobre a adesão à União Europeia, que apoiou ficar com o bloco em 62% contra 38%.
Segundo a última pesquisa da Ipsos, a Escócia está dividida em relação à questão da independência, numa mudança significativa em relação a 2014, quando 55% votaram contra a saída do Reino Unido.
A primeira-ministra do Reino Unido, Theresa May, deverá iniciar as conversações sobre a saída do Reino Unido da União Europeia amanhã. O Parlamento britânico já aprovou o projecto de lei governamental do Brexit sem alteração.
O governo de May fez declarações fortes contra um 2º referendo de Independência escocês, enquanto Sturgeon insiste que marcá-lo entre 2018 e 2019, época em que um esboço de um acordo entre Londres e Bruxelas se tornaria claro, permitindo que os Escoceses tomem uma decisão mais consciente.
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Fonte: https://br.sputniknews.com/europa/201703288004884-parlamento-escoces-referendo-independencia/

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A pulsão da Estirpe permanece - e até a segundo muitos mundialista União Europeia acaba por servir para levar a água ao moinho do Nacionalismo escocês.
Alba gu bràth
que é como quem diz, em Goidélico ou Gaélico escocês, «Escócia para sempre»...

PETIÇÃO CONTRA A TAUROMAQUIA EM PORTUGAL

Os animais bem como os humanos têm direitos e são seres vivos que não se podem defender da mão humana. 
Nada justifica o fazer mal e causar dano e dor a eles por prazer próprio. Sendo assim, não poderão haver tradições que incitem tais actos voluntários. 
Esta tradição já há muito que deveria ter sido acabada e no século XXI põe Portugal mal visto a nível internacional de como ainda não se respeita os animais. Está na altura de Portugal ser visto como um exemplo a ser seguido e espero em breve que as touradas façam parte do passado.
Assinar esta petição para acabar com as touradas!

Para assinar, aceder a esta página: http://www.thepetitionsite.com/pt-pt/973/536/804/fim-das-touradas-em-portugal.-n%C3%A3o-%C3%A0-viol%C3%AAncia-gratuita-de-animais/?taf_id=34985698&cid=fb_na

segunda-feira, março 27, 2017

CULTO RELIGIOSO NO EQUINÓCIO EM TERRAS DO EXTREMO SUDESTE EUROPEU








Na temporada do equinócio da Primavera, pagãos búlgaros realizaram, a 25 de Março, um acto de culto ao Deus do Berço (Diónisos) e à Deusa da Montanha, em celebração da sua antiga herança religiosa trácia.
Para ver mais fotos, aceder a esta página: https://www.facebook.com/pg/Thracian.Threskeia/photos/?tab=album&album_id=10154766649789934

ABRIGOS PARA ANIMAIS EM SINTRA

A União de Freguesia de Agualva e Mira Sintra, no concelho de Sintra, colocou na rua mais seis abrigos para animais silvestres, para substituir abrigos improvisados, já existentes, inadequados no meio urbano.
“Concluímos a colocação de mais seis abrigos para animais silvestres, para substituir abrigos improvisados para colónias já existentes, inadequados no meio urbano”, explica o presidente da União de Freguesias de Agualva e Mira Sintra, Carlos Casimiro no facebook, anunciando ainda, a assinatura de um protocolo com a Associação Animais de Rua, “para a esterilização mensal de dez gatos”.
O protocolo permite a ambas as partes trabalharem em conjunto na gestão de colónias de gatos de rua através da implementação do método CED (Capturar, Esterilizar e Devolver).
Recorde-se que a iniciativa surge no âmbito da proposta vencedora relativa ao Orçamento Participativo Geral, referente ao ano passado.
“A alegria de alguns dos cuidadores é a prova do acerto desta colocação, que decorre da proposta vencedora do Orçamento Participativo Geral de 2015”, observa Carlos Casimiro.
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Fonte: http://sintranoticias.pt/2017/03/21/agualva-mira-sintra-instala-abrigos-animais-rua/

LÍDER NACIONALISTA BELGA EXIGE A DEPORTAÇÃO DE ALÓGENOS CRIMINOSOS

Os países europeus devem enviar todos os criminosos estrangeiros para países de sua origem a fim de evitar o terrorismo, disse o presidente do Partido Popular da Bélgica, Mischael Modrikamen, à Sputnik na segunda-feira.
No domingo, a candidata presidencial francesa Marine Le Pen, prometeu restaurar os controles nas fronteiras na França e expulsar todos os estrangeiros que representam uma ameaça à segurança nacional se for eleita para combater a ameaça terrorista no país. Le Pen também afirmou que lutaria contra o fundamentalismo islâmico fechando mesquitas salafistas.
"Todos os criminosos estrangeiros de fora da Europa devem ser repatriados para o seu próprio país e aí cumprir a pena em prisões nacionais, não nas prisões europeias. Os que cometerem actos criminosos de menor dolo devem ser imediatamente expulsos com as suas famílias", disse Modrikamen.
A sua opinião sobre as medidas a tomar para prevenir o terrorismo nos países europeus fez eco ao comentário de Le Pen sobre a necessidade de fechar mesquitas salafistas.
"Todos os imãs suspeitos de promover o ódio devem ser expulsos e suas mesquitas fechadas, as mesquitas apoiadas pelo salafismo devem ser fechadas, são apenas algumas medidas que devem ser tomadas para tornar a Europa num lugar mais seguro", disse o político belga.
A Europa Ocidental enfrentou vários ataques mortais nos últimos anos. No mais recente ataque, na quarta-feira, Khalid Masood, um converso do Islão de 52 anos nascido em Kent, jogou o seu carro contra pedestres na ponte Westminster, em Londres. O atacante, supostamente inspirado pelo terrorismo internacional, tentou ainda entrar no edifício do Parlamento britânico armado com uma faca. O ataque resultou na morte de cinco pessoas, incluindo o terrorista e pelo menos 50 pessoas feridas. O grupo terrorista Daesh, que é proibido na Rússia, reivindicou a responsabilidade pelo ataque.
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Fonte: https://br.sputniknews.com/europa/201703277995340-terrorismo-ue-deportacao-criminosos/

DESFILE MILITAR SINO-PAQUISTANÊS

As tropas chinesas participaram pela primeira vez no início desta semana do desfile do Dia do Paquistão em Islamabad, o que alguns especialistas afirmaram ser um sinal de aproximação, enquanto outros apontaram para o crescente poder regional de Pequim.
Em um evento sem precedentes, na quinta-feira (23), 90 militares do exército chinês participaram do desfile do Dia do Paquistão em Islamabad, durante o qual o Paquistão mostrou os seus mísseis de longo alcance, tanques e aviões de combate.
Numa entrevista à Sputnik, o especialista militar chinês Song Xiaojun descreveu os desfiles militares similares como "um barómetro do estado das relações bilaterais".
"São intercâmbios normais entre os exércitos da China e do Paquistão. Na prática, Pequim e Islamabad são parceiros estratégicos, e podemos até dizer que eles têm excelentes relações de parceria estratégica. Ao mesmo tempo, ambos os Estados não são aliados militares e eles desenvolvem contactos militares normais, incluindo exercícios conjuntos", disse Xiaojun.
O especialista Peter Topychkanov, do Instituto de Economia Mundial e Relações Internacionais de Moscovo concorda com a opinião de Song Xaiojun e destaca os estreitos laços políticos, económicos e militares entre Pequim e Islamabad.
"Não há nenhuma dúvida de que os dois países estão interessados em desenvolver a cooperação e querem demonstrar que estão mais próximos um do outro", disse Topychkanov se referindo ao desfile em Islamabad.
"Além disso, isto pode ser entendido como uma mensagem do Paquistão ao seu vizinho, a Índia, que a China está ao lado de Islamabad e que o Paquistão está prestes a apoiar Pequim", acrescentou o especialista.
Por outro lado, Viktor Murakhovsky, especialista militar russo, disse ao jornal onlinerusso Vzglyad que atribui o desenvolvimento contínuo dos laços militares entre Pequim e Islamabad ao facto de a China considerar necessário cooperar com o Paquistão para contrariar a Índia e aumentar a sua influência regional.
"De facto, a aliança de Pequim com Islamabad contribui para a consolidação do papel de liderança da China na região Ásia-Pacífico. Além disso, a frieza nas relações entre o Paquistão e os Estados Unidos permitiu que a China ocupasse o nicho deles, reforçando significativamente a sua influência na Ásia Central," disse Murakhovsky.
Neste contexto, o especialista militar russo Vasily Kashin recordou, numa entrevista ao Vzglyad, que a China está a discutir activamente com o Paquistão a possibilidade de instalar as suas bases militares em território paquistanês.
"O corredor económico permitirá que os Chineses tenham acesso à costa do Oceano Índico, contornando o Estreito de Malaca, o que permitirá a Pequim exportar mercadorias das regiões ocidentais da China através de rotas mais curtas", disse Kashin.
De acordo com o Vzglyad, Washington está muito preocupado com o fortalecimento da aliança sino-paquistanesa na região Ásia-Pacífico. A possível perda de Islamabad leva a Casa Branca a confiar mais na Índia, que é vista por Washington como o principal contrapeso à China.
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Fonte: https://br.sputniknews.com/asia_oceania/201703267988335-desfile-militar-china-paquistao/

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A pouco e pouco clarificam-se as posições e salta cada vez mais à vista que a Índia é um aliado natural, necessário até, do Ocidente - necessário para ambas as partes. Convergem assim, mais uma vez, a raiz étnica indo-europeia, o sistema de governo democrático e a conveniência política.

ÚLTIMA VITÓRIA DA RECONQUISTA EM PORTUGAL


Azulejo, no Pátio dos Canhões do Museu Militar, que representa a tomada de Faro aos Mouros a 27 de Março de 1249 por Peres Correia durante o reinado de Afonso III. Acabou-se assim a Reconquista portuguesa.

Foi por estas e por outras que se conseguiu atirar com a Moirama para o outro lado do mar, honrando o trabalho que Hércules tinha tido uns tempos antes ao separar África da Europa... cada qual no seu lugar é que está bem...

domingo, março 26, 2017

PNR AVANÇA POR ODIVELAS

O Partido Nacional Renovador concorre pela primeira vez ao Município de Odivelas, com uma candidatura que vem chocar de frente com o histórico bastião Partido Socialista, apresentando uma mensagem renovada e nacionalista aos odivelenses.
Com Bruno Rebelo, cabeça-de-lista à Câmara Municipal, Ramiro Nunes à Assembleia Municipal, Jorge Rodrigues à Junta de Freguesia de Odivelas e Núria Soeiro à União das Freguesias Caneças-Ramada, apresentamos propostas claras, transparentes, sem demagogias e focadas no desenvolvimento social, económico e laboral do concelho, com demagogias sociais e económicas que, além de fracturantes, não passam de falácias.

Entre as principais propostas da campanha “#RenovarOdivelas”, destacamos as seguintes:
– Pedir ao Tribunal de Contas uma auditoria às contas da Autarquia. Recusamo-nos a pagar dívidas e contratos dúbios e inúteis.
– Investir na remodelação de espaços verdes e lúdicos, apostando no contacto social e circulação das pessoas, com primazia à mobilidade pedestre e à circulação de transportes públicos e apresentando soluções concretas para o estacionamento caótico, principalmente no centro da cidade.
– Renovar a iluminação pública, melhorando-a, reduzindo o impacto ambiental e visual e tornando as vias mais iluminadas e seguras.
– Apostar numa maior interligação com os Agentes de Segurança, de forma a criar um concelho mais seguro.
– Incentivar a criação de emprego e empreendedorismo em Odivelas e para os odivelenses, com medidas fiscais mais justas e apelativas.
– Reavaliar a concessão de apoios sociais, nomeadamente habitação social, de forma a apoiar quem realmente precisa.
– Bloquear o lóbi do Betão, incrementando políticas verdes de incentivo à reconstrução do parque habitacional, renovando e remodelando vias e estruturas de forma gradual.

Como esta é uma candidatura fracturante, contra o sistema estabelecido, apresentamo-nos com uma mensagem nacional, renovadora e de coragem, materializamos o sentimento de inúmeros cidadãos de Odivelas.

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Fonte: http://www.pnr.pt/2017/03/vamos-renovar-odivelas/

PAPA VOLTA A ATACAR O «POPULISMO» ANTI-IMIGRAÇÃO...

"Todo corpo que perde o sentido do seu caminho, todo corpo que abandona esse olhar para frente, sofre primeiro uma regressão e finalmente corre o risco de morrer", alertou o chefe máximo da igreja católica, na véspera do aniversário de 60 anos do Tratado de Roma.
Os 27 chefes de Estado e de Governo da União Europeia deslocaram-se à capital italiana para o 60.º aniversário dos Tratados de Roma (o Reino Unido não está presente), que se cumpre este sábado.
O Tratado de Roma é o documento subscrito por seis países – Itália, França, República Federal da Alemanha, Bélgica, Holanda e Luxemburgo – que constituiu a Comunidade Económica Europeia, mais tarde União Europeia.
Na cerimónia na capital italiana os 27 adoptarão uma declaração sobre o futuro da Europa.
A celebração ocorre num contexto particularmente difícil para a UE, que se prepara para, pela primeira vez, perder um Estado-membro, o Reino Unido, tendo lugar quatro dias antes de Londres enviar para Bruxelas a notificação de ativação do artigo 50 do Tratado de Lisboa, que desencadeará as negociações para a concretização do ‘Brexit', um dos maiores reveses da história da União.
O primeiro Papa não europeu, que recebeu em Maio de 2016 o prémio Carlos Magno pelo seu compromisso pela unificação europeia, tem sido muito crítico com a velha Europa, continente que chegou a qualificar de "cansado" e que acusou de negar as suas próprias raízes.
Em várias ocasiões, o Papa manifestou o seu desejo de que a Europa seja uma "terra de acolhimento [dos refugiados]" e contra a xenofobia. "A Europa volta a encontrar esperança na solidariedade, que também é o antídoto mais eficaz contra os modernos populismos", disse o pontífice. "Os populismos florescem devido ao egoísmo", acrescentou, depois de mencionar as políticas contra a imigração, tema que gera tensões e divisões dentro da União Europeia.
Como há três anos, quando visitou a sede do Parlamento Europeu em Estrasburgo, Francisco pediu que a Europa "encontre novos caminhos, aposte no futuro e desenvolva um novo humanismo". "A Europa tem um património moral e espiritual único no mundo, que merece ser proposto uma vez mais com paixão e renovada vitalidade, e que é o melhor antídoto contra a falta de valores do nosso tempo, terreno fértil para toda forma de extremismo", acrescentou.
"É justo celebrar o que foi alcançado ao longo destes 60 anos, mas é sobretudo importante poder olhar para o futuro com ambição"
O primeiro-ministro António Costa reiterou hoje, em Roma, que a grande prioridade da União Europeia deve ser completar a União Económica e Monetária, objectivo que estará inscrito na Declaração de Roma a ser adoptada no sábado pelos líderes europeus.
"É justo celebrar o que foi alcançado ao longo destes 60 anos, mas é sobretudo importante poder olhar para o futuro com ambição", disse Costa aos jornalistas na capital italiana, na véspera de uma cimeira de celebração dos 60 anos dos Tratados de Roma.
E a ambição, disse, "deve começar por assentar em reforçar e consolidar aquilo que já foi alcançado, desde logo concluir a União Económica e Monetária (UEM), de forma a estabilizar a zona euro".
Para o chefe do Governo português, é preciso "reforçar a Europa na área da segurança, na área da defesa, na área da investigação e desenvolvimento, na área da inovação, na área do combate à pobreza, na criação de emprego, no crescimento económico, mas para isso precisamos de ter uma zona euro sólida, e uma zona euro sólida implica concluir a UEM, acabar de fazer aquilo que ainda está por fazer", argumentou.
"Se há lição que também devemos retirar destes 60 anos é que sempre que fizemos fugas para a frente e quisemos dar passos maiores do que a perna ou construir novos edifícios sem consolidar primeiro as fundações, as coisas não correram bem. E por isso há que tirar as boas lições, celebrar o resultado global - que é indiscutivelmente de celebrar, porque são 60 anos de paz, de prosperidade, de maior coesão social, de maior progresso -, aprender com as lições e avançarmos com bases sólidas, e não há bases sólidas se não tivermos uma união económica e monetária devidamente completada e solidificada", reforçou.
Costa referiu que "Portugal fez um conjunto de propostas [para a Declaração de Roma] que felizmente foram todas acolhidas, sublinhando a importância da convergência económica, sublinhado a necessidade de completar a UEM, sublinhando a importância de dar prioridade à criação de emprego, a igualdade de direitos, designadamente entre homens e mulheres".
"Portanto, os pontos que tínhamos a colocar estão lá. Esperamos que haja um consenso que nos permita avançarmos com base nesta declaração", concluiu.
"Estranho seria vir a Roma e não ver o papa"
O primeiro-ministro, questionado pelos jornalistas, considerou natural que os líderes europeus sejam hoje recebidos em audiência no Vaticano, na véspera das celebrações dos 60 anos dos Tratados de Roma, comentando que "estranho seria vir a Roma e não ver o papa".
António Costa observou que o tratado fundador do que é hoje a UE "não reivindica nenhuma herança religiosa em particular e respeita um valor essencial da laicidade", mas considera perfeitamente normal a cerimónia no Vaticano.
"Ninguém pode nem deve ignorar, em primeiro lugar, que o santo padre é também chefe de Estado da Santa Sé e, em segundo lugar, que a religião católica tem uma representação importante, uma presença importante na nossa vida coletiva", declarou.
Segundo António Costa, "a laicidade não é a ignorância das religiões existentes, é a tolerância relativamente a todos, o respeito relativamente a todas e a liberdade relativamente a todas".
"Estranho seria vir a Roma e não ver o papa", concluiu o chefe de Governo.
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Fonte: http://24.sapo.pt/atualidade/artigos/papa-francisco-europa-corre-o-risco-de-morrer-se-nao-reencontrar-os-seus-ideais-fundadores

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Olha se a Europa ainda obedecesse ao papa como outrora, livra, xíçaras pôssaras...
Mais uma vez - e mais outra, e mais outra - o supremo vigário do Judeu Crucificado resolve falar directamente contra o movimento político anti-imigração. Refere-se ele aos «valores fundadores da Europa». Quem diz isto já declarou abertamente que a invasão árabe (palavras dele) que está a acontecer na Europa é boa. Quem lhe der crédito acreditará que a Europa deve ser um albergue espanhol ou um cabaret da coxa onde entra toda a gente. Contra isto está o mais salutar instinto de Estirpe, o qual permite perceber que a A Europa só existe enquanto os seus habitantes forem europeus. A salvaguarda étnica dos Europeus é por isso o valor cardinal em toda a Política europeia digna desse nome. A população europeia cada vez mais percebe isto, motivo pelo qual a votação nacionalista está a crescer em todo o continente, enquanto a mesmíssima população cada vez mais abandona a Cristandade... Façam-se votos (literalmente) para que o despertar europeu actual ainda vá a tempo de salvar a Europa da total submersão num mar de imigração terceiro-mundista. Só o Nacionalismo é bastião contra todo e qualquer universalismo que ponha em causa a identidade europeia.


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sábado, março 25, 2017

«NÃO HÁ MAIS JOGOS DE BOLA? VAMOS MATAR EM NOME DE ALÁ!»

Agradecimentos a quem aqui trouxe este vídeo: http://webm.land/media/jYRF.webm

Esta coisa mostra o director do jornal Courrier International a dizer basicamente que a culpa dos atentados terroristas em França é de quem acabou com os torneios de futebol dos «jovens»... Não me surpreende demasiado. A culpa nunca pode ser do Sagrado Alógeno. Ou o mal foi da falta de futebol ou então da empresa que fabricava a bola do jogo, quando não do clima que interfere com a mente dos «jovens», e mai' nada. Isto de a culpa ser sempre do Europeu e nunca por nunca do Sagrado Alógeno constitui uma das directrizes da Boa e Sã Doutrina da Santa Madre Igreja Anti-Racista e Multiculturalista dos Últimos Dias do Ocidente, porque, não haja dúvidas, trata-se aqui de uma autêntica «religião». O «clero» desta «religião» controla os principais partidos, bem como os grandessíssimos mé(r)dia e as universidades.

sexta-feira, março 24, 2017

MARINE LE PEN DECLARA-SE CONTRA A «FRANCÁFRICA»


A candidata presidencial nacionalista de França Marine Le Pen, líder da Frente Nacional, declarou anteontem que o seu país deve romper com as relações franco-africanas, isto é, o relacionamento entre França e a parte de África conhecida como «Francafrique», além de abolir também a moeda franco CFA que liga Paris às suas antigas colónias africanas.
Discursando no fim de uma visita ao Chade, afirmou: «Foi só ao vir aqui e explicar que estou disponível para ultrapassar as mentiras que os meus adversários políticos que não querem que África me oiça.» «Vim condenar a política da Francáfrica que eles levaram a cabo. Vim para dizer que irei romper com esta política.»
Os anteriores presidentes franceses Nicolas Sarkozy e François Hollande também quiseram acabar com a política da «francafricana», mas a França continuou profundamente envolvida na política africana.
Le Pen manifestou além disso o seu apoio às queixas dos Estados africanos que querem ter a sua própria moeda, livrando-se assim do travão que o franco CFA impõe ao desenvolvimento económico africano.
Entretanto, a candidata nacionalista não perdeu a oportunidade de deixar claro que os imigrantes ilegais serão enviados de volta aos seus países de origem.
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Fonte: http://www.reuters.com/article/us-france-election-lepen-chad-idUSKBN16T34O?feedType=RSS&feedName=worldNews&utm_source=Twitter&utm_medium=Social&utm_campaign=Feed%3A+Reuters%2FworldNews+%28Reuters+World+News%29&utm_content=FaceBook

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Mais um bom sinal da maior força nacionalista da Europa Ocidental. Haja mais distância entre Europa e África, para que esteja cada qual no seu lugar e não se criem mais situações que originem mais culpabilizações e mais chantagens morais...

UMA PROPOSTA ISLAMO-MULTICULTURALISTA...




Em Maio do ano passado, o muslo paquistanês que foi eleito para presidente da câmara numa cidade onde a maioria da população já não é britânica, Sadiq Khan de seu nome, escreveu:
«A visão ignorante de Trump a respeito do Islão pode tornar ambos os países menos seguros. Arrisca alienar o grosso dos muçulmanos. Londres provou que ele está errado.»

Ai pois provou pois provou, então não provou... ele vê-se, o quanto provou...

O mais significativo neste comentário do muslo é o topete com que o fulano culpa uma opinião política pela ameaça às vidas de milhões de pessoas... o que este alógeno teve o descaramento de afirmar é que por um político dizer que os muçulmanos são isto ou aquilo, isso faz com os muçulmanos se irritem e depois quando se irritam em vez de irem rezar muito ou se dedicarem à pesca, optam por pôr bombas, enfim, são feitios... É portanto uma boa ideia construir uma sociedade em que parte da sua população pode enveredar pelo terrorismo só porque alguém a critica, é sim...




EM ITÁLIA - NORTE-AFRICANO TENTA ATROPELAR AGENTES DA AUTORIDADE E ATACA-OS COM FACA

Mais um «maluquinho» que atira com o carro contra cidadãos europeus - polícias... - desta vez em Foggia, cidade no sul de Itália cuja segurança tem sido ameaçada pela chegada maciça de alógenos, segundo as próprias autoridades afirmam. Por coincidência o «perturbado» é mouro... Depois de tentar atropelar polícias, bate com a viatura, dela sai e atacA os agentes policiais com uma faca... sim, tal como em Londres e como em Antuérpia...
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Fonte: https://www.jihadwatch.org/2017/03/italy-muslim-tries-to-run-down-police-then-stabs-officer

O CALIFADO PERDE TERRENO MÉDIO ORIENTE - MAS GANHA EM ÁFRICA

Enquanto o mundo está a lutar contra o Daesh, a al-Qaeda está calmamente a ganhar posição melhor em África, de acordo com um relatório de inteligência.
A al-Qaeda, por meio do grupo terrorista do Magrebe (proscrito na Rússia), está-se a expandir silenciosamente no norte de África por meio da fusão com grupos terroristas locais, num momento em que a atenção global se concentra em derrotar o Daesh no Médio Oriente, segundo um relatório de inteligência da consultoria privada Soufan Group divulgado nesta sexta-feira.
"A consolidação dos grupos extremistas do Sahel numa franquia existente da Al-Qaeda deixa claro que este modelo continua altamente bem sucedido para a Al-Qaeda", afirmou o relatório.
O relatório citou uma declaração em vídeo de 2 de Março de líderes de vários grupos terroristas norte-africanos proeminentes que se comprometem com o líder central da Al-Qaeda, Ayman al-Zawahiri, e com a liderança do Magreb, Abu Musab Abdel Wadoud.
A fusão também destaca a capacidade da Al-Qaeda de navegar nas complexas dinâmicas tribais e étnicas dos grupos militantes locais, enquanto pacientemente constrói relações baseadas no apoio mútuo — um dos princípios duradouros da ideologia de Osama bin Laden, explicou o relatório.
Na região do Sahel, que separa o deserto do Saara do resto da África, os grupos militantes islâmicos tendem a formar-se em torno de identidades tribais ou étnicas compartilhadas, observou o relatório.
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Fonte: https://br.sputniknews.com/oriente_medio_africa/201703247975075-alqaeda-africa-daesh-oriente-medio/

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Mais uma vez, um credo universalista aproveitar-se da natural coesão étnica dos Povos...
De resto, está cada vez mais à vista o perigo que é a imigração oriunda de África.

LUSO-DESCENDENTE AFIRMA QUE TRUMP FOI MESMO ESCUTADO

Escutas para cá, escutas para lá. Nem republicanos, nem democratas se livram deste processo de averiguação de quem afinal ouviu quem. Durante a campanha para as últimas presidenciais americanas, que elegeram o republicano Donald Trump como presidente dos Estados Unidos, os democratas acusaram piratas informáticos ao serviço da Rússia de interferirem na campanha, com intrusões informáticas e divulgação de dados da campanha de Hillary Clinton. Depois foi a vez de Trump deitar veneno, acusando Barack Obama, seu antecessor na Casa Branca, de ter colocado os telefones da Trump Tower sob escuta. Esta quarta-feira, Devin Nunes, presidente da Comissão dos Serviços Secretos da Câmara dos Representantes, em conferência de imprensa afirmou que membros da equipa de transição de Trump e, possivelmente, ele próprio foram vigiados durante a administração Obama, a seguir às eleições de Novembro.
Já no início desta semana, a propósito das eventuais escutas, James Comey, director do FBI disse não ter dados que apoiem a acusação do actual presidente americano, no entanto, mantém a investigação criminal a alegadas ligações entre elementos da sua campanha e o Governo russo para ganhar as eleições, aberta em Julho e ainda em curso. “Recebi a autorização do Departamento de Justiça para confirmar que o FBI, no quadro da nossa missão de contra-espionagem, está a investigar as tentativas do Governo russo de se imiscuir na eleição presidencial de 2016”. O congressista republicano Devin Nunes também esclareceu que não existiram escutas na Trump Tower, mas não exclui a possibilidade e outras actividades de vigilância. Ao que parece as comunicações dos membros da equipa de transição de Donald Trump, e eventualmente também deste, podem ter sido escutadas de forma legal, mas partilhadas depois incorrectamente pela comunidade dos serviços de informações americana. E as críticas não demoraram a chegar. O deputado Adam Schiff, da Califórnia, o principal democrata desta comissão lançou dúvidas sobre as declarações de Devin Nunes, criticando-o por não ter compartilhado as informações com ele ou com outros membros do comité, indo informar o presidente primeiro. Outros democratas também se fizeram ouvir, questionando a decisão de Devin Nunes em ir primeiro falar com Trump. O deputado Jim Himes, membro da comissão, disse que a viagem de Nunes à Casa Branca “levanta todos os tipos de perguntas”. Já Eric Swalwell, outro membro do painel de inteligência, disse que estava “preocupado”.
No centro desta história de alegada espionagem, que está para durar, encontra-se Devin Nunes, 43 anos, o congressista mais novo de sempre a presidir ao comité que fiscaliza os Serviços de Informações, o House Permanent Select Committee on Intelligence (Intel). O neto de emigrantes da ilha açoriana de São Jorge, nasceu em Tulare e cresceu na quinta da família, no Vale San Joaquim, na Califórnia. Depois de se formar em Gestão Agrícola, foi nomeado, em 2003, pela Administração Bush para um alto cargo no Ministério da Agricultura. Foi escolhido, em 2010, pela revista Time como uma das 40 estrelas da política americana com menos de 40 anos. No seu gabinete, em Washington, tem emoldurada uma camisola de Figo, autografada, e continua a gerir a leitaria da família onde trabalhava antes de entrar na política.
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Agradecimentos a quem aqui trouxe esta notícia: http://visao.sapo.pt/actualidade/mundo/2017-03-23-Luso-descendente-denuncia-que-afinal-Trump-foi-escutado