segunda-feira, setembro 26, 2016

CELEBRAÇÃO PAGÃ DE EQUINÓCIO DE OUTONO NA BULGÁRIA, ANTIGA TRÁCIA




DIA EUROPEU DAS LÍNGUAS



Em 2001 celebrou-se pela primeira vez o Ano Europeu das Línguas (AEL), por iniciativa conjunta do Conselho da Europa e da Comissão Europeia, visando celebrar a diversidade linguística como uma riqueza do património comum da Europa a preservar. Foi ainda objectivo de AEL-2001 promover o multi-linguismo e motivar os cidadãos europeus para a aprendizagem de línguas.
Foi, então, instituído o Dia Europeu das Línguas (DEL), que se celebra todos os anos no dia 26 de Setembro. As competências linguísticas são essenciais para garantir a equidade e a integração. Na actual conjuntura de crescente mobilidade, globalização da economia e tendências económicas em constante mudança, é mais óbvia do que nunca a necessidade de aprender línguas e desenvolver uma competência plurilingue e inter-cultural.
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Fonte: http://www.dge.mec.pt/dia-europeu-das-linguas   (Artigo originariamente redigido sob o acordo ortográfico de 1990 mas corrigido aqui à luz da ortografia portuguesa.)

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Antes de mais, fica aqui um vídeo sobre as diferenças entre o Galego e o Português:



https://www.youtube.com/watch?v=Pt5-f_SVtAc

O Dia Europeu das Línguas é, no fundo, um Dia Europeu das Nações, porque a cada idioma corresponde uma só nacionalidade e a cada nacionalidade corresponde um só idioma. Uma língua surge tradicionalmente no seio de uma determinada comunidade humana, e toda a comunidade humana é originariamente um agrupamento de raiz étnica. Pode ser que um dia a cada uma das línguas acima referidas, isto é, a cada nação europeia, corresponda um e um só Estado soberano.

NA ESCÓCIA - ACÇÃO NACIONAL OFERECE APOIO A BRANCOS SEM ABRIGO


Em Glásgua (Glaschu, Glasgow), Escócia, um grupo nacionalista, denominado National Action (NA) ou «Acção Nacional», criou no último fim de semana de Agosto um banco alimentar destinado a apoiar «apenas brancos» nas ruas da cidade.
O ponto de auxílio alimentar, sito na Argyle Street, atraiu a mais que previsível polémica, sendo acusado de «racismo». O anti-racistame à espreita chega mesmo a dizer que «a Escócia foi construída com migração e diversas comunidades que se juntaram para criar uma Escócia melhor para todos», ou seja, a velha arenga engendrada para enfraquecer o sentido étnico dos Povos e que não se sustenta quando se sabe que em qualquer nacionalidade há sempre um veio maioritário que constitui o eixo central e a essência da Nação.
A NA foi estabelecida com a ajuda do grupo polaco Renascimento Nacional da Polónia. No site da NA, pode ler-se o seguinte: «Um pequeno brilho de esperança apareceu nas ruas de Glásgua quando o Renascimento Nacional da Polónia e a Acção Nacional da Escócia tomaram as ruas juntos para dar comida e roupas à população sem abrigo.» 
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Fonte: http://www.glasgowlive.co.uk/news/glasgow-news/sinister-neo-nazi-gang-set-11904707

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Aparentemente a NA tem uma clara tendência nazi, o que não surpreende, dada a facilidade com que os jovens e os menos jovens são confrontados com a ideia - falsa - de que a alternativa ao mundialismo é apenas o Nacional-Socialismo; a isto somam-se influências nazificantes da parte de pessoal mais antigo que não se conformou com a derrota de 1945 e vive mergulhado entre o ódio à Democracia e as baratuchas teorias anti-sionistas. De um modo ou doutro, esta acção do grupo é louvável - o primeiro dever do cidadão é para com os da sua própria estirpe.
Entretanto a cooperação entre nacionalistas escoceses e polacos constitui mais um bom sinal de que há cada vez mais nacionalistas europeus a perceberem que o único ideal internacional que deve ser promovido é o combate ao internacionalismo e a cooperação entre os Nacionalistas, particularmente os que tiverem a mesma raiz etno-racial, caso da generalidade dos europeus.

REFERENDO NA BÓSNIA-HERZEGOVINA MANTÉM FERIADO NACIONAL SÉRVIO

Apesar da forte oposição dos ocidentais, mas com o forte apoio da Rússia, o líder dos sérvios da Bósnia, Milorad Dodik, que anunciou a vitória do 'sim' no referendo.
Após o apuramento de quase três quartos dos votos, perto de 99,8 por cento dos eleitores confirmaram que pretendem comemorar a cada dia 09 de Janeiro o nascimento da "República do povo sérvio", três meses antes da guerra que causou cem mil mortos (1992-1995).
A data é vista como uma afronta pelas restantes comunidades bósnias. Desde o fim da guerra que a Bósnia se encontra dividida em duas entidades semi-independentes: os sérvios e a federação croato-muçulmana.
O tom do discurso de Milorad Dodik não foi hoje de conciliação, durante um comício de vitória perante milhares de apoiantes em Pale, o antigo reduto de Radovan Karadzic, teórico da limpeza étnica.
"A República Srpska está em dívida para com aqueles que tiveram a visão de a criar", disse, citando em particular Karadzic, a cumprir 40 anos de prisão por genocídio, crimes de guerra e crimes contra a humanidade, depois de condenado pelo Tribunal Penal Internacional para a ex-Jugoslávia.
"Eu vim votar porque cada Nação e casa Estado tem o seu próprio dia nacional. O nosso povo sérvio deve ter o seu dia", explicou um eleitor, Vokjo Vujakovic, 60 anos, habitante de Laktasi - de onde é natural Milorad Dodik -, perto de Banja Luka, capital dos sérvios da Bósnia.
Este sentimento ilustra a fragilidade da Bósnia nascida dos acordos de Dayton, que colocaram um fim à guerra, formando um conjunto composto por duas entidades, a muçulmana-croata e a sérvia, apoiadas por instituições cada vez menos respeitadas.
Muitos sérvios da Bósnia consideram-se povo sérvio ou membros da República Srpska, mas não como cidadãos bósnios, enquanto persiste a ideia de que Karadzic não foi um criminoso de guerra, mas um defensor do povo sérvio.
O escrutínio de hoje poderá ser, como admite o líder dos bósnios muçulmanos, Bakir Izetbegovic, um "balão de ensaio" para Dodik e um primeiro passo na direcção de uma separação.
O partido do líder sérvio antecipou a realização de um referendo sobre a independência em 2018. Hoje, Dodik disse aos seus apoiantes que a República Srpska é um Estado.
"Os sérvios sempre foram livres quando tiveram o seu Estado", insistiu.
O referendo contraria a lei que ordenou aos sérvios bósnios a alteração da data do dia nacional porque não respeita os restantes grupos étnicos, além de coincidir com um feriado ortodoxo.
No dia 09 de Janeiro de 1992, os sérvios da Bósnia proclamaram a "República do povo da Sérvia", quando a Bósnia integrava a Jugoslávia.
Na altura, as restantes comunidades encararam a proclamação como um sinal de que os sérvios bósnios não estavam interessados em manter a unidade da Bósnia.
Três meses depois, começou a guerra que opôs muçulmanos e croatas contra sérvios e depois muçulmanos contra croatas, na Bósnia.
Actualmente, a Bósnia tem uma população de 3,5 milhões de habitantes, sendo que um milhão e 200 mil pessoas residem na República Srpska, onde 82 por cento são de origem sérvia.
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Fonte: https://www.noticiasaominuto.com/mundo/659265/servios-da-bosnia-votam-pela-manutencao-de-polemico-dia-nacional   (Artigo originariamente redigido sob o acordo ortográfico de 1990 mas corrigido aqui à luz da ortografia portuguesa.)

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Um caso em que a influência russa serve para fortalecer um nacionalismo europeu. Um caso em que, mais uma vez, se constata que a Democracia é aliada natural do Nacionalismo, porque quando se deixa o Povo fazer escolhas, este escolhe, tendencialmente, a favor da sua própria estirpe.


OBSERVADOR MEXICANO DENUNCIA INTERESSE NORTE-AMERICANO EM LANÇAR ISLAMISTAS CONTRA A RÚSSIA

O professor da Universidade Nacional Autónoma do México (UNAM), Alfredo Jalife-Rahme, expôs à agência Sputnik Mundo a sua visão a respeito da situação política e financeira global, abordando também perspectivas da comunidade internacional depois da recente 71ª Assembleia Geral da ONU.
Segundo ele, "o discurso de despedida do presidente norte-americano, Barack Obama, na Assembleia Geral da ONU não foi bem recebido, porque ele se dedicou a ridicularizar a Rússia na ordem unilateral, enquanto na realidade os factos não correspondem aos eventos". Na opinião do especialista, os EUA foram responsáveis pela mudança do regime na Ucrânia e o derrube do ex-presidente ucraniano Viktor Yanukovich.
"A Ucrânia não é um país qualquer, pertence à mãe Rússia", destacou Jalife-Rahme.
Segundo ele, "a grande parte dos habitantes da Ucrânia, principalmente na região leste, são russófilos e russófonos" que já tinham vindo a demonstrar interesse de se aproximar do seu grande vizinho do Oriente. O especialista revelou que o recente vazamento de dados indica que o especulador financeiro dos EUA, George Soros, é responsável por ter financiado o conflito na Ucrânia.
Jalife-Rahme destaca que a Crimeia é uma "questão essencial para Rússia" por ter saída para os mares Negro e Mediterrâneo.
Todos os acontecimentos passados demonstram que a Rússia não quer permitir a repetição do cenário de 2008 na Geórgia. "Não estão a entender que a Rússia não aceitará as humilhações que a União Soviética sofreu na época de Gorbachev e Yeltsin", disse. Além disso, durante o seu discurso na Assembleia Geral da ONU, Obama apresentou uma versão da situação na Síria e no Iraque que "não corresponde à realidade".
O especialista explica que os EUA, não a Rússia, invadiram o Iraque contribuindo para a criação do jihadismo islâmico.
Segundo ele, os países RIC (Rússia, Índia e China) são os principais alvos dos jihadistas porque a população muçulmana nestes países é significativa. Por exemplo, na Rússia 20% dos residentes são muçulmanos. "Em termos geográficos, a população russa não apresenta mudanças quanto à taxa de natalidade, enquanto a natalidade islâmica está crescendo", salienta. De acordo com ele, "todas estas situações que levaram à criação do grupo terrorista Daesh (proibido na Rússia e em vários outros países), contribuíram para o que está a acontecer agora na Síria, onde se juntam vários factores", como por exemplo, as guerras de oleodutos providos do Iraque, Irão, Qatar e Arábia Saudita e cujo objectivo é a saída para o mar Mediterrâneo através da costa leste da Síria. "A Rússia precisa de se defender nesses territórios, pois o jihadismo ameaça desestabilizar os países RIC", conclui. Ao mesmo tempo, segundo Jalife-Rahme, o discurso de Obama na Assembleia Geral da ONU foi "falso e muito hipócrita". "Os EUA deixam o caos por onde passam de propósito, pois eles controlam esse caos a partir de Wall Street e de Washington", diz o especialista. Ele acredita que "os EUA devem discutir a nova ordem mundial com a Rússia, que possui número até maior de ogivas nucleares, e com a China que se transformou em uma super-potência económica".
No que diz respeito à situação financeira internacional e desafios na área da economia, Jalife-Rahme destacou que o mundo está a viver uma guerra geo-financeira, onde se aplica "modelo dos anos 80 do século 20, anteriores ao colapso da URSS".
Frisa que "naquele período os EUA fizeram cair os preços de petróleo, afectando a situação financeira da URSS". De acordo com o especialista, o mesmo aconteceu em 2014 e 2015 quando o rublo foi golpeado e os preços do petróleo sofreram uma queda. Por sua parte, ressalta Jalife-Rahme, em 2015 a China teve que gastar um bilião de dólares das suas reservas para parar a "guerra especulativa" chefiada pelo economista George Soros, responsável pelo abalo político e económico dos últimos anos. Segundo o especialista, o objectivo final dos EUA foi obter "mão-de-obra muito barata" para tirar proveito das dificuldades económicas enfrentadas por vários países, entre eles, países da América Latina. "Estamos a viver uma guerra financeira terrível", conclui Jalife-Rahme. A entrevista completa de Alfredo Jalife-Rahme ao programa GPS Internacional da Rádio Sputnik está disponível na página da publicação "Alfredo Jalife-Rahme: jihadismo está destinado a desestabilizar a Rússia, Índia e China".
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Fonte: https://br.sputniknews.com/americas/20160926/6409696/jihadismo-eua-impacto.html

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É uma análise detalhada da situação que funciona como uma espécie de pequena actualização do que já Alexandre del Valle dizia há dezassete anos na sua obra «Guerras Contra a Europa» (1999): o interesse ianque em dinamizar forças islamistas contra a esfera de poder russo, o que se observou no Afeganistão, com o total apoio aos talibãs contra o poder aliado dos soviéticos, e, também, na Guerra da Jugoslávia, onde toda a imprensa ocidental, orquestrada por interesses americanos, branqueava os crimes dos muçulmanos bósnios ao mesmo tempo que fazia dos Sérvios (aliados dos Russos) os maus da fita.
No que o autor mexicano Jalife-Rahme mostra forte parcialidade é na quase militante defesa da causa russa na Ucrânia, país onde o poder de Moscovo é há muito odiado, tanto que a Extrema-Direita, contrária ao domínio russo, chegou ao poder pela via democrática...

MAIS DE MIL E DUZENTAS FAMÍLIAS SAFARAM-SE DE FICAR SEM CASA GRAÇAS A NOVA LEI CONCERNENTE À PENHORA DE HABITAÇÕES

Em quatro meses, a nova lei que veio obrigar a administração fiscal a travar a venda de habitações próprias e permanentes de contribuintes com dívidas de impostos, evitou que 1210 famílias ficassem sem casa. A estas pessoas foi ainda dada a possibilidade de irem pagando os impostos em falta à medida das suas disponibilidades financeiras.
A entrada em vigor desta lei, a 23 de Maio, levou o fisco a fazer uma "filtragem" de todos os imóveis penhorados que correspondem a casas que servem de residência efectiva, obrigando-o a suspender a sua venda. É que, à luz das novas regras, a existência de dívidas fiscais não impede a penhora, mas impede que o imóvel possa ser alienado e permite que o fiel depositário seja o proprietário - ou seja, que o devedor ali continue a viver.
"Tendo em atenção a necessidade de dar imediato cumprimento às restrições impostas à venda coerciva de imóveis destinados exclusivamente a habitação própria e permanente do devedor ou do seu agregado familiar, quando efectivamente afectos a esse fim, desde o passado dia 23 de Maio do corrente foram suspensos 1210 procedimentos de venda de prédios urbanos", revelou ao DN/Dinheiro Vivo fonte oficial do Ministério das Finanças.
Este mecanismo legal foi aprovado em Abril, e resulta da junção de projectos apresentados pelos Verdes, PCP, BE e PS, estendendo à administração fiscal uma política que é adoptada pela Segurança Social desde 2012.
O diploma protege as casas quando o seu valor é inferior a 574 mil euros - ou seja, quando não estão sujeitas à máxima do Imposto Municipal sobre Transmissões Onerosas (IMT). Apesar deste limite, isto não significa que quem reside nestas casas de valor mais elevado não beneficie também com este novo enquadramento legal, já que a lei salvaguarda que, mesmo nestas situações, a venda do imóvel "só pode ocorrer um ano após o termo do prazo de pagamento da dívida mais antiga".
Além desta travagem à venda da casa, o diploma veio também alargar o leque de possibilidades para os devedores regularizarem a sua situação fiscal. Desde Maio que existe a possibilidade de ir pagando as dívidas à medida das suas disponibilidades financeiras, sem estarem obrigados a prestar garantias ou a obedecer a um plano prestacional. Ainda assim, há que ter em conta que o valor que se vai abatendo reduz a dívida mas não impede que os juros se vão acumulando.
Toda esta mudança mereceu elogios de juristas, fiscalistas e associações de consumidores, mas também houve reparos ao facto de não ir mais além e de não proteger do despejo as famílias que são penhoradas por dívidas a empresas privadas - nomeadamente prestadores de serviços. Quando a promulgou, Marcelo Rebelo de Sousa alertou para esta situação. "O novo regime aplica-se apenas a entidades públicas por créditos fiscais e não toma em consideração situações paralelas de execução judicial de créditos, nem garante a protecção adequada no caso de a penhora pela administração tributária não ser a primeira realizada."
Quando entrou em vigor, o diploma estipulava de forma expressa que as novas regras de protecção se aplicariam não apenas a casos futuros mas também a "processos de execução fiscal" que então estavam pendentes e que levaram o fisco a filtrar a afectação dos cerca de nove mil imóveis que se encontravam penhorados, mas ainda sem venda marcada.
Desde o início deste ano, o fisco já concretizou a penhora de 3424 bens, incluindo aqui 1848 imóveis, 804 carros e 760 salários, pensões ou contas bancárias. Estes números são apenas uma reduzida percentagem das penhoras que são marcadas e que, só no primeiro trimestre, ultrapassaram o meio milhão.
Neste momento, o fisco tem em venda 1301 bens penhorados, correspondendo a maior fatia (833) a imóveis.
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Fonte: http://www.dn.pt/portugal/interior/nova-lei-ja-salvou-1210-familias-de-despejo-5404592.html

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Cuidado pois com os negócios que se contraiam com empresas privadas... 
Constata-se, por outro lado, mais uma vez, que, mal por mal, antes a geringonça do que a continuidade do PÀF...




PCP, PSD E CDS VOTAM CONTRA A PROIBIÇÃO DE ELEMENTO EVENTUALMENTE PERIGOSO PARA A SAÚDE

Os  grupos parlamentares de PCP, CDS-PP e PSD chumbaram nesta quarta-feira o projecto de lei do BE, que proibia o uso do herbicida glifosato em espaços urbanos, enquanto PS, PEV e PAN votaram favoravelmente ao lado dos bloquistas.
Há pouco mais de um mês, o PCP abstivera-se na votação de uma recomendação ao Governo, proposta pelo Bloco, para defender nas instâncias europeias a interdição do glifosato em todos os espaços (urbanos e rurais).
Entretanto, o PCP apresentou também nesta quarta-feira um projecto de resolução, sugerindo ao Governo medidas para controlar os filo-fármacos e sua aplicação sustentável (nomeadamente através da criação de uma comissão multi-disciplinar para acompanhar esta área), o qual deverá ser votado na sexta-feira.
A iniciativa do BE, previamente negociada com o PS e o Governo, contemplava a interdição do recurso a "quaisquer produtos filo-farmacêuticos contendo glifosato em zonas urbanas, de lazer e vias de comunicação".
No final da votação, o deputado do BE Jorge Costa mostrou-se surpreendido com os resultados e disse aos jornalistas que "a Direita tinha tido uma posição mais avançada no Parlamento Europeu", enquanto o "PCP mudou de sentido", numa referência à votação anterior sobre o mesmo assunto, em que se absteve.
Com estes resultados, continuou Jorge Costa, "fica nas mãos das instituições europeias a decisão" de proibir ou não o uso de glifosato.
Tal como durante todo o debate, o BE insistiu que deve seguir-se o princípio da precaução quando existem dúvidas acerca do risco para a saúde deste pesticida e, por isso, defendeu que a substância deve ser retirada, começando pelos espaços urbanos.
O PCP também justificou aos jornalistas o sentido do seu voto com o deputado João Ramos a defender que, "perante as dúvidas ainda existentes, têm de realizar-se mais estudos", de modo a obter mais informação científica para apoiar uma decisão política.
No decorrer do debate na sessão plenária do parlamento, que contou com a presença do ministro da Agricultura, Capoulas Santos, apresentaram-se várias posições, por um lado defendendo a necessidade de proteger a saúde pública com a proibição do glifosato, e, por outro, o PSD e o CDS-PP a chamarem à atenção para as dúvidas decorrentes dos estudos contraditórios, do custo para as autarquias desta proibição e da distinção de tratamento entre população urbana e espaços agrícolas.
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Fonte: http://expresso.sapo.pt/politica/2016-05-18-PCP-junta-se-a-direita-e-chumba-proibicao-de-pesticida-em-meio-urbano

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O PCP agora a votar ao lado da «Direita» parlamentar em defesa dos interesses do grande patronato contra as mais elementares cautelas que se exigem num país civilizado. Até nisso o partido estalinista é atrasado...

COORDENADOR DA UE CONTRA O TERRORISMO ALERTA PARA EVENTUALIDADE DE ATENTADO MUÇULMANO COM ARMAS QUÍMICAS

O coordenador da União Europeia para a luta contra o terrorismo, Gilles De Kerchove, fez um alerta nesta segunda-feira (26) sobre a ameaça potencial do uso de armas químicas na Europa por terroristas do grupo Daesh (proibido na Rússia e alguns outros países).
"Nós tememos que o Daesh (Estado Islâmico) possa de passo em passo mudar a sua forma de acção, fazendo uso de carros-bomba. Também existe a preocupação em relação ao uso de armas químicas", disse ele, ao discursar no Parlamento Europeu, em Bruxelas. 
Segundo de Kerchove, os terroristas agora não executam ataques contra "alvos simbólicos", e seleccionam "alvos fáceis". Por exemplo, contra pessoas em supermercados, estádios e estações ferroviárias.   
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Fonte: https://br.sputniknews.com/mundo/20160926/6408808/eu-alerta-armas-quimicas-europa.html

CONSELHO NACIONAL DA SÍRIA DIZ QUE TEM GRAVAÇÕES DE NEGOCIAÇÕES ENTRE MILITARES DOS EUA E TERRORISTAS DO CALIFADO

A presidente do Conselho Nacional da Síria, Khadia Abbas, anunciou durante a sua visita a Teerão que a inteligência síria está na posse de uma gravação das negociações entre militantes do grupo terrorista Daesh e militares dos EUA antes do ataque da coligação internacional contra as posições do exército sírio em Deir ez-Zor.
As informações são do canal televisivo Al-Mayadin.
A chefe do parlamento acrescentou que, logo após os ataques aéreos contra as forças do governo sírio, os militares norte-americanos enviaram terroristas para atacarem as posições do exército sírio.
É de recordar que, em 17 de Setembro, aviões da coligação ocidental efectuaram ataques contra as unidades do exército sírio. As forças do governo sírio tiveram que abandonar as posições perto da cidade de Deir ez-Zor. O ataque deixou mais de 62 militares mortos, além de 100 pessoas feridas. Mais tarde o Pentágono anunciou que os ataques aéreos foram realizados por engano.
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Fonte: https://br.sputniknews.com/oriente_medio_africa/20160926/6406354/siria-gravacao-conversa-daesh.html

domingo, setembro 25, 2016

CELEBRAÇÃO RELIGIOSA NACIONAL HELÉNICA DO EQUINÓCIO DE OUTONO


Ritual de celebração do Equinócio de Outono de «2016» num altar de Zeus, algures na Hélade, berço da civilização ocidental
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Fonte: https://www.facebook.com/ysee.cy/photos/?tab=album&album_id=1251494844915695

NA SUÉCIA - POLÍCIA RECONHECE QUE NÃO CONTROLA MAIS DE MEIA CENTENA DE ZONAS

Hoje houve um tiroteio na Suécia. Foi noticiado, vá lá... mas não se disse ainda quem eram os responsáveis. Se calhar era algum maluquinho e pronto, já 'tá... falta dizer o que há poucos dias se noticiou - não nos mé(r)dia dominantes, claro... - que neste mesmo país a polícia admitiu recentemente não ter controlo sobre cinquenta e cinco - 55, LV em numerais romanos - zonas. A coisa está a tal ponto que até já houve imigrantes da Somália a retornarem ao seu país de origem; um deles comentou que aquilo ali está «uma zona de guerra», como aqui se lê: http://www.breitbart.com/london/2016/09/24/swedish-police-admit-loss-control-55-no-go-areas/
Aí lê-se também algo que está mais detalhado nesta página: http://www.breitbart.com/london/2016/09/23/world-bank-chief-sweden-create-lawless-migrant-zone/
Um economista-chefe do Banco Mundial, Paul Romer, alvitrou que a Suécia devia era como que oferecer uma parte «do tamanho de Hong Kong» do seu território a milhões de imigrantes, que aí teriam as suas próprias leis; teriam cidadania sueca, mas aí a polícia sueca não entraria, nem se aplicariam aí as desagradáveis e incómodas leis laborais de salário mínimo e limite horário da jornada de trabalho - os «luxos» da sociedade civilizada... - e assim iam criar ali imensa riqueza, diz ele...
Já tinha sugerido o mesmo para os EUA.
Hong Kong é um caso de sucesso, argumenta. Esquece talvez que os chineses não são iguais aos imigrantes oriundos do mundo árabe e africano... na Alemanha, por exemplo, o entusiasmo da patronagem esmoreceu, diz-se no segundo artigo acima citado, porque afinal quase metade deles não era «empregável»... 

Tudo porque os paulromers e outros representantes da elite reinante se borrifam completamente para a sacralidade das fronteiras europeias e julgam ter o direito de mexer com as populações mundiais como quem molda plasticina. Só parecem ter medo, tais «mestres», de uma coisa - da ascensão política nacionalista, que lhes estraga o arranjinho, subordinando a Economia à Política e assim pondo os pontos nos is de modo a garantir a salvaguarda indiscutível das identidades nacionais.


ARRASTÃO TURCO EM CIDADE HOLANDESA

Na cidade holandesa de Zaandam, toneladas de jovens turcos irromperam pelas ruas, agredindo transeuntes à vontade e atrevendo-se até a tentar intimidar as autoridades. Filmaram tudo e puseram nas redes sociais, como se disso se orgulhassem - como se reivindicassem um poder territorial, à maneira da mais típica gangue. Pode ler-se mais sobre o caso aqui: http://www.express.co.uk/news/world/713594/Turkish-migrant-gang-ATTACKS-locals-Dutch-city
Doze turcos foram mais tarde caçados pela polícia. E expulsos do país, serão? Duvido...

É mais uma notícia que os grandessíssimos mé(r)dia dominantes não noticiaram, pelo menos cá pelo burgo...

JANTAR DE «REENTRADA» DO PNR

Casa cheia no jantar de reentrada política do PNR no dia 24 de Setembro de 2016. Reentrada é uma forma de expressão, pois o PNR nunca pára ao longo de todo o ano e os resultados aparecem, com cada vez mais portugueses a considerarem que o Nacionalismo é a única solução viável para salvar o que resta de Portugal.
Mais de 100 pessoas encheram por completo o restaurante onde nos temos reunido, ficando a promessa que para o ano será num local com mais capacidade para que possamos acolher todos os que nos quiserem conhecer.
Os dirigentes locais do Distrito de Santarém, Carlos Teles e Augusto Martins, foram agraciados com diplomas de mérito pelas suas provas dadas ao serviço do PNR no Distrito de Santarém.
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Fonte: https://www.facebook.com/permalink.php?story_fbid=1281470671877730&id=944699612221506

SÍRIA ACUSA ISLAMISTAS DE PREPARAREM ATENTADO COM ARMAS QUÍMICAS CONTRA CIVIS PARA CULPAREM O GOVERNO

Militantes do grupo Ahrar al-Sham planeiam realizar um ataque químico na Síria contra civis e culpar o governo sírio. É o que afirma neste domingo (25) o representante permanente da Síria na ONU, Bashar Jaafari, durante reunião do Conselho de Segurança.
"Recebi informações muito preocupantes de que os terroristas do Ahrar al-Sham estão a planear atacar civis usando produtos químicos tóxicos como o fósforo amarelo e culpar o governo sírio pelo seu uso", disse o representante permanente da Síria ao comentar a situação em Aleppo. 
De acordo com o diplomata, os terroristas "estarão vestidos com o uniforme das forças do governo, em seguida irão divulgar fotos e vídeos para acusar o exército". A situação da cidade síria de Aleppo é discutida neste domingo em reunião de emergência do Conselho de Segurança da ONU, convocada por iniciativa dos EUA, Grã-Bretanha e França. O Exército da Síria está a combater o grupo terrorista Frente al-Nusra e a chamada 'oposição armada'.  
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Fonte: https://br.sputniknews.com/mundo/20160925/6403957/rebeldes-armas-quimicas-culpar-governo.html

RÚSSIA NÃO ACEITA MAIS MEDIDAS UNILATERAIS SOBRE A SÍRIA

O representante permanente da Rússia na ONU, Vitaly Churkin, afirmou neste domingo (25) que a Rússia não mais irá concordar com passos unilaterais no conflito da Síria.
Ao discursar reunião do Conselho de Segurança da ONU sobre a Síria, o diplomata russo falou sobre a pré-condição de interromper unilateralmente os voos de sua força aérea como parte do acordo de cessar-fogo no país.  "Primeiro disseram: por três dias. Nós concordámos. Depois disseram: 'Não, o presidente dos EUA decidiu que são precisos sete dias'", disse Churkin.  "Tais truques tácticos não pode continuar indefinidamente, Não concordaremos mais com medidas unilaterais", frisou. Disse ainda que é uma tarefa quase impossível o retorno da Síria à paz, pois centenas de grupos armados estão a actuar no país, bombardeando o seu território.  
Na segunda-feira (19) expirou o cessar-fogo que havia sido acordado entre Rússia e EUA em 9 de Setembro para entrar em vigor em 12 de Setembro.
A Rússia tem afirmado repetidamente que selecciona cuidadosamente os alvos para ataques aéreos na Síria, e em relação às acusações de que a Rússia supostamente ataca alvos civis na Síria, nunca foram encontradas quaisquer evidências. O Conselho de Segurança marcou uma reunião urgente para discutir a situação em Aleppo neste domingo (25), por iniciativa dos EUA, França e Grã-Bretanha. 
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Fonte: https://br.sputniknews.com/mundo/20160925/6404098/russia-nao-concordara-com-medidas-unilaterais-siria.html

sábado, setembro 24, 2016

PRESIDENTE QUENIANO DOS EUA VETA LEI QUE PERMITIRIA AOS FAMILIARES DAS VÍTIMSAS DO 11 DE SETEMBRO PROCESSAREM ARÁBIA SAUDITA

O presidente norte-americano Barack Obama vetou nesta sexta-feira (23) o projecto de lei que permitiria que as famílias das vítimas dos ataques de 11 de Setembro processassem a Arábia Saudita, alegando que a lei feriria os interesses de segurança nacional dos EUA.
Em comunicado, Obama afirmou que o projecto de lei poderia levar a acções judiciais contra funcionários norte-americanos por parte de grupos estrangeiros que recebem ajuda, equipamento ou treinamento militar dos EUA, e que a legislação proposta prejudicaria os esforços de coordenação internacional com aliados estrangeiros na luta contra o terrorismo, bem como em outras questões.
Em Julho, páginas secretas de um inquérito do Congresso norte-americano revelaram que vários documentos do FBI e pelo menos um memorando da CIA indicam o envolvimento do governo saudita com os terroristas que sequestraram os aviões nos atentados de 11 de Setembro de 2001. 
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Fonte: https://br.sputniknews.com/americas/20160923/6395443/obama-veta-lei-11-setembro-processar-arabia-saudita.html

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O meio-queniano filho de pai muçulmano - o qual alegadamente se tornou ateu... - continua portanto a proteger os seus amigos sauditas... confirmando, de resto, a relativa islamofilia que tem caracterizado a política norte-americana desde há décadas.

sexta-feira, setembro 23, 2016

OCIDENTE CONTRA ORIENTE - (DESDE) HÁ DOIS MILÉNIOS E MEIO

«A Batalha de Salamis», pintura romântica de Wilhelm von Kaulbach, 1868

A 22 de Setembro de 480 antes da era comum ou cristã, os Gregos alcançaram uma vitória definitiva contra os Persas na batalha naval de Salamina. Este evento marcou o fim da empresa persa de conquista do Ocidente. Seguiu-se uma idade de ouro na Grécia, onde floresceu a cultura que conhecemos como sendo a clássica.
Os Gregos, em grande desvantagem numérica, ousaram enfrentar o maior império da zona e triunfaram. A insubmissão aos ditames aparentemente invencíveis da natureza material parece ser, desde essa época, uma característica típica do Ocidente, como diz Louis Rougier em «O Conflito do Cristianismo Primitivo Com a Civilização Clássica».
Comemora-se pois uma vitória do Ocidente sobre o Oriente - do Ocidente amante da liberdade sobre o Oriente despótico.

Dizia Aristóteles que a Humanidade se dividia em três grandes grupos:
- no centro do mundo, os Gregos, homens livres e racionais;
- em cima e em baixo, a leste e a oeste, estavam os bárbaros.

Mas os bárbaros não eram todos iguais:
- aqueles que viviam a norte dos Gregos (os povos indo-europeus bárbaros, tais como os Trácios, os Celtas, etc.) eram livres e valorosos mas não pensavam racionalmente nem se organizavam politicamente;
- aqueles que se encontravam a sul e a oriente dos Gregos - ou seja, os Egípcios e os Asiáticos - eram tão capazes de criar cultura como os Gregos, mas não sentiam aspiração à liberdade, não tinham iniciativa, eram fracos, gregários e, por isso, viviam subjugados.

Isto é, aquilo que já há mais de dois milénios existia em comum entre os Gregos antigos e os outros povos da Europa, era precisamente a valorização da Liberdade.

Os Romanos divinizaram-Na com o nome de Libertas, personificada em figura feminina vestida de branco, acompanhada de um gato, animal que não se submete, e tendo numa das mãos um ceptro quebrado e na outra e uma lança encimada por um barrete frígio. Prestaram-Lhe especial culto e consideraram-Na associada ao próprio Júpiter, Deus Máximo, O qual A gerou com Juno (que, por acaso, são Ambos adorados a 23 de Setembro, mas não confirmo esta informação, que não encontro no calendário romano que actualmente consulto).

César, na sua «De Bello Gallico», ou «A Guerra das Gálias», reconhecia aos seus inimigos Celtas e Germanos um valor respeitável devido ao amor que tanto uns como outros nutriam pela liberdade. E, em coisas de História, a fonte escrita diz por vezes tanto ou mais a respeito de quem a escreve do que a respeito do objecto sobre a qual é escrita. Ora, tal consideração da parte de César revela que este tinha em alta estima o ideal da Liberdade.
Tácito, por seu turno, na obra «A Germânia», compara os livres e bravos Germanos com os civilizados e subservientes Persas... Voltando a César, parece ter sido ele quem afirmou que os Lusitanos eram um povo que não se governava nem deixava que o governassem.
Séculos e séculos depois, seriam os descendentes de Gregos, Romanos, Celtas e Germanos quem levaria ao resto do mundo o respeito pela sagrada Libertas, sem a qual não há Dignitas, acrescento eu, da minha lavra...

Quanto aos Persas, é verdade que eram, tal como os Helenos, de origem árica, mas também é verdade que, no momento em que chegaram à Hélade, levavam consigo uma pesada carga orientalista. Sabido é que quem conta a História impõe a sua versão dos factos e a História que conhecemos dessa época é-nos relatada pelos Gregos, inimigos mortais dos Persas. É pois necessário tomar o relato helénico cum grano salis. Independentemente disso, o que fica evidente, pelo modo como os Gregos gabam a diferença entre a sua liberdade e o alegado despotismo da sociedade persa, é o apreço grego, digamos, ocidental, pela Liberdade, uma das heranças ideológicas centrais do Europeu contemporâneo.

O Oriente, por vocação ou necessidade, não deixou ainda de exportar imperialismo. O Islão, que, no mesmíssimo espírito que Aristóteles atribuía aos Orientais, significa precisamente «submissão a Alá», cresce a olhos vistos em solo europeu, não porque os descendentes de Helenos, Latinos e Nórdicos sejam hoje menos apreciadores da Liberdade do que eram os seus ancestrais - são-no é cada vez mais - mas sim porque entretanto quem controla politicamente a Europa permite, por diversos motivos estranhos à salvaguarda identitária, a proliferação demográfica nas terras do Ocidente de asiáticos seguidores de Mafoma. Invocar o primado da Liberdade é pois um dos vectores chave para que se dirija uma resistência europeia interna eficiente e uma salvaguarda do rosto europeu.

BATALHA DE SAULE - PRIMEIRA GRANDE VITÓRIA PAGÃ CONTRA A CRUZADA CRISTÃ NO BÁLTICO

Memorial da Batalha de Saule, na Lituânia.
Fonte: http://www.lrt.lt/naujienos/lietuvoje/2/5162#wowzaplaystart=1241000&wowzaplayduration=115000

A Batalha de Saule[1] decorreu o 22 de Setembro de 1236[1][2][3] entre os Irmãos Livónios da Espada[1][4] e os samogícios pagãos. Sendo derrotados os cruzados,[4] os sobreviventes da Ordem aceitaram começar a fazer parte da Ordem Teutónica em 1237.[2][4][5] As forças livónias foram destroçadas, incluindo o mestre livónio, Volquin.[6] Esta foi a primeira grande derrota sofrida pelas ordens nas terras bálticas.[5] A batalha encorajou as revoltas entre os curónios, semigalianos, selónios e oésios, tribos que tinham sido anteriormente conquistadas pelos Irmãos Livónios da Espada. Nesta contenda os cruzados perderam por volta de trinta anos de conquistas na margem esquerda do Daugava.[7] Para comemorar a batalha, osparlamentos lituano e letónio declararam em 2000 o 22 de setembro como o Dia da Unidade Báltica.[2
Os Irmãos da Espada foram estabelecidos em 1202 em Riga para conquistar e converter as tribos bálticas ao cristianismo. Por volta da década de 1230 baixo a liderança do mestre Volquin, a Ordem estava a lidar com dificuldades financeiras, decrescimento do seu poder e má reputação.[8] A Ordem estava em conflito com o papado do Papa Gregório IX e com o Sacro Império, dois dos seus maiores apoiantes.[9] O 19 de fevereiro de 1236, o Papa Gregório IX emitiu uma bula papal declarando a cruzada contra a Lituânia. Volquin tinha como alvo a Samogícia, planeando conquista a costa do mar Báltico e ligar-se com oscavaleiros teutónicos na Prússia. Os Irmãos da Espada queriam continuar a expandir-se pelo rio Daugavamas tinham certa relutância em marchar contra a Samogícia.[10] No outono de 1236 uma seção de cruzados chegaram do Holsácia. Volquin reuniu uma grande força guerreira, a qual incluiu tropas da República de Pskov,[8] livónias, latgalianas e estónias.[10]
(...)
A localização exata do lugar onde decorreu a batalha é desconhecida. A Chronicum Livoniæ de Hermann de Wartbergemencionou que a batalha teve lugar em terram Sauleorum. Tradicionalmente, este foi identificado com Šiauliai (alemão:Schaulen, letão: Šauļi) na Lituânia ou na pequena cidade de Vecsaule perto de Bauska no que é atualmente a Letónia.[11]Em 1965 o historiador alemão Friedrich Benninghoven propôs a vila de Jauniūnai no distrito de Joniškis, na Lituânia como o local da batalha. A teoria arrecadou algum apoio académico e em 2010 o governo lituano patrocinou a construção de um memorial em Jauniūnai.[12] A vila de Pamūšis situada a uns dez quilómetros a este de Jauniūnai no rio Mūša, também diz ser o palco bélico.[13] Saule/Saulė significam "o Sol" em letão e em lituano respetivamente.
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Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Batalha_de_Saule#cite_note-12

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Por curiosidade, aqui fica uma «malha» de metal folclórico dedicada por uma banda letã - Skyforger - a esta efeméride...


https://www.youtube.com/watch?v=9hEJYtWVhug


SETEMBRO DE 1260 - GRANDE REVOLTA PAGÃ PRUSSIANA CONTRA A CRISTANDADE


Vinte de Setembro de 1260 - memória de uma resistência autenticamente europeia contra um imperialismo de raiz alógena - o Grande Levantamento Prussiano contra a Ordem dos Cavaleiros Teutónicos. Inicialmente bem sucedida, esta revolta viria mais tarde a falhar, o que teve como consequência a cristianização intencionalmente genocida do território, como aqui se leu: http://gladio.blogspot.pt/2008/03/o-genocdio-cristo-da-prssia.html, recorde-se:
Por ordem do papado, a Prússia foi dividida em quatro bispados e ocupada por colonos alemães e polacos. No dealbar do século XVI, a sua língua e identidade estavam extintas, restando apenas alguns manuscritos no idioma indígena, documentos nos quais os missionários tentavam converter os pagãos. Ou seja, se não fossem os monges cristãos, não se sabia nada da antiga língua prussiana... mais uma magnífica contribuição cristã para a cultura europeia, sem dúvida...

O carácter intencional do genocídio é evidente quando se recorda o que foi dito, perto daí, por Bernardo de Claraval a respeito dos pagãos do Báltico: «ou se convertem ao Cristianismo ou serão exterminados», o que entretanto já tinha sido afirmado por Carlos Magno, uns séculos antes, a respeito dos Saxões ainda pagãos.

É, todavia, possível, que o fundamento dos Baltas prussianos - os verdadeiros prussianos - tenham afinal resistido à limpeza étnica empreendida pela Cristandade, segundo aqui foi referido: http://gladio.blogspot.pt/2010/06/terao-os-prussianos-resistido-afinal.html

PERIGO PARA A SEGURANÇA NACIONAL E INTERNACIONAL - DOCUMENTOS CONFIDENCIAIS DO ESTADO PORTUGUÊS ENCONTRADOS EM ÁFRICA

Dezenas de documentos confidenciais, entre eles relatórios do Serviço de Informações de Segurança (SIS), da GNR e da PSP, apareceram num país da África Ocidental e estariam nas mãos de um cidadão de leste. A fuga de informação e os documentos em mãos erradas poderão pôr em causa a segurança nacional e, consequentemente, a segurança internacional.
Ao que o Observador apurou, os documentos estariam na posse de um cidadão que aparentava ser de leste. E a descoberta aconteceu de forma acidental. O homem em causa recorreu a uma empresa em busca de um serviço. O funcionário da empresa terá então requisitado ao homem uma série de documentos, que lhe foram passados. E no meio deles, “apareceram” uma série de documentos aparentemente confidenciais. O homem que os tinha na sua posse – e que os terá entregue por engano – não mais voltou. Desconhece-se por completo a sua identidade.
O Serviço de Informações Estratégicas de Defesa (SIED), dirigido por José Casimiro Morgado, terá sido imediatamente contactado. Elementos do SIED ter-se-ão deslocado de Lisboa a África para apreender os documentos e tentar perceber se tinham sido, de alguma forma, replicados.
Todos os documentos dos serviços de informações são classificados por natureza e sujeitos ao regime do segredo de Estado. Se documentos destes aparecem nas mãos de terceiros, há uma quebra de segurança”, afirma ao Observador Rui Pereira, antigo diretor do SIS, que também já teve nas mãos a pasta da Administração Interna. Rui Pereira adverte, no entanto, que esta fuga não tem que ser imputada ao serviço de informações.
O Observador apurou que entre as dezenas de documentos haverá um relatório do SIS com a estratégia do grupo Hell’s Angels (um grupo de motociclistas que nasceu nos EUA e que as autoridades associam a um movimento de grande violência, com ligações criminosas) em Portugal. O documento, concluído em Dezembro de 2011, descreve as relações dos Hell’s Angels com grupos motards em Portugal e traça as ligações de alguns dos seus elementos a alegados crimes de tráfico de droga, armas, extorsão e lenocínio, com fotografias de alguns dos seus elementos. Haverá ainda um relatório, feito seis meses depois, que actualiza essa informação e alegadamente dispõe de uma série de nomes e moradas de cada um dos elementos referenciados no grupo.
Da Direcção de Informações da GNR haverá uma informação acerca de uma série de furtos a hotéis no Algarve, com referência e fotografias de cidadãos suspeitos. A informação terá sido pedida à PSP via Unidade de Coordenação Anti-terrorismo (UCAT), que congrega elementos da própria GNR, das ‘secretas’, PJ, PSP, SEF e Polícia Marítima em 2009. Também com origem nas informações da GNR, há ainda um relatório sobre supostos assaltos a carrinhas de tabaco a nível nacional. Um crime que no ano de 2010 deixou as autoridades preocupadas.
Também com informação que se percebe ser reservada, haverá entre os documentos que apareceram em África um do Sistema de Informações do Exército que terá sido usado durante um exercício militar de Intelligence. Além das posições dos militares durante o exercício e do objectivo do mesmo, constará até informação pormenorizada como números de telefone e nomes dos militares responsáveis pela formação. Alguns documentos parecem ter sido digitalizados a partir dos documentos originais, outros parecem cópias digitais dos originais.
Na mesma pasta de documentos haverá ainda manuais de segurança a instalações internacionais e um manual de Intelligence da NATO na sua versão inglesa, que também se encontram disponíveis em fontes abertas através da internet. E, ainda, um organograma sobre uma alegada rede de narcotráfico que opera a nível internacional com todas as suas ligações. Este esquema estará escrito em Português.
Segundo Rui Pereira, estes documentos “não funcionam em circuito fechado”. “Estes documentos têm destinatários, têm de ser comunicados às autoridades competentes que investigam esses crimes. São informações ao serviço do Estado Português”, explica o ex-governante e ex-director do SIS.
O Observador apurou que o documento alegadamente produzido pelo SIS, por exemplo, apesar de confidencial, foi distribuído aos chefes de gabinete do primeiro-ministro, do secretário-geral do Sistema de Informações da República Portuguesa e do Sistema de Segurança Interna e também ao chefe de gabinete do Ministério da Justiça de então. Foi ainda enviada uma cópia aos responsáveis pelo SIS, pela PJ, pela GNR e pela PSP, assim como ao chefe da Casa Civil do Presidente da República.
A quebra de segurança pode ter-se verificado num dos destinatários dos documentos, que poderão tê-los encaminhado para um destinatário que não era admissível. Pode, também, eventualmente, haver uma manobra de espionagem de outro país. Os serviços de informações de outros países podem ter obtido essa informação”, explica Rui Pereira. Desta forma, a fuga pode até ser atribuída a outro país. “Só um inquérito o poderá determinar”, resume o antigo director do SIS.
Rui Pereira lembra que saiu do SIS há 16 anos e que desconhece as práticas actuais. Mas reconhece que estes documentos não serão, à partida, enviados via e-mail normal de uma entidade para outra, e também não deverão ser colocados em pens. O ex-ministro deixa ainda bem claro que não concorda com chamar “Serviços Secretos” aos Serviços de Informações. “Nos países democráticos há Serviços de Informações, nas ditaduras há polícias políticas”, esclarece.
Quem era o estrangeiro que tinha documentos secretos portugueses?
O SIED ainda terá tentado localizar o cidadão de leste que teria na sua posse as informações confidenciais, mas o homem nunca mais foi visto naquele país africano. A ideia era perceber como lhe chegaram estes documentos. O Observador apurou que o homem em causa poderá estar relacionado com uma rede criminosa desmantelada uma semana antes destes acontecimentos.
Na altura, o El Pais noticiou que um multimilionário e ex-militar polaco tinha sido detido em Ibiza, Espanha, por suspeita de tráfico de armas. O homem despertou a atenção das autoridades locais por ter um passaporte diplomático guineense que se revelou falso. Mais. Estava sempre rodeado por seguranças e possuía uma enorme frota automóvel.
Segundo a Polícia Nacional espanhola, as ligações internacionais do suspeito eram de tal forma em grande escala que este chegou a usar um avião presidencial da Gâmbia para ir até ao país em negócios, a partir da Polónia. Segundo a investigação, que se prolongou por quatro anos e culminou noutras nove detenções, o suspeito chegou a vender material de guerra para o Sudão do Sul.
O homem de leste que teria na sua posse várias informações confidenciais portuguesas teria ligações a este grupo criminoso. Resta saber quem lhe passou para as mãos dezenas de documentos confidenciais.
Governo não comenta
O Observador contactou três vezes o SIED para obter esclarecimentos sobre o caso e perceber se durante o último mês foi descoberta a fuga da informação confidencial, mas continua sem obter qualquer resposta.
Também do gabinete do primeiro-ministro, a quem o SIED responde hierarquicamente, não foi dada qualquer resposta. O Observador perguntou se António Costa tinha sido informado deste caso e se corria alguma investigação para apurar de onde partira a quebra de segurança. Mas não obteve qualquer resposta.
A Procuradoria Geral da República também ainda não respondeu se corre algum inquérito no Ministério Público.
Espião foi apanhado a vender informações
Dois meses antes de estes documentos aparecerem num país da África Ocidental, um outro acontecimento tinha chegado aos jornais, envolvendo as secretas portuguesas. Um funcionário do SIS foi detido pela PJ, numa investigação coordenada pelo Departamento Central de Investigação e Acção Penal. O espião Frederico Carvalhão Gil foi detido, a 21 de Maio, na esplanada de um café no centro de Roma, em Itália, quando alegadamente passava informações a Sergey Nicolaevich Pozdnyakov, um agente russo da SVR, sucessora do KGB. O agente russo foi entretanto libertado, mas Carvalhão Gil continua preso em casa.
O agente do SIS andava a ser investigado desde Novembro de 2015, depois de ter sido fotografado por serviços secretos num encontro com o espião russo, mas foi mantido em funções como analista de informação para não suspeitar da investigação.
Carvalhão Gil encontra-se em prisão domiciliária. Quando foi presente a tribunal o seu advogado, José Preto, disse que os 10 mil euros que o seu constituinte recebeu foram de “natureza comercial.”

Chama-se “secretas” ao Serviço de Informações da República Portuguesa (SIRP), no qual se integram o Serviço de Informações Estratégicas de Defesa (SIED) e o Serviço de Informações de Segurança (SIS). Ao SIRP cabe assegurar a produção de informações necessárias à salvaguarda da independência nacional e à garantia da segurança interna, respeitando sempre a Constituição. O SIED produz informações que contribuam para a salvaguarda da independência nacional, dos interesses nacionais e da segurança externa do Estado português. Destas informações são feitos os estudos e documentos que forem determinados por ordens superiores. Algumas destas informações são comunicadas às autoridades responsáveis pela investigação criminal. O SIS produz informações que contribuem para a salvaguarda da segurança interna, a prevenção da sabotagem, do terrorismo, da espionagem e a prática de atos que possam alterar ou destruir o Estado de direito, como refere a lei 50/2014 que estabelece a orgânica destes três organismos.

O aparecimento de documentos secretos num país africano e a detenção de um espião do SIS suspeito de vender informações confidenciais no estrangeiro não são os primeiros casos relacionados com as “secretas” portuguesas a serem motivo de notícia. Já em novembro será conhecida a sentença no processo que envolve o ex-diretor do SIED, Silva Carvalho, acusado de violação do segredo de Estado, corrupção ativa e passiva para ato ilícito e acesso ilegítimo a dados pessoais. O caso das “secretas”, como ficou conhecido, aconteceu entre 2010 e 2011 e envolve quatro outros arguidos (dois funcionários do SIED, uma funcionária da Optimus e um responsável da Ongoing). O caso começou com uma notícia no jornal Público, que acabou com os registos telefónicos do jornalista que assinou a peça a serem passados a pente fino pelas “secretas”.

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Fonte: http://observador.pt/2016/09/21/documentos-confidenciais-das-secretas-portuguesas-aparecem-em-africa/   (Artigo originariamente redigido sob o acordo ortográfico de 1990 mas corrigido aqui à luz da ortografia portuguesa.)

CANDIDATO AMERICANO AO POSTO DE CHEFE DO COMANDO ESTRATÉGICO MILITAR DOS EUA CONSIDERA A RÚSSIA COMO O MAIOR INIMIGO

O general americano John E. Hyten, candidato ao posto de Chefe do Comando Estratégico das Forças Armadas dos EUA, voltou a afirmar que a Rússia e a China representam hoje as maiores ameaças ao seu país, enquanto que a Coreia do Norte e o Irão são as ameaças mais prováveis.
"Do meu ponto de vista, a Rússia representa a maior e a mais séria ameaça, seguida pela China. Mas a ameaça mais provável, que mais preocupa, parte da Coreia do Norte, bem como do Irão" – disse Hyten ao discursar perante o comité das forças armadas do Senado americano. Nas suas palavras, Rússia e China estão aumentando o seu potencial voltado contra os activos americanos no espaço, que desempenham um papel fundamental para garantir a vantagem militar ostentado hoje pelos EUA.
"Não devemos estar prontos apenas para reagir, mas devemos criar um sistema mais estável da defesa nacional na área espacial" – explicou o general.
Caso a candidatura de Hyten, que actualmente ocupa o cargo de Chefe do Comando Espacial dos EUA, seja aprovada pelo Senado, ele se tornará o Chefe do Comando Estratégico das Forças Armadas dos EUA, responsável pelas forças nucleares e espaciais do país, bem como pelo combate às armas de destruição em massa.
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Fonte: https://br.sputniknews.com/russia/20160923/6395182/russia-maior-seria-ameaca-eua-general-americano.html

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Mais um testemunho da mentalidade reinante ao mais alto nível na classe mandante dos EUA - é significativo que o indivíduo nem refira a ameaça islamista.

OBSERVADORES DENUNCIAM: ZONA DE EXCLUSÃO AÉREA NA SÍRIA SÓ BENEFICIA OS TERRORISTAS ISLÂMICOS

O presidente iraniano Hassan Rouhani declarou que a zona de exclusão aérea na Síria servirá somente aos interesses dos terroristas financiados do estrangeiro.
"A zona de exclusão aérea será benéfica para os terroristas que possuem tudo menos veículos aéreos", citou a agência Al-Masdar News Rouhani que discursou na sessão da 71ª Assembleia Geral da ONU em Nova York na quinta-feira (22). "Têm bombas de morteiro, tanques, mísseis e veículos blindados de transporte. Possuem canhões e baterias de artilharia, mas nada de aviões militares. A criação de zona de exclusão aérea não é o passo correcto. É uma proposta imprudente", acrescentou o presidente iraniano. A visão foi ecoada por Alastair Crooke, o antigo diplomata britânico e agente do serviço de inteligência britânico MI6. "Faz pouco sentido. Este senão quer alterar o balanço a favor das forças jihadistas no terreno, parcialmente pode ser a razão disso", afirmou em entrevista ao canal RT.
Crooke explicou que a zona de exclusão aérea é um passo muito parcial porque os EUA não são capazes de controlar jihadistas na Síria. Afirmou que estes foram recentemente rearmados e restaurados e a zona de exclusão aérea significa somente a luta mais intensificada no terreno. "É uma guerra geopolítica. Não é uma guerra que toca na Síria ou se esteja a realizar dentro de Síria. Isto tornou-se num conflito geopolítico entre as partes contrapostas", disse. Há que lembrar que John Kerry introduziu uma proposta de proibir voos de aviação síria no céu do país durante o seu discurso na sessão da Assembleia Geral da ONU. Também a proposta de zona de exclusão aérea é discutida no âmbito do Grupo Internacional de Apoio à Síria.
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Fonte: https://br.sputniknews.com/oriente_medio_africa/20160923/6392910/zona-exclusao-aerea-terroristas.html

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Mais um exemplo daquilo que se diz no tópico anterior - de uma maneira ou doutra, os ianques acabam sempre por fazer merda a favor dos islamistas. O acima citado Crooke acaba por confirmar, sem o dizer expressamente, aquilo que já Alexandre del Valle escrevia há dezasseis ou dezassete anos («Guerras Contra a Europa», 1999): os EUA apoiam frequentemente as forças muçulmanas como instrumento de guerra geopolítica contra a Rússia. E,  com isto, todos, exceptuando o Islão, ficam a perder, pelo menos até onde se tem visto.

RÚSSIA CRITICA INCAPACIDADE NORTE-AMERICANA EM DISTINGUIR ENTRE TERRORISTAS E OPOSIÇÃO MODERADA NA SÍRIA

Os EUA não têm capacidade para cumprir a sua promessa de separar a oposição dos terroristas na Síria, declarou o vice-chanceler russo Sergei Ryabkov.
O diplomata informou os média de que "a administração dos EUA é incapaz de cumprir o que é necessário para implementar o acordo, ou seja, garantir a separação da 'oposição moderada' dos terroristas."
Segundo ele, os EUA devem convencer a oposição armada a renunciar à violência para que a solução da crise síria seja possível.
Ao mesmo tempo o diplomata russo ressaltou que a ideia do secretário de Estado dos EUA John Kerry de proibir os voos da Força Aérea da Síria não funciona. "Não tenho a certeza se as ideias de Kerry são viáveis, a nossa delegação e o ministro (das Relações Exteriores russo Sergei Lavrov) irão hoje continuar a debater pessoalmente a questão, incluindo a realização de uma nova reunião do Grupo Internacional de Apoio à Síria", comunicou Ryabkov.
Segundo ele, os EUA "alegadamente têm provas do envolvimento de aviões russos no ataque contra o comboio humanitário".
De acordo com ele, os EUA sugerem que na Síria também sejam proibidos os voos da Força Aeroespacial da Rússia. "Sem investigar de maneira apropriada as circunstâncias deste incidente, sem analisar e tomar em conta os dados providenciados pelo Ministério da Defesa da Rússia (…), a administração norte-americana chegou a uma conclusão, à sua própria conclusão sobre isso, e indicou os culpados", frisou Ryabkov. Vale lembrar que na semana passada as forças da coligação internacional liderada pelos EUA realizaram um ataque aéreo contra posições do Exército sírio na região de Deir ez-Zor, causando a morte de 62 militares e cerca de 100 feridos. No dia 20 de Setembro, um comboio humanitário conjunto da Cruz Vermelha Síria e de organizações humanitárias da ONU, composto por 31 camiões levando ajuda para 78.000 pessoas, ficou sob fogo perto da cidade de Aleppo. De acordo com o Comité Internacional da Cruz Vermelha, 18 camiões foram destruídos.
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Fonte: https://br.sputniknews.com/oriente_medio_africa/20160922/6382068/eua-siria-ryabkov.html

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O habitual da parte dos EUA - o apoio a forças islamistas, «moderadas» ou não, contra todo e qualquer aliado da Rússia, como é e sempre foi o regime de Bashar al-Assad na Síria.