sexta-feira, dezembro 09, 2016

COMISSÃO EUROPEIA «CONTRA O RACISMO E A INTOLERÂNCIA» QUER QUE O POVO NÃO SEJA INFORMADO DOS CRIMES ALÓGENOS

De acordo com a Comissão Europeia contra o Racismo e a Intolerância (ECRI em inglês) - parte integrante do Conselho da Europa - a imprensa britânica é responsável pelo aumento do discurso de incitamento ao ódio e da violência racista. Em 04 de Outubro de 2016 a ECRI divulgou um boletim dedicado exclusivamente à Grã-Bretanha. O boletim salienta: alguns dos tradicionais meios de comunicação, principalmente tablóides... são responsáveis em grande medida pelo uso da terminologia ofensiva, discriminatória e provocadora. O jornal The Sun por exemplo, publicou um artigo em Abril de 2015 com o título: "Botes salva-vidas? Eu usaria helicópteros de combate para conter os migrantes", no qual o colunista comparou os migrantes a "baratas"...
O jornal The Sun também publicou manchetes incendiárias anti-muçulmanas, como no caso da primeira página de 23 de Novembro de 2015 em que se lia: "Um em cada cinco britânicos muçulmanos tem apreço pelos jihadistas", juntamente com a foto de um terrorista mascarado empunhando uma faca...
Vale dizer que a Organização de Normas da Imprensa Independente da Grã-Bretanha forçou o Sun a admitir que a manchete: "Um em cada cinco britânicos muçulmanos", citada no boletim da ECRI "é acentuadamente enganosa".
O boletim da ECRI estabelece uma ligação directa de causalidade entre determinadas manchetes sensacionalistas publicadas em tablóides britânicos e a segurança dos muçulmanos no Reino Unido. Em outras palavras, pelos vistos a imprensa britânica está a incitar os leitores a cometerem actos "islamofóbicos" contra muçulmanos:
A ECRI considera que, à luz do facto dos muçulmanos estarem cada vez mais sob os holofotes em consequência dos recentes ataques terroristas relacionados com o ISIL ao redor do mundo, alimentando o preconceito contra os muçulmanos, mostra um descaso desajuizado, não só em relação à dignidade da grande maioria dos muçulmanos do Reino Unido, como também pela sua segurança.
A ECRI baseia o boletim num estudo recente de Matthew Feldman, professor da Universidade de Teesside. O estudo compila incidentes anti-muçulmanos ocorridos antes e depois dos ataques terroristas:
Nos sete dias que antecederam o massacre na redacção da revista Charlie Hebdo em Paris onde 12 pessoas foram mortas, houve 12 incidentes (anti-muçulmanos) registados, mas nos sete dias seguintes, houve 45. Este padrão é semelhante se comparado aos ataques terroristas ocorridos em Sydney em Dezembro e em Copenhaga em Fevereiro.
De modo que segundo a ECRI e especialistas da Universidade de Teesside, quando jihadistas muçulmanos cometem assassinatos e a imprensa relata que os assassinos são muçulmanos, a imprensa e não os islamistas é que incentiva os "incidentes islamofóbicos" na Grã-Bretanha. De acordo com o Presidente da ECRI Christian Ahlund, "não é por acaso que a violência racista está a aumentar no Reino Unido à medida que observamos exemplos preocupantes de intolerância e de discurso de incitamento ao ódio nos jornais, na Internet e até mesmo na classe política".
Para a ECRI, o maior problema está: "... onde os média enfatizam o background muçulmano dos perpetradores de actos terroristas e dedica uma extensiva cobertura a isso, a reacção violenta contra muçulmanos é provavelmente maior do que seria em casos em que a motivação dos agressores fosse minimizada ou rejeitada em favor de explicações alternativas".
O boletim não explica quais poderiam ser as "explicações alternativas". Mas podemos encontrar exemplos na imprensa francesa: quando um muçulmano ataca um soldado e tenta roubar a sua arma, não é um terrorista islamista e sim um "lunático". Ataques perpetrados por "lunáticos" são muito comuns na França.
A imprensa francesa minimiza ataques ao não fornecer os nomes dos perpetradores muçulmanos: incriminar um "Mohamed" pode, na mente dos jornalistas franceses, incitar a retaliações contra os muçulmanos. Noutro exemplo, gangues muçulmanas não podem ser ligadas a nenhuma forma de violência, consequentemente tornam-se "jovens". Em França os terroristas muçulmanos nunca são terroristas muçulmanos, mas "lunáticos", "maníacos" e "jovens".
Assim é a França. Na Grã-Bretanha os tablóides não são tão corteses e entendem perfeitamente as intenções do boletim da ECRI: banir a palavra "muçulmano" quando está associada à "violência ou ao terrorismo".
O Boletim da ECRI Marca uma Mudança de 90º na Liberdade de Expressão
É neste momento que as leis sobre o discurso de incitamento ao ódio se tornam numa ameaça maior para a Democracia e a liberdade de expressão do que o próprio discurso de incitamento ao ódio. Proibir jornalistas de identificarem o "terrorismo islâmico", encorajando-os a esconderem a associação dos muçulmanos com o terrorismo é uma tentativa de deturpar a verdade da mesma maneira que a antiga União Soviética censurava a verdade. Aproveitando-se de alguns artigos verdadeiramente racistas publicados em tablóides - não muitos, porque não são muitos os citados no boletim - atacar a liberdade de imprensa e a liberdade de expressão não é discurso contra o ódio, é submissão.
A prova da submissão pode ser vista nas recomendações da ECRI ao governo britânico:
"criação de uma agência regulatória de imprensa independente";
"rigoroso treinamento para jornalistas para garantir melhor cumprimento das normas éticas";
"revisão das disposições relativas ao incitamento ao ódio a fim de torná-las mais eficazes e utilizáveis";
"criação de um verdadeiro diálogo com os muçulmanos, a fim de combater a islamofobia. Eles (jornalistas) deverão consultá-los no tocante a todas as políticas que possam afectar os muçulmanos";
emendar o Código de Conduta do editor com o objectivo de assegurar que os membros de grupos possam apresentar reclamações como vítimas de reportagens tendenciosas ou prejudiciais em relação a sua comunidade".
Ao seguir estas recomendações o governo britânico proporcionaria às organizações muçulmanas uma espécie de monopólio: elas iriam tornar-se na única fonte de informação sobre si mesmas. É a perfeita ordem totalitária da informação. Se uma brecha dessa natureza for aberta no futuro, sem a menor sombra de dúvida todos os lobbies correrão para se aproveitar dela: partidos políticos, protestantes, católicos, judeus, multinacionais, todos.
O governo britânico não caiu na armadilha e repeliu energicamente as demandas da ECRI. Assinalou ao órgão do Conselho Europeu:
"O governo está comprometido com uma imprensa livre e aberta e não interfere com o que a imprensa informa ou deixa de informar, desde que esteja dentro da lei."
Na Grã-Bretanha assim como em todos os países da União Europeia as leis anti-ódio já estão em vigor. Criadas para a protecção contra o tipo de propaganda xenófoba e anti-semita que deu origem ao Holocausto, as leis nacionais que tratam do discurso de incitamento ao ódio têm sido cada vez mais invocadas para criminalizar um discurso meramente considerado um insulto à raça, etnia, religião ou nacionalidade.
Essas leis também foram invocadas diversas vezes por islamistas para processarem discursos anti-islâmicos (caricaturas de Maomé, blasfémia contra o Islão, etc.) como manifestações de "racismo" - felizmente, com pouco sucesso. A maioria das acções judiciais cujos autores foram islamistas malograram porque o Islão não é raça.
Agnes Callamard, especialista em direitos humanos, escreve em referência à Carta das Nações Unidas:
"O ARTIGO 19 reconhece que restrições razoáveis em relação à liberdade de expressão podem ser necessárias ou serem legítimas para evitar o apelo ao ódio com base na nacionalidade, raça e religião que constitua incitamento à discriminação, hostilidade ou violência. A organização não estende essas restrições legítimas a expressões ofensivas e blasfemas".
É preocupante imaginar por quanto tempo o Conselho da Europa vai envolver os seus especialistas e a sua influência para transpor obstáculos legais existentes, no esforço de reprimir qualquer tipo de crítica ao Islão e se curvar aos valores da jihad.
Yves Mamou, radicado em França, trabalhou por duas décadas como jornalista para o Le Monde.
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Fonte: https://pt.gatestoneinstitute.org/9508/midia-censura-muculmanos-terroristas 


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Queria a intelectualidade da elite reinante que o povinho pudesse ser esmagado na sua própria terra sem se queixar - que simplesmente aceitasse desaparecer em silêncio num mar de misturada e concorrência demográfica. Este esmagamento progressivo seria um «mal necessário» para que se pudesse construir um mundo sem fronteiras... seria uma «dor do crescimento»... um sacrificiozito do povinho no altar do deus «multiculturalismo». Nunca mais me esqueço do que a meio de uma discussão me foi dito por um «argumentador», num forum estrangeiro, creio que o Stormfront, na secção em que os esquerdistas podiam comentar - a dada altura em que se falava a respeito da violência sofrida no dia a dia pelos autóctones europeus nas mãos dos gangues étnicos, o fulano escreveu algo como «it's tough, but...». É tough. É duro, disse ele - «é duro mas têm de aguentar, paciência...». Por ter tido o atrevimento de dizer o que disse há-de haver «gente» da sua laia a pagar com juros por aquilo que está a querer impingir aos Europeus: impor-lhe a invasão e tentar tirar-lhe toda e qualquer espécie de auto-defesa, a começar pela própria voz. 

CENAS DE UM QUOTIDIANO IMINVADIDO - GRUPELHO ALÓGENO PONTAPEIA MULHER PELAS ESCADAS ABAIXO

Agradecimentos a quem aqui trouxe este vídeo: https://www.youtube.com/watch?v=koMMk3zAKYY que entretanto desapareceu devido a alegada violação de direitos de autor... mas não faz mal porque entretanto procurei-o e encontrei-o aqui: https://www.youtube.com/watch?v=iId1bp2xVQE



Mais uma imagem que as SICs e merda quejanda não mostram: na capital alemã, uma mulher (loira alemã?) é pontapeada por imigrantes pelas escadas abaixo, com tudo o que isso implica de risco de graves danos físicos ou até morte. Se fosse um africano a levar um estalo de um «skinhead», as dezenas de milhares de vezes que a cena não seria exibida em todas as televisões a cada cinco segundos e meio... A cambada que controla os mé(r)dia sabe que «longe da vista, longe do coração» e portanto não quer que o povo europeu veja coisas como a deste vídeo, porque isso pode conduzir ao «racismo» e ao voto na Extrema(mente)-Direita... só mostra o que possa conduzir ao voto contra os «racistas»... informação politicamente dirigida é mesmo assim.
Os militantes nacionalistas sabem qual o trabalho que têm a fazer - mostrar este e outros vídeos ao maior número de pessoas possível.





WONDERLAND LISBOA - NATAL NA CAPITAL


Uma roda gigante, uma pista e rampa de gelo, que se assumem como ecológicas. Bancas com produtos regionais, de artesanato e, claro, a casa do Pai Natal para os mais novos. São estes alguns dos divertimentos que o Wonderland Lisboa traz até ao parque da cidade, a partir de dia 8.
O anúncio chegou há cerca de um mês. A Media Capital, grupo também responsável pela TVI, e a empresa Niu juntaram-se para trazer até Lisboa um formato de mercado natalício, semelhante ao que se vai vendo noutros países europeus. A um dia da abertura, a roda gigante já está montada e a pista e rampa de gelo preparadas para receber neste feriado de 8 de Dezembro, Dia da Imaculada Conceição, o Wonderland Lisboa.
A entrada no recinto, montado no Parque Eduardo VII, vai ser gratuita durante o mês que decorre o mercado de natal – de 8 de Dezembro a 8 de Janeiro. Até lá, vai ser possível experimentar todos os divertimentos do Wonderland, como a vistosa roda gigante com mais de 25 metros que, do seu topo, oferece vistas privilegiadas do parque de Lisboa e das muitas luzes natalícias que compõem o cenário do evento. 
A roda é a única diversão com custo associado, de 2,50 euros, pelo que os restantes são totalmente gratuitos.
A pista de gelo ecológica para patinadores experientes ou estreantes na matéria é outro dos pontos de diversões, para além da rampa de gelo, também ecológica, que vai permitir deslizar sobre um tapete de gelo. Haverá ainda um grande globo de neve, a casa do Pai Natal, onde os mais pequenos podem entregar a lista de presentes diretamente à figura de barbas brancas e um mercado com 57 banquinhas com produtos regionais, roupa, acessórios, foodtrucks e peças de artesanato. No centro de tudo estará a incontornável grande árvore de natal.
Wonderland Lisboa. Parque Eduardo VII. De 8 de Dezembro a 8 de Janeiro. Segunda a quinta, das 13h00 às 20h00; sexta até às 22h00. Sábado e feriados, das 10h00 às 22h00, exceto dias 24 e 31 de Dezembro, que encerra às 16h00. Dias 25 de Dezembro e 1 de Janeiro funciona das 16h00 às 22h00.
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Fonte: http://www.evasoes.pt/familia/wonderland-lisboa-o-mercado-de-natal-ja-chegou-ao-parque-eduardo-vii/

EM FRANÇA: LÍDER DA FRENTE NACIONAL QUER LIMITAR ACESSO DOS FILHOS DE ALÓGENOS ILEGAIS AO ENSINO PÚBLICO

A líder da Extrema-Direita francesa, Marine Le Pen, prometeu proibir as crianças filhas de imigrantes sem a sua situação regularizada de terem acesso à escola pública caso seja eleita Presidente nas eleições de Abril e Maio do próximo ano.
Para além da interdição, a líder da Frente Nacional quer ainda que os filhos de imigrantes desempregados, mesmo que estejam legalmente no país, paguem uma “contribuição” para poderem frequentar a escola.
“Não tenho nada contra os estrangeiros, mas digo-lhes: ‘se vêm para o nosso país, não esperem que sejam cuidados, apoiados, que os vossos filhos sejam educados gratuitamente, isso acabou, é o fim da brincadeira!’”, disse Le Pen num encontro com jornalistas.
As declarações da candidata de Extrema-Direita à presidência francesa põem em causa um princípio basilar do Estado francês, que é o da educação gratuita e universal. O direito à educação é protegido pela Constituição, estando incluído no preâmbulo do documento base da República desde 1946 e existe como lei desde 1881. Em termos práticos, o acesso à escolaridade abrange crianças entre os 6 e os 16 anos, sem que a condição legal ou económica dos pais sirva de critério de exclusão.
Le Pen não explicou como pretende avançar para uma medida deste género. Em declarações à AFP, a líder da Extrema-Direita prometeu acabar com a “escolarização dos clandestinos” e aplicar uma “contribuição para o sistema escolar da parte dos estrangeiros, excepto se estiverem a fazer descontos”. “Exigir uma participação aos estrangeiros para a escolarização das suas crianças é algo que é feito em muitos países do mundo”, justificou.
Medidas deste género parecem vir em contraciclo com a prática mundial. Apesar de a educação básica gratuita estar em expansão no mundo, a UNESCO diz que há ainda 50 países que não dão qualquer garantia constitucional nesse sentido, incluindo os EUA, África do Sul e Malásia.
Pretendemos um acesso restrito à gratuitidade de certos serviços públicos e a certas prestações sociais para os estrangeiros que chegam ao país e ainda não descontam nem pagam impostos”, disse ainda Le Pen. A ideia de limitar o acesso a serviços públicos a estrangeiros não é nova no programa da Frente Nacional, mas foi a primeira vez que Le Pen fez referência directa à educação.
“Vamos reservar os nossos esforços e a nossa solidariedade nacional aos mais humildes, aos mais modestos, aos mais pobres entre nós”, acrescentou.
As declarações de Le Pen mereceram uma reacção imediata do Governo, através da ministra da Educação, Najat Vallaud-Belkacem. “Com essas palavras, que condeno com a maior força, Le Pen demonstra a sua indiferença total às situações humanamente terríveis que afectam as jovens crianças”, afirmou Belkacem, ela própria nascida em Marrocos e que imigrou para França com apenas cinco anos. “Quero recordar que é uma honra da República Francesa garantir às crianças, a todas as crianças, o direito à educação, ou seja, o direito a um futuro”.
As sondagens atribuem a Le Pen grandes hipóteses de alcançar a segunda volta das presidenciais francesas. A cerca de cinco meses das eleições, o seu principal adversário parece ser o ex-primeiro-ministro, François Fillon, que venceu de forma surpreendente as primárias da Direita, com um programa que se aproxima em várias questões das ideias defendidas por Le Pen. Recusa, por exemplo, a imagem de uma França “multicultural”, defendendo a preservação dos valores sociais e culturais nacionais.
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Fonte: https://www.publico.pt/2016/12/08/mundo/noticia/le-pen-nao-quer-filhos-de-imigrantes-ilegais-na-escola-1754145
Agradecimentos a quem aqui também trouxe esta notícia.

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Marine Le Pen a esticar a corda, para se diferenciar de Fillon e assim escapar ao velho, abjecto e previsível truquezinho da «Direitinha», o de fazer o frete à Direita, tentando absorver os votos da «ameaçadora» Extrema-Direita...
Já agora, convém fazer notar algo que a CMTV mostrou Marine Le Pen a dizer e o jornal «Público» não: os serviços de educação franceses estão sobrecarregados. O espaço não estica, o dinheiro também não e um país europeu não pode lidar com a taxa de natalidade africana.
De um modo ou doutro, com ou sem aldrabice da parte de Fillon & Cia., o que é facto é que a Democracia está efectivamente a conduzir a cena político-ideológico para o campo do Nacionalismo - agora a disputa já nem é entre as tradicionais «Direita» e Esquerda, mas sim entre «Direita» e Extrema(mente)-Direita... foi o povo que quis assim, através do seu voto. Por estas e por outras se constata que a Democracia é uma aliada natural do Nacionalismo.


COMIC CON PORTUGAL 2016


Personagens do cinema, séries, videojogos, banda desenhada, anime, manga e cosplay ganham vida em Matosinhos.
Começou mais uma edição Comic--Con e Matosinhos parece uma zona de chegada de seres vindos de todas as partes do universo, nem que seja do televisivo e do cinema. Muitas personagens estranhas, até dos filmes e séries B da ficção científica, mas a maioria são conhecidas e vão andar por ali até ao fim do próximo domingo.
Por isso, pode dizer-se que todos os caminhos vão dar a um conjunto de hangares ocupados por cenários diversos, inspirados na indústria cinematográfica, televisiva, nos videojogos, na banda desenhada, anime e tudo o que envolve o imaginário da ficção. No exterior, quem não estiver a par da agenda, pode estranhar os mascarados que se encaminham para o evento de cultura pop multidisciplinar.
Ao longe, veem-se cabeleiras coloridas e vestes excêntricas que já participaram num qualquer filme ou série televisiva de renome. Já no interior e em todos os pavilhões, coabitaram monstros e super-heróis, naves de Star Wars, castelos como o das história de Harry Potter, com figurantes a rigor, e cosplayers a competir pelo mais arrojado visual.
Em muitos casos, a timidez esconde-se atrás da máscara que dá nas vistas no evento. É o caso de Rute Foz, que se caracterizou de Gata Negra da famosa série Super-Homem, mas preferiu que fosse o marido, José Foz, a explicar ao DN que foi a paixão pela "banda desenhada" que os tirou de Braga. O casal fez-se acompanhar pelos filhos, Leandro, de 9 anos, "que também já aprecia bastante BD", e Débora, de 6, cada um vestido à imagem das personagens de eleição, "para um dia diferente a ser recordado para sempre".
Borja e Belén são namorados. Vieram da Galiza - ele de Ourense, ela de Vigo - e, além do sentimento, partilham "a paixão por esta cultura". Belén repete a experiência, assumindo que "vale bem a viagem". Inspirou-se na série Star Trek para a indumentária que comprou, enquanto Borja costurou "à mão" um Dragon Ball a rigor.
Com cara de poucos amigos mas muito profissional, Beatriz Fragoso Martins, de apenas 5 anos, encarnou na perfeição o cosplay do dia tirado do último filme Star Wars e nem o sabre luminoso faltou. "Ela vem desde a primeira edição, ou seja, desde os 3 anos, e sempre vestida em consonância. A Beatriz gosta muito de super-heróis, experimentámos e, como se portou lindamente, regressamos sempre", recordou a mãe, Rafaela Fragoso. Por perto, estava o marido, João Martins, com o filho mais novo, Vasco, de 2 anos, acabado de se estrear nas lides. Vivem na Maia e prometem assiduidade até domingo.
Com muitas ofertas e área alargada, a Comic-Con proporciona a oportunidade de tatuar na pele personagens de eleição no Fox Tattoo Studio. Directamente de Pombal, Rodrigo Paulo não hesitou em seguir a sugestão do irmão - que "já tinha estado no ano passado - para estar no certame e tatuar "a Maggie dos Simpsons no bíceps".
Ao longo das quatro jornadas, a iniciativa receberá cerca de 200 convidados para as mais variadas acções, entre lançamentos e estreias. Da televisão e sétima arte, há nomes bem conhecidos, como Cobie Smulders (em Foi assim Que Aconteceu), Lennie James (Morgan Jones na série The Walking Dead), Kevin Sussman (que dá vida a Stuart na icónica Teoria do Big Bang, Jason Isaacs (o bajulador Lucius Malfoy em Harry Potter), Katie Leong (que entrou nos filmes inspirados nos livros de J.R. Rowling) ou Rila Fukushima.
A actriz e manequim japonesa foi das primeiras a dar uma conferência de imprensa, em que recuou até ao despertar para a representação, "em Nova Iorque", como a tradutora e guarda-costas Yukio em Wolverine. Falou ainda do seu mais recente projeto, Ghost in the Shell, e da experiência em contracenar com Scarlett Johansson. Hospedada em Vila Nova de Gaia, "com uma excelente vista sobre o Porto", Rila mostrou interesse "em provar a tão famosa francesinha", cujo nome literalmente traduzido para inglês a divertiu.
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Fonte: http://www.dn.pt/artes/interior/imaginacao-sem-limites-em-mais-uma-edicao-do-comic-con-5542034.html
Mais imagens aqui: http://mag.sapo.pt/showbiz/fotos/de-harley-quinn-a-princesa-leia-abram-alas-para-a-comic-con-portugal#

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Há ainda quem diga que a Religião acabou... como dizia o romeno Mircea Eliade, os traços da religiosidade continuam bem presentes no mundo contemporâneo - o que é isto do Comic Con senão uma forma de vivenciar mitos, como quem personifica ou convive com «deuses» ou heróis míticos?

EX-ACTRIZ PORNOGRÁFICA CONVERTE-SE AO JUDAÍSMO, APOIA TRUMP E NETANYAHU


A famosa ex-actriz pornográfica Jenna Jameson (retirou-se em 2008) converteu-se há pouco tempo do Catolicismo ao Judaísmo (Ortodoxo) - eventualmente por ter casado com um judeu - e apoiou abertamente tanto o recentemente eleito presidente norte-americano Donald Trump como o primeiro-ministro israelita Benjamin Netanyahu, conforme se leu recentemente em vários comentários de Twitter nos quais considerou o político judeu como «complete badass» que é mais ou menos o mesmo que dizer «gajo fixe da pesada». Manifestou também a esperança de que Trump e Netanyahu venham a ser «grandes amigos».
E quando comentaram (no seu Twitter, presumo) que «Obama vai tentar lixar Israel de alguma maneira antes de sair», ela respondeu que Obama não o faria, que já o tinha tentado através do acordo com o Irão, e que de qualquer modo tudo o que fizesse seria desfeito por Trump.
A pedido de um israelita, a ex-actriz manifestou o seu apoio à controversa equipa israelita Beitar Jerusalem, famosa por ser a única equipa do país que não tem jogadores árabes, uma equipa que recebeu já várias penalizações devido aos cânticos anti-árabes dos seus adeptos. Jenna Jameson escreveu «Yalla Beitar», com uma imagem do estandarte israelita.
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Fontes: 
http://www.timesofisrael.com/jenna-jameson-reveals-massive-crush-on-netanyahu/
http://www.foxnews.com/entertainment/2016/11/09/trumps-hollywood-supporters-rejoice-over-win.html

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Enfim, passou de uma religião estrangeira a outra. É de qualquer forma útil o seu exemplo de apoio a forças patrióticas, pode ser que ajude a ganhar votos...

CATALUNHA A CAMINHO DA INDEPENDÊNCIA QUER PARTE DO TERRITÓRIO FRANCÊS...

O ministro das Relações Exteriores de França, Jean-Marc Ayrault, pediu nesta quarta-feira que o governo catalão respeite a soberania francesa.
O ministro francês condenou a resolução aprovada pelo Parlamento da Catalunha, que reivindica a integração de Roussillon, um dos cantões históricos do Principado da Catalunha, correspondente ao actual departamento francês dos Pirenéus Orientais.
“Se trata de soberania da França e, assim como respeitamos a soberania da Espanha, pedimos a todos o mesmo respeito", disse o ministro francês. Segundo ele, a mesma mensagem foi transmitida às autoridades catalãs.
O governo catalão aprovou nesta quarta-feira uma declaração, que versa sobre o direito de auto-determinação de todos os territórios de língua catalã, incluindo a região “Norte de Catalunha”, localizada nos Pirinéus Orientais da França, ou Roussillon francesa, que fez parte da Espanha até o século XVII.
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Fonte: https://br.sputniknews.com/europa/201612077096372-Franca-Catalunha-disputa-territorial-Roussillon/

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Uma iniciativa justa, sem dúvida. Esta é uma senda verdadeiramente nacionalista. 
Aliás, a França nem é propriamente uma nação, neste momento... a seu tempo, este e outros Estados europeus compostos de várias nações - Espanha, Reino Unido, Alemanha... - deverão dividir-se ao longo de linhas estritamente nacionais, para que a cada Nação corresponda um só Estado e cada Estado tenha uma só Nação. Claro está, entretanto, que neste momento a prioridade maior e mais urgente é salvar a Europa da enchente imigratória terceiro-mundista...

ESLOVÁQUIA ALTERA LEGISLAÇÃO DAS RELIGIÕES PARA IMPEDIR RECONHECIMENTO DO ISLÃO COMO RELIGIÃO

O governo eslovaco do primeiro-ministro Robert Fico conseguiu fazer aprovar no Parlamento por uma maioria de 2/3 legislação que dificulta a obtenção do estatuto de religião oficial por parte de organizações de cariz confessional.
A legislação aprovada na semana passada mais do que duplica, para 50 000, o número mínimo de seguidores necessário para que uma organização confessional possa candidatar-se ao estatuto de utilidade pública, aceder a subsídios do Estado e ser autorizada a gerir estabelecimentos de ensino.
Actualmente 62% dos 5,4 milhões de eslovacos consideram-se Católicos Romanos, mas segundo o presidente do Partido Nacional Eslovaco (SNS), Andrej Danko, “A islamização começa com um ‘kebab’ e já está em curso na Bratislava, por isso temos que fazer tudo ao nosso alcance para garantir que nenhuma mesquita seja construída no país”, disse em declarações citadas pela agência Reuters.
De acordo com os últimos dados de recenseamento disponíveis, o Islão tem cerca de 2000 seguidores na Eslováquia, apesar de a Fundação Islâmica da Eslováquia estimar em cerca de 5 000 o número de crentes neste país da Europa central.
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Fonte: http://e-global.pt/noticias/mundo/europa/eslovaquia-adota-legislacao-para-impedir-que-islao-possa-tornar-se-religiao-oficial/

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É pouco mais que meia defesa, e pode prejudicar injustamente os pequenos grupos religiosos que nada têm a ver com o Islão, mas, como diz o povo, enquanto o pau vai e vem folgam as costas. Dirigir-se expressamente contra o Islão em termos doutrinas directos é coisa que ainda está por fazer.






ACÇÃO PELO DIA INTERNACIONAL DOS DIREITOS DOS ANIMAIS



Acção de Sensibilização no âmbito do Dia Internacional dos Direitos dos Animais (DIDA).
Pedimos a todas/os as/os activistas para que venham vestidas/os de preto, a fim de uniformizar a imagem que queremos passar. Cada activista terá uma 'cara-metade' que será um animal não-humano. 
Também distribuiremos panfletos informativos.
Vamos mostrar que somos todas/os diferentes mas todas/os animais.
Junte-se!
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Fonte: https://www.facebook.com/events/225970241174291

NA DINAMARCA - DEPUTADO NACIONALISTA PROPÕE TIROS DE ADVERTÊNCIA PARA TRAVAR EMBARCAÇÕES DE IMIGRANTES

Um deputado dinamarquês sugeriu o recurso a “tiros de advertência” para dissuadir os migrantes que tentam chegar de barco à Europa pelo Mediterrâneo, suscitando uma viva polémica no país. Kenneth Kristensen Berth é membro do Partido Popular Dinamarquês, anti-imigração e segunda maior formação do país, aliada do governo.
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Agradecimentos a quem aqui trouxe esta notícia: http://pt.euronews.com/2016/12/09/dinamarca-deputado-sugere-tiros-de-advertencia-para-afastar-migrantes

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É graças à Democracia que este tipo duro de anti-imigração tem já o poder que tem num dos mais desenvolvidos países da Europa. Constitui mais uma confirmação, à posteriori, de como a Democracia é uma aliada natural do Nacionalismo.

PNR TERÁ CANDIDATURA EM SANTA MARIA DA FEIRA

Pela primeira vez, o PNR irá concorrer à autarquia de Santa Maria da Feira nas próximas Autárquicas de 2017, apresentando listas a algumas das freguesias, à Assembleia Municipal e à Câmara Municipal e que terá Anselmo Filipe de Oliveira como cabeça-de-lista.
Para o candidato, “já é hora do Concelho de Santa Maria da Feira se virar para dentro. Numa época de globalização, esta é visível até nos próprios concelhos do país, que muitas vezes fazem grandes eventos, relegando para segundo lugar as próprias populações, numa tentativa de conseguir visibilidade exterior”.
O PNR propõe-se fazer uma política de proximidade aos munícipes, enquadrada na gestão autárquica, pugnando sempre pelo bem-estar da população. É tempo dos feirenses sentirem que são parte activa do concelho que é a sua casa.
Sob o lema “Próximo das Pessoas”, Anselmo Oliveira elege como objectivos principais:

– Afirmar a identidade feirense
– Executar um plano devidamente sustentado de requalificação da rede viária e arruamentos
– Garantir a justiça social
– Garantir a segurança
– Apoiar o comércio tradicional e travar a proliferação de grandes superfícies
– Construir um monumento aos combatentes no centro da Cidade de Santa Maria da Feira
– Apoiar os empresários feirenses
– Apoiar as associações do concelho de forma equitativa

Para se assegurar a Identidade Cultural, a Soberania Nacional, a Justiça Social e a Segurança nas ruas, cada vez mais se torna urgente que os nacionalistas tomem conta da governação das nossas cidades e do país, antes que seja tarde demais!

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Fonte: http://www.pnr.pt/2016/12/santa-maria-da-feira-tera-candidatura-do-pnr/

AMANHÃ - CONFERÊNCIA SOBRE O EVENTUAL SIGNIFICADO DA VITÓRIA DE DONALD TRUMP PARA A EUROPA


Se a vitória eleitoral de Donald Trump constituiu um marco histórico nos Estados Unidos da América, o lugar cimeiro que este país exerce na política mundial obriga a que todos as nações do globo estejam atentas ao desempenho da futura administração Trump. 
Para muitos a eleição de Trump afigura-se como uma resposta popular concreta face às políticas económicas liberais e à hegemonia marxista no campo cultural. Fruto de uma praxis política que estabeleceu uma relação directa entre o povo e uma liderança política, Trump surge como uma alternativa séria a uma classe política que se alheou dos problemas reais e das inquietudes das populações que deveria servir. 
O status quo mudou nos EUA e as repercussões não tardarão a fazer-se sentir na Europa. A emergência de novas forças políticas, que os média definem como populistas, reflectem o divórcio entre eleitores e classe política, entre as camadas populares e a elite dominante. Estas novas expressões políticas não são a rejeição da democracia, do estado de direito ou da justiça social. Antes pelo contrário, são manifestações populares daqueles que exigem o seu efectivo funcionamento e incremento. 
Poderá constituir a futura administração Trump a mudança de paradigma global? Será Trump a centelha para uma "Primavera Europeia"? Estas questões serão devidamente debatidas no dia 10.
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Fonte: https://www.facebook.com/events/339051769807847/

FUMAR POUCO TAMBÉM MATA - E CUSTA DINHEIRO AO ESTADO

Doses baixas diárias de tabaco também aumentam em muito o risco de morte prematura e de cancro do pulmão. Um estudo afirma que fumar apenas um cigarro por dia, ou menos, tem um efeito mais prejudicial do que o esperado. Investigadores concluíram que um cigarro por dia aumenta em 64% o risco de morte prematura e para quem fuma entre 1 e 10 cigarros por dia, o risco de morte prematura aumenta 87%, em comparação aos não fumadores. Além disso, segundo a pesquisa do Instituto Nacional do Cancro norte-americano publicada na JAMA Internal Medicine, quem fuma menos de um cigarro por dia tem nove vezes mais probabilidades de morrer de cancro de pulmão do que um não fumador. Para quem fuma entre 1 e 10 cigarros todos os dias, as chances de morrer com esta doença sobem para 12.
Maki Inoue-Choi, do instituto dos Estados Unidos e um dos autores do estudo, afirma que há uma falsa "percepção, especialmente entre jovens, de que este nível de consumo [de tabaco] é seguro". "Não há um nível seguro de exposição ao fumo do tabaco", reiterou o investigador, segundo o El País.
"Fumar pouco cigarros por dia tem efeitos importantes na saúde", continuou Inoue-Choi, defendendo que a melhor solução para qualquer fumador é abandonar o vício, independentemente da quantidade de tabaco que consome.
O estudo, que seguiu cerca de 290 mil norte-americanos, concluiu também que não há grandes diferenças entre homens e mulheres e que as pessoas que dizem fumar menos de um cigarro por dia, já fumaram mais no passado.
Os investigadores norte-americanos admitem, contudo, que o impacto do tabaco na saúde pública em geral pode ser maior do que o calculado. No estudo, foram deixados de fora grupos onde o consumo de tabaco tem vindo a aumentar - como os negros e latinos nos Estados Unidos.
Além disso, foram poucos os que se definiram como "fumadores de baixa intensidade". Isto torna mais difícil definir exactamente o impacto na saúde dos diferentes hábitos dos fumadores esporádicos.
O tabaco mata um em cada dois fumadores e é ainda uma das principais causas de mortes evitáveis, segundo a Organização Mundial de Saúde. Estima-se que por ano morram cinco milhões de pessoas devido ao tabaco. Este valor ultrapassa o número de mortes em acidentes de carro, por VIH e por suicídio juntos.
Em Portugal, registaram-se no ano passado 11.000 mortes resultantes da exposição directa ao tabaco, segundo declarações do director-geral de Saúde, Francisco George, à Lusa.
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Fonte: http://www.dn.pt/sociedade/interior/fumar-menos-de-um-cigarro-por-dia-tambem-mata-5537697.html

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Não fumem, cabrões, olhem que morrem (mais depressa). E ainda por cima custam dinheiro ao Estado, como a seguir se lê:

Os impostos sobre o consumo têm vindo a subir, mas não chegam para fazer face ao que o Estado Português gasta com as doenças relacionadas com o consumo de cigarros. Há cada vez mais mulheres a fumar.
Fumar é a principal causa de morte evitável em Portugal. Provoca nove em cada dez cancros de pulmão e é responsável por uma em cada cinco mortes de pessoas entre os 45 e os 64 anos. Apesar de os dados apontarem para uma diminuição de 5% no consumo desde a alteração da legislação (entrou em vigor a 1 de Janeiro deste ano), há cada vez mais raparigas a fumar, o que está a provocar um aumento no número de casos de cancro do pulmão no sexo feminino. E o que o Estado recebe com os impostos sobre o tabaco não chega para cobrir os gastos com o tratamento de doenças relacionadas com o consumo de tabaco.
O relatório "Portugal - Prevenção e controlo do tabagismo em números 2015" revela que, em 2013, o consumo de tabaco matou mais de 32 pessoas por dia. Foram 12 mil num ano. No sexo masculino, o tabaco é responsável, em média, pela perda de 13 anos de vida saudável. E embora morram cinco vezes mais homens do que mulheres, estas são as principais vítimas da exposição ao "fumo ambiental".
De acordo com o presidente da Pulmonale - Associação Portuguesa de Luta contra o Cancro do Pulmão, António Araújo, o consumo diminuiu 5% desde a alteração da legislação, que veio determinar, entre outras medidas, que os maços de tabacos passariam a apresentar "advertências combinadas de saúde", ou seja, texto e fotografias a cores. Apesar dessa quebra, a associação está preocupada com o aumento que se tem vindo a verificar entre o sexo feminino.
"O consumo do tabaco, com a mudança da lei, diminuiu cerca de 5% e verifica-se neste momento que, em termos de juventude, os rapazes fumam menos e as raparigas mais, e isto poderá ter impacte nos próximos anos em termos de incidência de cancro de pulmão", afirmou ao DN o presidente da Pulmonare. Nove em cada dez cancros de pulmão estão relacionados com o consumo de tabaco e a incidência continua a aumentar, muito "à custa do cancro do pulmão na mulher", que começou a fumar mais tarde e, portanto, os cancros começam a aparecer mais tarde.
Embora seja mais facilmente associado ao cancro do pulmão, o tabaco é responsável por muitas outras neoplasias, doenças cardiovasculares e doenças respiratórias crónicas, o que tem custos significativos para o Estado. O último estudo sobre essas despesas foi feito em 2007 e apontava para 1400 milhões de euros, um número que ficará aquém da realidade. "É um estudo que não abrange todas as doenças provocadas pelo tabaco e os gastos nas famílias. É um valor que está sobre-dimensionado", ressalva Emília Nunes, directora do Programa Nacional para a Prevenção e Controlo do Tabagismo da Direcção-Geral da Saúde.
Se o valor fosse esse, andaria muito próximo daquilo que o Estado recebe dos fumadores. De acordo com o último relatório sobre o tabagismo, em 2014, o Estado arrecadou 1372 milhões de euros com os impostos sobre o tabaco. Mas, segundo as pessoas ouvidas pelo DN, os custos directos e indirectos relacionados com o tabaco são bem mais elevados. Reforçando que o valor de referência só tem em conta os principais indicadores, Hilson Cunha Filho, do conselho executivo da Confederação Portuguesa de Prevenção do Tabagismo, diz que "a situação tem vindo a piorar e o peso da doença vai-se acumulando." Segundo o especialista em tratamento da dependência do tabaco, "se não houver uma diminuição significativa no número de fumadores, os custos relacionados com o tabaco têm tendência a ser cada vez maiores".
Apesar de já existirem em Portugal mais ex-fumadores do que fumadores - 1,9 milhões contra 1,78 milhões em 2014 -, Hilson Cunha Filho diz que é preciso ter em conta que "os ex-fumadores permanecem com o risco de doença". A diminuição no consumo não é tão significativa quanto o desejável, explica, porque "as políticas relacionadas com o tabaco foram introduzidas de uma forma lenta". Para a COPPT, "a redução de excepções à proibição de fumar e a inclusão de toda a protecção possível das populações ao fumo de tabaco, nomeadamente no que concerne os grupos mais vulneráveis, como crianças, doentes e idosos, deve ser uma prioridade" do governo.
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Fonte: http://www.dn.pt/portugal/interior/tabaco-mata-32-pessoas-por-dia-impostos-nao-cobrem-despesas-5502035.html

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É altura de aumentar ainda mais o preço do tabaco, a ver se os cadáveres adiados que são os mui-fumadores começam ao menos a dar algum rendimento à Pátria, em vez de lhe pesarem no orçamento e de poluírem o ar... brincadeiras à parte, o aumento do preço do tabaco vinha mesmo a calhar em todos os sentidos.


UNIVERSIDADE DA BEIRA INTERIOR CANCELA CONFERÊNCIA PARA NÃO INCOMODAR MARROCOS...

A Presidência da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas – FCSH da Universidade da Beira Interior – UBI arrogou-se proibir uma Conferência organizada  e anunciada pelo CPRI – Núcleo de Estudantes de Ciência Política e Relações Internacionais para o passado dia 6/12, às 14H30. Tal Conferência tinha como tema “Sahara Ocidental: A luta pela autodeterminação de um Povo” e como oradores Sidi Mohamed Balla, membro da Associação Saharaui de Presos e Vítimas de Desaparecimento Forçado, José Manuel de La Fuente, Advogado e Presidente da Fundación Sahara Occidental e Isabel Lourenço, membro da mesma Fundação e colaboradora da publicação “Por Un Sahara Libre”.
Segundo foi revelado pelo referido Núcleo de Estudantes, tal proibição foi decretada pela Presidência da Faculdade na sequência e em obediência a manobras e pressões da Embaixadora marroquina junto da Universidade contra a realização da dita Conferência. E tentada justificar pela mesmíssima Presidência com o absolutamente extraordinário pretexto de que “pretendia não criar um conflito institucional de Estado que colocasse a Universidade da Beira Interior nos órgãos de Comunicação Social” (sic). Ou seja, para agradar a um Governo estrangeiro, neste caso o de Marrocos, uma Universidade portuguesa arroga-se proibir a realização de uma Conferência organizada pelos seus estudantes sobre um tema incómodo para o dito Governo!?
Proibição de um debate por o considerar “político”
Ainda que tal não seja inédito – recorde-se que já há dois anos atrás, em Novembro de 2014, a Direcção da Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra também tratara de proibir um debate por o considerar “político”… – este acto absolutamente censório e prepotente não pode passar em claro (não obstante o generalizado silêncio da chamada Comunicação Social “de referência”…) porquanto se revela de uma enorme gravidade. Que aliás os organizadores e oradores não deveriam ter aceite, realizando à mesma a dita Conferência, nem que fosse na rua, à porta da Faculdade, para suprema vergonha desta e da sua Presidência.
É desde logo inaceitável o argumento – usado por alguns defensores da censura – de que não seria admissível que numa instituição pública se levasse a cabo algo de incómodo ou desagradável para com um Estado estrangeiro com quem o Estado Português mantém relações diplomáticas.
Direitos, liberdades e garantias
É que em Portugal (ainda) vigora (artº 37º da Constituição), como um dos direitos, liberdades e garantias fundamentais dos cidadãos, precisamente a liberdade de expressão e informação, e esta significa e implica que todos, sem excepção, têm não só o direito de exprimir e divulgar livremente o seu pensamento por qualquer meio, como também o direito de informar, de se informar e de ser informado, sem qualquer tipo de impedimentos nem discriminações, não podendo o exercício desses direitos ser impedido ou limitado por qualquer tipo ou forma de censura.
Ora se há pessoas ou entidades que estão, também constitucionalmente e antes de todas as outras, vinculadas ao estrito respeito por esses direitos são exactamente as entidades públicas, com o Estado (e as suas universidades) à cabeça.
Só assim se pode ensinar e aprender e só assim se formam cidadãos activos e conscientes. É que uma Universidade só faz real sentido se for um verdadeiro “campus” aberto, livre e democrático, onde todas as correntes de opinião se possam expressar, e também sujeitar ao debate e à livre troca de ideias.
Esta teoria fascistóide de que na Universidade não se podem levar a cabo conferências ou debates que não sejam do agrado deste ou daquele Governo, ou deste ou daquele Poder, é afinal a lógica da ditadura do pensamento dominante e da formação de licenciados com mentalidade de carneiros, pré-dispostos a tudo aceitar.
Coisas contra as quais os Jovens se devem erguer e lutar, resoluta e consequentemente. E decerto, mais tarde ou mais cedo, o irão fazer!
Universitas magistrorum et scholarium
Começando por não aceitar o ensino das chamadas “verdades oficiais” e da pretensa ciência feita de teoremas indiscutíveis e indiscutidos. Mas também repudiando as autênticas escolas de aprendizagem do servilismo e da humilhação que são a esmagadora maioria das estupidificantes “praxes”. E, enfim, não aceitando nem admitindo nunca qualquer tipo de discriminação (como se generalizou acontecer, por exemplo, e até com as próprias associações de estudantes, com os debates em tempo de eleições, para os quais apenas se convidam os partidos parlamentares…) e muito menos de censura como o agora praticado na Universidade da Beira Interior. Cujos responsáveis, do alto das suas borlas e capelos, nem sequer conhecerão a origem etimológica da palavra Universidade (da universitas magistrorum et scholarium, com a noção inerente de compartilha, discussão e crítica de conhecimentos) e que sempre estarão prontos a tentar legitimar e justificar o amordaçamento dos espíritos livres.
Mas que jamais conseguirão compreender que, como dizia o poema de Manuel Freire e a célebre canção da resistência, “não há machado que corte a raiz ao pensamento”!…
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Fonte: http://www.jornaltornado.pt/censura-na-universidade-da-beira-interior/

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Mais informações sobre o caso dos Sarahaui vs. Marrocos podem ser lidas aqui, com referência à atitude de Paulo Portas a apoiar o governo marroquino, que oprime toda uma etnia...

AMEAÇA TERRORISTA MUÇULMANA SEM PRECEDENTES PENDE SOBRE O REINO UNIDO

O Reino Unido enfrenta uma ameaça terrorista “sem precedentes” que não diminuirá até ao final da guerra civil na Síria, alertou esta quinta-feira Alex Younger, o director da agência de inteligência britânica no exterior, MI6.
Younger revelou que as autoridades britânicas frustraram 12 planos de ataques desde Junho de 2013, advertindo que o grupo terrorista Daesh planeia ataques a partir da Síria, apesar das derrotas militares sofridas recentemente.
“O nível desta ameaça é sem precedentes. Os serviços secretos e os serviços de segurança britânicos frustraram 12 planos de ataques no Reino Unido desde Junho de 2013. O MI5 e a polícia continuam a conduzir centenas de investigações contra aqueles que planeiam ou apoiam crimes terroristas contra os nossos cidadãos”, disse Alex Younger.
Nestas primeiras declarações públicas desde que tomou posse em 2014, o director dos serviços secretos britânicos criticou o presidente russo, Vladimir Putin, por apoiar o regime sírio de Bashar al-Assad.
Alex Younger apontou igualmente para Moscovo como fonte de ameaças ligadas à guerra híbrida, baseada em ataques cibernéticos e propaganda, alertando que este é um fenómeno “cada vez mais perigoso” que subverte as democracias ocidentais.
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Agradecimentos a quem aqui trouxe esta notícia: http://pt.euronews.com/2016/12/08/reino-unido-enfrenta-ameaca-de-atentados-sem-precedentes-alerta-chefe-dos   

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Mais uma vez, a chamada religião da paz contribui para dar outro dinamismo e outra emoção ao quotidiano europeu. O que será preciso para o Ocidente se livrar desta gente? A que ponto será preciso chegar? 

BATALHA DO NIVE - EPISÓDIO DE VITÓRIA DE ALIANÇA DE PAÍSES LIVRES CONTRA UM IMPÉRIO

A Batalha do Nive (9 a 13 de Dezembro de 1813) foi travada no final da Guerra Peninsular. Os exércitos Anglo-Luso e Espanhol sob o comando de Arthur Wellesley, Marquês de Wellington, conhecido como «Duque da Vitória», derrotaram o exército francês do Marechal Nicolas Soult numa série de batalhas perto da cidade de Bayonne.
Excepcionalmente, para a maior parte da batalha, Wellington permaneceu com a Reserva delegando o comando aos mais experientes tenente-generais Rowland Hill e John Hope.
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Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Batalha_do_Nive

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De acordo com a fonte acima, morreram mais soldados portugueses (409) do que britânicos (278) e espanhóis (5) juntos. Nesse mesmo ano, Wellington escreveu uma carta a lorde Liverpool em que se referia aos soldados portugueses como «galos de combate»: «Não obstante, os Portugueses serem agora os galos de combate do exército, creio que d evemos os seus méritos mais ao cuidado que temos tido com os seus bolsos e barrigas, do que com a instrução que lhes demos.» 
(Fonte: http://www.cilt.pt/pt/publicacoes/detalhe/19)

Foi mais um episódio dos imperialismos europeus a serem deitados abaixo. Teria de haver muito mais episódios destes, e têm havido, com jeito a coisa vai, até que um dia hajam só Estados Nacionais na Europa.

PORTUGAL PREPARA CRIAÇÃO DE AGÊNCIA ESPACIAL

Entre os dias 1 e 2 de Dezembro, Manuel Heitor estará a representar Portugal na reunião do Conselho Ministerial da ESA, acompanhado por Paulo Ferrão, presidente da Fundação para a Ciência e Tecnologia.
Neste âmbito, o ministro da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior avança que o Executivo está a preparar o desenvolvimento de uma agência espacial portuguesa e considera que este será “um dos principais desafios em 2017”.
Em declaração à agência Lusa, explica que, ao longo dos últimos 15 anos (desde que se juntou à ESA), Portugal tem procurado aumentar a sua “pegada” na exploração espacial, uma área que cada vez mais atrai igualmente os sectores público e privado.
Depois de já ter deixado evidente que está apto a entrar nesta nova “corrida ao Espaço”, Portugal, diz Manuel Heitor, deve aprofundar a sua presença em organizações internacionais que se dedicam à exploração do desconhecido sideral e promover actividades neste âmbito na zona atlântica.
Até ao encontro do Conselho Ministerial, o Governo tinha afirmado que iria investir perto de 71,6 milhões de euros na ESA ao longo dos próximos seis anos. Mas parece que a exploração espacial subiu na agenda política e agora esse montante é outro.
No âmbito do reforço da posição de Portugal na exploração espacial, o Governo quer aumentar a quota de participação do país na ESA em 30,5 milhões de euros até 2022. Este valor representa um aumento de 43% comparativamente ao que tinha sido previamente acordado e eleva o montante acima dos 102 milhões de euros.
No novo orçamento, o maior quinhão do investimento será avançado pela FCT, no valor de 80,9 milhões de euros. Segue-se a Anacom com 11,5 milhões, o IAPMEI com 8,55 milhões e o Gabinete de Estratégia e Estudos (GEE) do Ministério da Economia e da Inovação com pouco mais de um milhão.
O Governo diz que o reforço dos compromissos de Portugal para com a ESA vai permitir que as empresas e centros de investigação nacionais possam aceder a novos programas promovidos pela agência europeia, designadamente ao nível da criação de um “porto espacial” e do desenvolvimento de um centro de investigação espacial nos Açores, do aprofundamento da integração de investigadores portugueses em projetos espaciais europeus, e da contribuição tecnológica de Portugal para missões da ESA.
Embora os detalhes sobre este empreendimento sejam escassos, Paulo Ferrão refere que “a viabilidade da criação de uma agência espacial” será “seguramente” estudada no próximo ano.
A ampliação da presença portuguesa na exploração do Espaço está também dependente, segundo consta, da criação do centro de investigação nos Açores, o chamado AIR Center, que pretende transformar o arquipélago no centro nevrálgico da investigação espacial portuguesa.
Recorde-se que, em Agosto, foi anunciada a instalação de uma antena da ESA para a monitorização de satélites na ilha de Santa Maria.
No passado dia 23 de Novembro, Niels Eldering, da ESA, elogiou o "incrível espírito empreendedor" de Portugal no que toca à investigação espacial. O país alberga um dos 16 centros de incubação de empresas e inovação (o ESA BIC Portugal) que colaboram com a Agência Espacial Europeia.
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Fonte: http://tek.sapo.pt/noticias/computadores/artigo/portugal_quer_investir_mais_de_102_milhoes_na_agencia_espacial_europeia_ate_2022-49783vig.html

OPS... UM DIA SACRALIZADO PELO CULTO À MÃE DIVINA

Há umas horas celebrou-se o feriado católico da chamada «Imaculada Conceição», que corresponde ao dogma segundo o qual Jesus nasceu de mãe virgem, Maria, esposa de José.
Curiosamente, o feriado começou por se celebrar no dia nove de Dezembro.

Coincidentemente, o dia nove de Dezembro é na Religião Romana consagrado a Ops, a Grande Mãe, Deusa da Fertilidade, esposa de Saturno, Deus da Idade de Ouro e das Sementeiras, que preside à quadra natalícia, celebração que tem a sua raiz nas saturnais...

quinta-feira, dezembro 08, 2016

OITO DE DEZEMBRO - CELEBRAÇÃO DA CHICHARRONA



Texto sobre uma festa sacra de oito de Dezembro numa área espanhola junto à fronteira portuguesa, celebração que assenta num elemento folclórico que parece indicar o eco de uma Deusa da Guerra, eventualmente uma Trebaruna, adorada na Lusitânia, território que incluía Portugal central e parte da actual Extremadura espanhola:
http://blogs.hoy.es/extremadurasecreta/2014/12/08/la-chicharrona-senora-de-las-matanzas/
Tal día como hoy, 8 de diciembre, un ser mitológico desciende de las sierras hurdanas. Es La Chicharrona.
Según me cuenta el investigador y profundo conocedor de las Hurdes Felix Barroso, que lucha día a día por recuperar los ritos ancestrales hurdanos, la Chicharrona era un personaje mítico, una mujerona con pandereta y garrote que bajaba de las montañas con una ristra de chorizos al cuello.  Llegaba el día de “La Pura”, la Purísima Concepción, que era el día que se entronizaba a esta mitológica figura.
La Chicharrona era un mito que se hacía carne y hueso en alguna vecina de la alquería, normalmente una moza de cierta belleza y con las características que la tradición y el legado de los antepasados asignan a este personaje, una mujer de cabellera rubia y larga, ataviada únicamente con pieles de cabra, que bajaba desde el monte trayendo a los pueblos la licencia para que la gente pudiese hacer la matanza, ya que con ella venía el tiempo frío y seco.
Cuando La Chicharrona llegaba a la aldea, salía a su paso el tamborilero y la acompañaba hasta las calles del pueblo. 

“De entre la nieve branca
abaja la Chicharrona,
licencia trae pa matar
el cebón y la cebona”

Los muchachos de los pueblos salían alborozados a primeras horas del día a las afueras de la alquería, a esperar a la Chicharrona, que no viene de vacío. Trae un zurrón con castañas, nueces e higos pasos que va arrojando a la muchachada, a los que intenta besar. A aquellos que se niegan a recibir un beso de La Chicharrona los persigue y azota con una vejiga de cerdo rellena de agua.
Después se hará la “jogará”, una “lumbre” en la plazuela donde se asa un chorizo que se mantenía  en aceite o manteca y se entregaba a los niños.
Ayer, desde las altas montañas hurdanas, la llegada de La Chicharrona trajo consigo el frío a Extremadura. A abrigarse toca, señores.



quarta-feira, dezembro 07, 2016

NA SUÉCIA - NOVA ORGANIZAÇÃO RELIGIOSA PAGÃ RECONHECIDA PELO ESTADO


Na Suécia, o movimento pagão ganha força. Neste momento, uma das organizações religiosas pagãs mais pujantes é a Nordiska Asa-Samfundet, que surgiu no ano passado ou no anterior e já alcançou reconhecimento formal por parte do Estado sueco, como se pode constatar neste documento oficial: http://asa-samfundet.se/registrerat-trossamfund/.
A organização declara-se inteiramente apolítica e aberta a quem quer que pretenda aprofundar a «primitiva fé germânica», isto é, o culto pagão de origem germânica. O nórdico constitui, recorde-se, um dos grupos do ramo germânico da árvore indo-europeia. 
O porta-voz da Nordiska Asa-Samfundet (NAS), Stenar Sonevang, rejeita todas as acusações de racismo. Claro que dificilmente consegue a organização ter paz nesse aspecto, quando se constata que quase todos os membros da liderança deste grupo são ou já foram membros do partido nacionalista SverigeDemokraterna (SD) ou Democratas Suecos. Um dos integrantes da NAS, Omar Richter, teólogo do grupo, além de ter sido membro do SD, também apoiou o braço juvenil deste partido, o SDU (SverigeDemokraterna Ungdom), Juventude dos Democratas Suecos. A SDU foi expulsa dos SD por ter ligações com agrupamentos radicais tais como a «Nordisk Ungdom» ou «Juventude Nórdica» e o «Movimento de Resistência Nórdica». Ou seja, o próprio partido chegou ao ponto de expulsar militantes do seu seio por serem nazis, mas mesmo assim a Inquisição Anti-Racista, da qual faz parte o autor do artigo do qual tiro estas informações, considera os SD como «xenófobos»...
O NAS tem ligações à norte-americana Asatru Folk Assembly (AFA), ou Assembleia Povo Asatru, organização religiosa de cariz marcadamente etnicista. Alguns dos líderes da NAS estiveram além disso envolvidos com um grupo online denominado “Vi som vill förbjuda Forn Sed Sveriges arbete mot det Nordiska urfolket“, traduzível como «Nós que queremos banir o trabalho da Forn Sed Suécia contra os autóctones nórdicos». Este grupo online foi mais tarde denunciado e deitado abaixo. A Forn Sed Suécia, para quem não sabe, é o maior concorrente da NAS.
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Fonte: http://www.heathenhof.com/fast-growing-swedish-asatru-org-exposed/

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Não surpreende que haja uma tendência para que os pagãos nativistas - os que prestam culto aos Deuses da sua herança étnica por serem os Deuses da sua herança étnica - apoiem forças políticas nacionalistas. Ao fim ao cabo, o corolário do Nacionalismo integral só pode ser o culto dos Deuses Nacionais. Claro que isto incomoda o esquerdalhame, sempre em luta contra a natureza étnica, sobretudo, mas não só, se de uma natureza étnica europeia se tratar. É pois um bom sinal, um sinal de verdadeira saúde, que na Suécia, um dos países mais iminvadidos da Europa, haja um forte crescimento religioso verdadeiramente autóctone.