terça-feira, maio 22, 2018

DIA «DE S. TORQUATO» - DATA DE ORIGEM EVENTUALMENTE PAGÃ USURPADA PELA CRISTANDADE


Dia 22 é, no calendário cristão, dia de S. Torquato... o que poderá eventualmente esconder uma data pagã, anterior, ou não fosse verdade que o Cristianismo usurpou quanto pôde das celebrações pagãs. No caso da figura de S. Torquato em si, é mister recordar o que já aqui tinha sido citado e se encontra nesta página: http://www.lavozdegalicia.es/hemeroteca/2003/02/01/1464657.shtml?idioma=galego
Ladislao Castro sinala que a figura de San Brais -un bispo armenio martirizado en tempos do emperador Diocleciano, segundo as crónicas dá Igrexa- ofrece bastantes semellanzas con San Torcuato, outra figura tradicional que é obxecto de culto popular en diversos lugares de Galicia e do norte de Portugal e ó que tamén se atribúen poderes curativos. Ambos os personaxes «parecen ir paralelos e ás veces substitúense», explica ou historiador. En certas representacións antigas, os dous santos teñen ou torque como atributo e ou propio nome de Torcuato significa etimoloxicamente «portador do torque».
As dúas figuras, en opinión do prehistoriador ourensán, parecen estar relacionadas directamente cunha divindade do panteón castrexo, chamada Bandua. Na localidade ourensá de Santa Comba de Bande, onde tamén hai un culto tradicional a San Brais, vos arqueólogos atoparon unha ara ou altar dedicada a este deus adorado polos habitantes dous castros prerromanos, que seguiu recibindo culto despois dá romanización de Galicia. Ou soado arqueólogo Florentino López Cuevillas, por outro lado, sinala que ou deus Bandua tamén debeu de ser obxecto de culto non castro ourensán de San Cibrán das, situado cerca dun lugar que se chama Couto de San Trocado. Este último nome é unha variante popular de Torcuato presente en diversos lugares de Galicia.A teoría de Castro é que tanto San Brais como San Torcuato herdaron en parte as funcións e vos atributos do deus Bandua, que probablemente tamén tinga virtudes curativas e ó que se lle debían de ofrendar torques.

Fundo de pátera em honra de Band Araugel, exposta no museu de Badajoz e de significado ainda hoje pouco claro, mas representando eventualmente uma Divindade protectora da comunidade

Outro tópico com rico texto sobre Bandia foi este: http://gladio.blogspot.pt/2011/02/bandua-protectora-da-comunidade.html 
Ainda outro texto de excelente conteúdo e valor especulativo é http://despertadoteusono.blogspot.pt/2011/11/echtra-nerai-bandua-o-samhain-e-o.html, este doutro blogue, no qual, com citações de Blanca Albalat e André Pena Granha, se traça um provável perfil da Divindade em questão: um Senhor dos Laços, Deus de Guerreiros e do Além, à maneira arcaica indo-europeia, equivalente lusitano-galaico do celta Ogma/Ogmios e, também, do germânico Odin. Este aspecto, de Senhor dos Laços, a saber, das correntes que prendem - por lealdade e/ou por poder mágico, tanto mantendo coeso o grupo como, por outro lado, paralisando os inimigos - poderá estar expresso nesta figura de marfim, data do século I-II d.c., peça de jogo de estratégia encontrada nos restos do acampamento romano de Aquis Querquernis (Banhos de Bande é o nome actual, a fazer lembrar o carácter termal do Deus...), que representa um guerreiro com uma corda ao peito, evocando provavelmente a característica da atadura:



Aproveito para recomendar vivamente uma visita ao Museu Nacional da Arqueologia para ver de perto a pátera de Band Araugel na exposição «Lusitânia  Romana - Origem de dois Povos».

ISRAEL PREPARA-SE PARA APOIAR OFICIALMENTE A SOBERANIA DOS CURDOS DO IRAQUE

Um ano se passou desde que os curdos iraquianos conduziram um referendo apoiado por Israel pela criação do Estado do Curdistão. Agora, a ajuda pode vir oficialmente por meio de um projecto de lei submetido ao Parlamento israelita.
Parlamentares israelitas discutiram meios de ajudar os Curdos a construir seu estado na Síria, Iraque e Turquia. De acordo com uma das estações de rádio de Israel, o projecto foi submetido ao Knesset por dois partidos de direita israelitas, o Likud e o Yisrael Beiteinu. A rádio citou Yoav Kish disse que, dada a minoria curda que vive nos países citados (todos eles geralmente são hostis a Israel) o movimento proposto seria jogado nas mãos do Estado israelita: "Há uma razão para que Israel tenha sido o primeiro a saudar publicamente pela independência dos Curdos no norte do Iraque", acrescentou Kish.
Em 2017, Israel tornou-se no único país a apoiar o plebiscito curdo que endossou a secessão curda do Iraque — um desenvolvimento que foi vigorosamente criticado em todo o mundo.
Naquela época, o primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu afirmou que Tel-Aviv apoiava aquilo a que chamou "esforços legítimos do Povo Curdo para alcançar um Estado próprio". Juntamente com o apoio político, Israel foi declaradamente um grande comprador do petróleo do Curdistão e o principal investidor na região em 2017.
O referendo sobre a independência do Curdistão iraquiano, ocorrido em 25 de Setembro, provocou mudanças na região. Mais de 90% dos eleitores que participaram do plebiscito apoiaram a independência relativamente a Bagdad. As autoridades iraquianas declararam o referendo ilegal, enquanto a Turquia e o Irão criticaram veementemente o plebiscito e ameaçaram impor duras sanções à capital do Curdistão iraquiano, Erbil.
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Fonte: https://br.sputniknews.com/oriente_medio_africa/2018052211281959-parlamento-israel-estado-curdo-iraque/

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Mais uma vez Israel mostra constituir um aliado natural do Ocidente ao apoiar um outro aliado natural do Ocidente, o Curdistão - nisto oferece um exemplo a seguir pelos Europeus, que por desgraça ou autismo têm estado de costas voltadas para um Povo que é seu parente étnico e em cujo seio cresce a democraticidade à maneira ocidental e até uma consciência feminista, o dos Curdos.

«HÁ POLÍCIAS RACISTAS!!!!!!» DIZ CHIBO DA NOVA INQUISIÇÃO ANTI-RACISTA...

O julgamento dos 17 agentes da PSP de Alfragide, por crimes de tortura, sequestro, injúria e agressões com motivação racista contra seis jovens da Cova da Moura arranca esta Martes. Desde que foram expostos os incidentes, dezenas de casos que anteriormente seriam arquivados ou ainda acusações de agressões e ofensas às autoridades são agora alvo de investigação. Só no último ano foram abertos 15 novos inquéritos pelo Ministério Público (MP) da Amadora envolvendo violência policial, a maioria contra cidadãos de raça negra.
Manuel Morais, agente do Corpo de Intervenção da PSP, realizou um estudo - envolvido na sua tese de mestrado - sobre acção policial em zonas urbanas designadas sensíveis, em que revela as atitudes racistas e xenófobas de agentes e o silêncio de superiores perante os casos. "Há elementos das várias forças de segurança que exteriorizam as suas ideias racistas e xenófobas, usam tatuagens e simbologias 'neonazis', pertencem a grupos assumidamente racistas, isto é do conhecimento de todos e infelizmente as organizações nada fazem para expurgar estes 'tumores do seio das forças de segurança'", revelou em entrevista ao Diário de Notícias.
Ao jornal, o agente refere que o objectivo por detrás da sua pesquisa foi o de "tentar melhorar" a PSP, tornando-a "mais próxima do cidadão" e explica que os polícias têm vários preconceitos acerca de bairros desfavorecidos como o da Cova da Moura.
Desde a exposição do caso, que remonta a 2015, todos os acusados deixaram o comando da Polícia da Amadora. "É sem dúvida um processo complexo. Nunca houve tantos polícias acusados ao mesmo tempo de tantos crimes", considerou Gonçalo Gaspar, o advogado do Sindicato Unificado da Polícia de Segurança Pública, que defende os 17 agentes nos processos jurídicos.
De acordo com a acusação do MP, os agentes da PSP "fizeram constar de documentos que não correspondiam à verdade, praticaram actos e proferiram expressões que ofenderam o corpo e a honra dos ofendidos, prestaram declarações que igualmente não correspondiam à verdade e privaram-nos da liberdade".
No tribunal, esta Martes, será exibida uma realidade que a própria comunidade da Cova da Moura, assim como de outros bairros, tenta mostrar e que apenas recentemente recebeu o apoio de organizações de defesa de direitos humanos, como o Comité contra a Tortura do Conselho da Europa.
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Fonte: http://www.sabado.pt/portugal/detalhe/ha-policias-assumidamente-racistas-e-xenofobos

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A espécie de polícia, que fez o estudo, chibo da Nova Inquisição Anti-Racista, só constata o óbvio - óbvio porque, antes de mais nada, expectável, perfeitamente previsível. É perfeitamente previsível pela simples razão de que muito do pessoal da polícia sabe e experiencia em primeira mão quais os efeitos de uma sociedade multi-racial...
Claro que ser racista só por si não é proibido - ainda... - mas a acusação serve no caso para ajudar a atar ainda mais firmes as mãos da polícia quando esta precisar de intervir em bairros «problemáticos»- ou seja, bairros de africanos - ou até quando precisar de agir em legítima defesa...

PNR CRITICA A VIOLÊNCIA EM ALCOCHETE - E AS SUAS CAUSAS

O triste acontecimento de Alcochete, de há seis dias, envolvendo uma equipa de futebol e um grupo organizado de criminosos, deve ser repudiado por qualquer pessoa de bem, independentemente do clube do seu coração ou do desporto que gosta.
No entanto, é preciso reflectir sobre o assunto, já que não se trata de um caso isolado e não está circunscrito a um clube, a um desporto(...). Primeiro, porque segundo o apurado, os envolvidos já estavam na sua maioria referenciados pelas autoridades e mesmo alguns a serem julgados por outros crimes de violência. Só este facto já nos deve inquietar e fazer relembrar situações bem mais graves, em que os “referenciados” espalham a morte e o terror.
Depois, porque há muito que é notória a crescente onda de potenciais conflitos envolvendo, sobretudo, o futebol. Começando pelos debates televisivos, em que quase se chega a vias de facto, passando pela cada vez maior concentração de efectivos policiais em jogos de alto risco e terminando no discurso que incentiva à violência por parte de diversos dirigentes e detentores de cargos de responsabilidade.
Por fim, e porque longe de ser um fenómeno somente ligado ao desporto, é notório o aumento generalizado da criminalidade, a falta de respeito e agressões a agentes da autoridade e o clima de impunidade de que gozam os criminosos.
Portugal está a saque, pelo que a criminalidade (sobretudo a violenta), tem tendência a aumentar, já que o sistema ao tentar suavizar as penas para os crimes de colarinho-branco, abriu a caixa de Pandora, permitindo que a criminalidade passe suavemente na rede larga da justiça.
Se acrescentarmos ao ramalhete o ódio de morte que certos partidos têm às Forças de Segurança e à perseguição que lhes é feita por organizações ligadas à extrema-Esquerda, concluímos que as únicas forças que pelo menos iam impedindo o crescimento da criminalidade, estão agora de mãos atadas e reféns do politicamente correcto, pois o moderno inquisidor trata os criminosos como vítimas e as vítimas como criminosos.
Por mais organizações que criem, por mais investigações parlamentares (ou serão “paralamentares”) que façam, tudo não passará de folclore mediático, já que o combate à criminalidade passa por dar meios e autoridade às Forças de Segurança, passa por leis mais duras e efectivas, passa por colocar os presos a trabalhar como forma de reintegração e passa por expulsar todos os estrangeiros apanhados nas malhas do crime.
Só o PNR tem capacidade para um dia efectivar estas medidas, já que todos os outros partidos, de uma forma ou de outra, alinham no estrume do politicamente correcto, potenciador do aumento da criminalidade.
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Fonte: http://www.pnr.pt/2018/05/basta-de-criminalidade/

segunda-feira, maio 21, 2018

INDIVÍDUO CONDENADO EM COIMBRA POR ASSASSINAR GATA

O Tribunal da Relação de Coimbra condenou, esta semana, Jorge Mariano pela morte de uma gata, chamada Camila, em Junho de 2016. Em causa está o crime de maus tratos a animais.
A Associação Gatos Urbanos lembrou que, em Novembro do ano passado, o Tribunal de comarca de Coimbra tinha absolvido o arguido por aplicação do principio in dubio pro reu, “mas, inconformada, a Ondina Ferreira, dona do animal, persistiu, determinada, resiliente e confiante na justiça. Recorreu para o Tribunal da Relação e viu assim fazer-se justiça”.
O homem de 59 anos é acusado de estrangular e, consequentemente, matar a gata, com recurso a um fio de nylon.
Em Novembro de 2017, o juiz José Carlos Ferreira revelou que o arguido tinha sido absolvido, indicando apenas que determinados factos não tinham sido dados como provados no decorrer de todas as sessões de julgamento, algo que levou a dona do animal a apresentar recurso junto do Tribunal da Relação de Coimbra, tendo a resposta chegado agora.
Durante o julgamento, o arguido disse estar inocente e considerou que “tinha que estar doido” para cometer um crime deste tipo, tendo sempre afirmado que se encontrava a trabalhar em casa de um amigo durante a semana em que ocorreu o crime e que apenas chegava a casa pelas 20h30.
“Com esta decisão dos Meritíssimos juízes do Tribunal da Relação de Coimbra que não deixaram o crime impune. Fizeram justiça e reforçaram a nossa confiança no sistema judicial”, declarou Jorge Gouveia, líder da Associação Gatos Urbanos, ao Notícias de Coimbra.
Esta é a primeira condenação em Coimbra pelo crime de maus tratos a animais, informa ainda a mesma associação.
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Fonte: https://ionline.sapo.pt/artigo/612419/condenado-homem-acusado-de-enforcar-gata-em-coimbra?seccao=Portugal_i

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Há meros vinte anos seria quase impensável que esta condenação se verificasse, pelo menos em Portugal. Este sinal dos tempos é inequivocamente bom, mesmo que no caso o condenado merecesse uma pena sobejamente mais pesada, mas enfim, cada passo a seu tempo.

GOVERNO DE ESPANHA NÃO ACEITA CONSTITUIÇÃO DE NOVO GOVERNO CATALÃO

O presidente do governo espanhol proibiu este fim de semana a constituição do novo executivo independentista na Catalunha pelo facto de este incluir ministros no exílio ou em prisão preventiva. Mariano Rajoy considera que a proposta de Quim Torra para o novo governo regional é uma “provocação” e, no sábado, decidiu vetá-la. Ontem comunicou-o aos independentistas catalães e informou também os líderes de PSOE e Ciudadanos que o artigo 155 ficará activo até que a aliança independentista catalã proponha um executivo sem “problemas de viabilidade” - Rajoy tem articulado a resposta à crise catalã com os dois partidos anti-referendo e anti-independência no parlamento. Ainda não é desta que a indefinição catalã se dissipa.
Quatro nomes iraram o Palácio da Moncloa. Quim Torra nomeou Jordi Turull e Josep Rull para os cargos de ministro da Presidência e para a pasta dos Territórios e Sustentabilidade, respectivamente - os dois estão presos preventivamente no caso das manobras independentistas do ano passado. Torra escolheu também dois políticos catalães no exílio: Toni Comín e Lluís Puig, a quem estariam destinadas as pastas da Saúde e da Cultura. As opções controversas parecem ser a continuação da estratégia catalã dos meses passados, ao longo dos quais a aliança independentista tentou apontar como líder as figuras mais destacadas do processo e as que mais estão sob a mira das autoridades espanholas. 
Quim Torra indica, porém, que o governo regional pode insistir nos ministros escolhidos na semana passada. O novo líder independentista catalão considera “essencial” preservar as posições oferecidas aos ministros presos ou no exílio e “inimaginável” que o governo espanhol não anule o artigo 155. Torra disse este fim de semana ao “El Punt-Avui” que a região e o país enfrentam uma “crise institucional de dimensões consideráveis” caso a autonomia catalã não seja restabelecida em breve. 
Apontar ministros os catalães presos e no exílio oferece uma mensagem clara: o independentismo não considera legítimos os processos jurídicos contra os seus líderes. Aos olhos de Barcelona, os seus políticos mantêm todos os direitos. Jordi Turull afirmou isso mesmo através do Twitter: “Temos os nossos direitos políticos intactos, [e] pedimos a liberdade para exercer o cargo com plenitude. Não publicar as nomeações porque não são do seu agrado é um exercício de prevaricação; mantê-los, um ato de dignidade perfeitamente legal”, escreveu. Também a coordenadora do PDeCAT, Marta Pascal, protestou contra a decisão de Rajoy e o apoio do PSOE e do Ciudadanos: Rajoy, disse, está a “desprezar as leis e a democracia e a humilhar a vontade maioritária dos catalães”. 
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Fonte: https://sol.sapo.pt/artigo/612845/catalunha-rajoy-proibe-novo-governo-independentista-e-prolonga-artigo-155

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Dizer-se que o que os independentistas catalães estão só a «provocar», como esteve agora a dizer na SIC o opinante MiguelST, é uma borreguice pegada, agravada pelo que o fulano diz a seguir, que «o referendo não resolveu nada», o que é falso, porque a vitória independentista no referendo foi o grande marco da independência catalã, confirmado a seguir pela vitória dos partidos independentistas nas eleições, o que MST «contorna» de maneira desonesta ao dizer que «o partido mais votado não é independentista», esquecendo que os partidos militantemente independentistas tiveram mais votos que os que se opõem à independência.
Solidariedade nacionalista é pois devida para com os Nacionalistas catalães, que continuam a resistir ao imperialismo castelhano. 

O QUE POR AÍ CIRCULA SOBRE O QUE O ACTUAL GOVERNO ITALIANO SE PREPARA, OU NÃO, PARA FAZER

A Itália vai expulsar centenas de milhares de alógenos? É esperar para ver antes de celebrar, ainda que se deva saudar o facto de que a promessa de o fazer tenha dado a vitória democrática ao governo recentemente eleito, porque é sinal de que o Povo está vivo e recusa a iminvasão. 
A Itália vai sair da UE? Espero bem que não, ou então a UE arrisca o desabamento total, o que não era rigorosamente nada bom para Portugal - facilmente se «adivinha» que a partir daí a elite tugo-tropicalista ia rapidamente colar o País ao Brasil e a Angola, dois dos países mais corruptos e violentos do planeta. Zeus, magnânimo, magnífico e porreiríssimo Deus das Alturas e da Justiça, tenta que as Parcas não nos lixem e não decidam que esta ocidental face da tua princesa Europa seja entregue por apátridas a bárbaros...

NA HOLANDA - POLÍTICO MUÇULMANO AMEAÇA QUEM BEBER ÁLCOOL NA VIA PÚBLICA DURANTE O RAMADÃO

Na Holanda, o político muçulmano de origem turca Tofik Dibi escreveu na sua conta de Twitter uma ameaça a quem beber álcool em público durante o Ramadão, como a seguir se vê:

«Eu durante o Ramadão se estiveres a beber num espaço aberto.»



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Fonte: https://www.jihadwatch.org/2018/05/netherlands-muslim-politician-threatens-to-murder-non-muslims-who-eat-in-public-during-ramadan

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Deve ser só uma brincadeirazita palerma, não se afigura verosímil que um muslo desta responsabilidade já tivesse a lata de dizer uma destas publicamente enquanto os muçulmanos ainda constituem uma pequena minoria (embora crescente) na Holanda - de qualquer modo, que a coisa tem ar de «preparar o terreno» para as pessoas se irem habituando a achar que é uma «falta de respeito» beberem álcool durante o Ramadão... e assim se vai desenvolvendo a islamização em território europeu.

ANTÓNIO ARNAUT

Saudação póstuma a António Arnaut pelo combate democrático e sobretudo por ter criado o Serviço Nacional de Saúde, uma das melhores coisas que este País tem, salvaguarda possível dos pobres e remediados, padrão de autêntica civilização.

NA ALEMANHA - TURCO ESFAQUEIA GRAVEMENTE DUAS PESSOAS

Em Neubrandenburg, Alemanha, um imigrante turco de vinte e nove anos esfaqueia gravemente duas pessoas, uma delas no pescoço, como o Daesh manda fazer...
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Fonte: https://www.jihadwatch.org/2018/05/germany-muslim-migrant-seriously-injures-two-people-stabbing-one-in-the-neck

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É assim mais uma história a testemunhar o contributo do calor humano não europeu para a qualidade de vida na Europa.

NA CHECHÉNIA - MUÇULMANOS INVADEM IGREJA E ASSASSINAM DOIS POLÍCIAS E UM FREQUENTADOR

Em Grozny, Chechénia, muçulmanos armados invadem uma igreja, onde matam dois polícias e o frequentador. 
As autoridades policiais abateram os atacantes, quatro, em tiroteio.
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Fonte: https://www.jihadwatch.org/2018/05/russia-muslims-with-guns-and-petrol-bombs-storm-church-murdering-two-police-officers-and-a-churchgoer

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É mais calor humano oriundo do mundo islâmico a aquecer o quotidiano de europeus, desta feita em nome da «religião da paz» que «criou a maravilha do Al-Andalus» e etc...
De europeus? Não demasiado. A Chechénia está debaixo de uma potência europeia, a Rússia, mas não é europeia. A verdadeira Rússia, a Rússia étnica, vai da Bielorrússia aos Urais - para leste daí é Ásia, incluindo as repúblicas islâmicas ou em islamização acelerada, como é o caso da Chechénia. Pura e simplesmente largar o império é que Putin e outros «firmes» chauvinistas não têm capacidade de fazer e é pena. O chauvinismo supremacista só dá chatices a toda a gente excepto aos poderes universalistas ou globalizadores que a seu pretexto se disseminam.

CAÇAS DA FORÇA AÉREA PORTUGUESA INTERCEPTAM HELICÓPTERO COM TRIPULAÇÃO RUSSA QUE INVADIU ESPAÇO AÉREO PORTUGUÊS

Um helicóptero com tripulação russa descolou de Espanha sem plano de voo e sem contactar as autoridades.
O incidente ocorreu a 05 de Maio e foi confirmado à agência Lusa pela FAP e pela NAV Portugal (entidade responsável pela gestão do tráfego aéreo), a qual adiantou que o Aeroporto de Lisboa "teve as aterragens e as descolagens suspensas", por questões de segurança, durante 15 minutos (entre as 15:16 e as 15:31), devido à proximidade do aparelho, de registo português e com dois tripulantes russos.
"Como é procedimento normal, a NAV Portugal foi informada pela FA [Força Aérea] da operação em curso e tomou as medidas adequadas a este tipo de situações de modo a garantir a todo o tempo a segurança da aviação civil", refere a NAV.
A FAP explicou que o helicóptero descolou da província de Toledo, em Espanha, sem plano de voo e sem estabelecer contacto com os controladores aéreos espanhóis, rumando a Portugal.
Com a aproximação do helicóptero ao Aeroporto de Lisboa, nenhum avião aterrou ou descolou entre as 15:16 e as 15:31, hora a que foi reposta a normalidade das operações.
O aparelho foi "escoltado" pelos caças F-16 até aterrar num heliporto junto ao passeio marítimo de Algés, concelho de Oeiras, para onde se dirigiu a polícia a pedido da Força Aérea.
Fonte do Comando Metropolitano de Lisboa da PSP afirmou à Lusa que se deslocou ao local e que procedeu à identificação dos dois tripulantes, "de nacionalidade russa", que seguiam a bordo do helicóptero de "registo português".
O regulador nacional da aviação civil conta que em situações desta natureza poderá instaurar ao operador e piloto um processo de contra-ordenação.
"A moldura penal (valor das coimas) e desenvolvimento (sanções acessórias e medidas cautelares) podem variar em função dos dados factuais a apurar, como sejam a zona do sobrevoo (do ponto de vista da classificação do controlo de tráfego aéreo), a nacionalidade da licença do piloto, a altitude do voo, a zona sobrevoada (se populacional, residencial ou não)", explica a ANAC.
O regulador do sector da aviação sublinha que todos estes dados "são relevantes para a dimensão do processo".
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Fonte: https://www.dn.pt/portugal/interior/helicoptero-descola-de-espanha-e-e-intercetado-por-f-16-em-espaco-aereo-nacional-9357173.html

domingo, maio 20, 2018

CAÇA INDIANO DE FABRICO RUSSO CONSEGUE DETECTAR AVIÃO «INVISÍVEL» CHINÊS


Um avião da Força Aérea da Índia conseguiu rastrear um caça chinês Chengdu J-20 voando sobre o Tibete, informou o portal indiano Defense Research Wing.
Segundo a publicação, isto ocorreu quando os aviões de combate chineses praticavam batalhas aéreas na área de fronteira com a Índia. Depois dos exercícios, os pilotos indianos que estavam observando as manobras a partir do seu espaço aéreo disseram que o radar de um Su-30MKI poderia ter detectado o avião furtivo que supostamente deveria ser invisível.
"Os novos aviões chineses não são tão invisíveis como gostariam de ser, porque podem ser detectados sem o uso de radares Stealth especiais, apenas com a tecnologia de radares existentes disponíveis", explicou o portal citando representantes da Força Aérea da Índia.
Além disso, o facto de o radar de um Sukhoi conseguir detectar o avião chinês significa que a produção do J-20 não afectará o equilíbrio de forças na região.
A Rússia e a Índia são parceiros importantes no campo da cooperação técnico-militar. Todos os anos Moscovo entrega armas e equipamento a Nova Deli no montante de biliões de dólares. Entretanto, o caça polivalente Su-30MKI é fabricado de forma independente sob licença russa e com o uso de algumas componentes importadas da Rússia.
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Fonte: https://br.sputniknews.com/defesa/2018052011263752-caca-chines-aviao-indiano/

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Um bom sinal ao qual provavelmente quase ninguém ligará a real ponta de um caralho mas eu escrevo à mesma - a Índia é uma aliada natural do Ocidente, porque (primeiro as questões mais práticas, para prender a atenção da cambada) 
- enfrenta os mesmos oponentes que o Ocidente, a saber, a China e o Islão,
- é democrática 
- é da mesma raiz étnica (indo-europeia) e racial (caucasóide) que os Europeus (esta é a parte da «carolice», mas fica escrita, acabou). 

Nem a tropa nacionalista habitual se preocupa com isto porque tem a mona virada só para a imigração e contra o Islão (e, infelizmente ainda muitas vezes, «os Judeus, os paneleiros e os abortistas e os eutanasistas e os que querem proibir o futebol ao sábado e os que acham que os camarões são melhores fritos que assados!!!!!!») e não consegue pensar em mais nada, estando-se usualmente a cagar para a Índia (porque são «escurinhos»...), eventualmente com quase tanta intensidade com que cago de alto para a sua indiferença autista e mesquinha.



sexta-feira, maio 18, 2018

PAN AVANÇA COM PROJECTO PARA ABOLIR TOURADAS

O PAN anunciou nesta Martes um projecto de lei para abolir as corridas de touros em Portugal porque "o direito ao entretenimento não se pode sobrepor ao da vida dos animais", sublinhando que apenas oito países têm actividade tauromáquica.
Em comunicado, o partido com um deputado único na Assembleia da República adianta que este projecto de lei dá nesta Martes entrada no Parlamento e que será agendado na conferência de líderes de Mércores o debate com o objectivo de abolir as corridas de touros em Portugal.
O PAN tem apresentado diferentes iniciativas legislativas com vista a proibir a RTP de transmitir touradas, impedir o financiamento público ou vedar a participação no espectáculo a menores de 18 anos, mas esta é a primeira vez que avança com um projecto de lei para abolir por completo as corridas de touros.
"Massacres públicos de touros para fins de entretenimento já foram prática em toda a Europa e foram sendo banidos paulatinamente em praticamente todos os países deste continente. Dos 193 países do mundo apenas oito têm actividade tauromáquica", justifica. Para o partido, "o direito ao entretenimento não se pode sobrepor ao direito à vida e à integridade física dos animais", mesmo quando está "disfarçado de herança cultural".
O deputado único do PAN, André Silva, destaca que "a identidade de um Povo se cria a partir do que é pertença comum e não daquilo que os divide".
"Forçar a identidade tauromáquica à população portuguesa é ofensivo e contraproducente para uma desejada unidade nacional e evolução civilizacional", critica.
181 espectáculos tauromáquicos num ano
Segundo o PAN, "no que respeita aos espectáculos tauromáquicos a realidade não corresponde à opção do legislador de os elevar à condição de cultura", já que "dos 308 municípios do país, apenas 44 têm actividade taurina", isto é, 14,8%.
"Em 2017 realizaram-se 181 espectáculos tauromáquicos, dos quais 26 foram na praça de Albufeira e 13 na de Lisboa, sendo que em 27 das praças de touros existentes, ou seja, mais de 50%, realizaram apenas uma ou duas corridas durante o ano", enumera o partido.
Ano após ano, de acordo com os números do PAN, "as touradas atingem mínimos históricos de corridas e de público em Portugal", tendo perdido mais de 53% do seu público desde 2010.
"A indústria da tauromaquia tem um peso cada vez mais insignificante em Portugal, não obstante todo o investimento em marketing para transformar a sua imagem associada à brutalidade e decadência e os vários apoios e subsídios públicos directos e indirectos", condenam.
O PAN assegura que no projecto de lei que apresenta uma "extensa análise dos espectáculos tauromáquicos do ponto de vista histórico, social e cultural com recurso a estudos científicos de organizações nacionais e internacionais sobre as implicações nocivas e transversais que a prática tem nas crianças, nos jovens e adultos, bem como nos animais envolvidos".
Luta do PAN pela sobrevivência?
Para a Federação Portuguesa de Tauromaquia - Prótoiro, a iniciativa do PAN é anti-democrática, não passando de uma tentativa "demagógica" deste partido para lutar pela sobrevivência. "O PAN não representa mais de 75 mil pessoas em todo o país e procura com estas investidas inverter a queda nas sondagens e evitar o desaparecimento do único deputado com assento parlamentar", diz esta associação em comunicado. 
E aproveita para desmentir alguns dados avançados pelos abolicionistas: "Em 2017 realizaram-se 205 espectáculos tauromáquicos em 80 municípios, e não 181 em 44; registou-se um aumento de 1,8% do número de espectadores". Pelas estimativas da Prótoiro, ao longo do ano passado estiveram envolvidas neste tipo de actividades três milhões de pessoas em todo o país.
"Já em 2011 o assunto foi discutido na Assembleia da República, tendo sido rejeitado por cerca de 80% dos deputados", recorda a federação, que antecipa um desfecho idêntico desta vez. Actualizado às 20h20 com reacção da Prótoiro
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Fonte: https://www.publico.pt/2018/05/15/sociedade/noticia/pan-avanca-com-projeto-de-lei-para-abolir-touradas-em-portugal-1830145

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Mais um bom trabalho do PAN. Quanto a números, a Plataforma Basta de Touradas verificou a inconsistência dos dados apresentados geralmente pelos apologistas da tourada, como aqui se pôde ler: http://gladio.blogspot.pt/2018/02/plataforma-basta-de-touradas-exige.html

PAN QUER QUE CÂMARA DE LISBOA RECUPERE A POSSE DO CAMPO PEQUENO

Em paralelo à iniciativa legislativa para acabar com as corridas de touros em Portugal, o partido está a pressionar a Câmara de Lisboa para reclamar a posse do edifício. Disposto a travar uma batalha legal pela sua causa, o PAN põe em causa o contrato assinado entre a autarquia e a Casa Pia, em 1889, de cedência do terreno para a construção do edifício. É que o documento impunha que o mesmo serviria exclusivamente para fins tauromáquicos. Caso contrário, teria de ser devolvido à câmara. A construção do centro comercial e do parqueamento subterrâneo, no início deste século, representarão o motivo para alegar quebra contratual. Além disso, contesta-se a isenção de IMI de 12 milhões de euros à sociedade que gere o imóvel e a ligação à tourada da Casa Pia, entidade pública tem como missão proteger as crianças e jovens. “A sociedade lisboeta não é aficionada”, garante o partido. A Casa Pia diz que se limita a cumprir a lei e os contratos assinados.
É um ataque em duas frentes. O partido Pessoas Animais Natureza (PAN) decidiu avançar, nesta Mércores (16 de Maio), com um projecto-lei de proibição da realização de touradas em Portugal, defendendo que o “direito ao entretenimento não se pode sobrepor ao direito à vida e à integridade física dos animais” e apontando para os “níveis de rejeição social desta prática”. Uma iniciativa legislativa que surge mais de um mês depois de o grupo de eleitos pelo partido na Assembleia Municipal de Lisboa (AML) ter apresentado um requerimento, dirigido à Câmara Municipal de Lisboa(CML), através do qual é colocada em causa a legitimidade legal e moral da utilização da Praça do Campo Pequeno para espectáculos tauromáquicos. O PAN quer que a Casa Pia devolva o imóvel ao município, para ali passar a terem lugar “eventos musicais, desportivos ou outros”. “Não acreditamos que os lisboetas queiram que o dinheiro dos seus impostos vá para as touradas”, diz a O Corvo a deputada municipal Inês Sousa Real, que já foi Provedora dos Animais de Lisboa.
A estratégia está bem definida. Se, a nível nacional, o partido quer apelar ao que considera ser um mudança civilizacional no que toca à aceitação dos espectáculos de touros – “ano após ano, as touradas atingem mínimos históricos de corridas e de público no nosso país. Desde 2010, as touradas já perderam mais de 53% do seu público”, alegam -, em Lisboa, a isso acrescem as questões relacionadas com alegadas dúvidas sobre a legalidade da relação contratual estabelecida entre a câmara e a Casa Pia, a propósito do uso do prédio onde se localiza a Praça de Touros do Campo Pequeno. O terreno foi cedido pela autarquia à instituição de benificência, por um período de 90 anos, através de uma deliberação da vereação, a 16 de Fevereiro de 1889, sob condição de que o mesmo fosse utilizado apenas para a construção de uma praça de touros. Caso ao edifício fosse dado outro destino ou alienado, a posse do terreno teria de voltar para a CML. Imperativo a que o PAN agora se agarra, quase 130 anos após o acordo.
De acordo com o partido, a cedência de 17.200 metros quadrados do subsolo da praça, em 1995, para a construção de um centro comercial e de um parque de estacionamento veio alterar os pressupostos legais da relação estabelecida no século XIX e renovada no início da década de 80. Nesse ano, a Assembleia Municipal de Lisboa (AML) aprovou a proposta camarária de desafectação daquela parcela do domínio público municipal para o domínio privado municipal. Em 1997, realizou-se a escritura de constituição de direito de superfície, pelo prazo de 99 anos consecutivos, dessa parcela a favor da Casa Pia. “Contudo, logo em 1998, a Sociedade de Renovação Urbana Campo Pequeno SA adquiriu esse direito à Casa Pia de Lisboa, tendo aliás sido esta sociedade que procedeu a todo o procedimento de licenciamento do centro comercial e do parque de estacionamento ali construídos”, lembra o PAN, no requerimento entregue na assembleia municipal a 11 de Abril passado. Razão mais que suficiente, consideram, para colocar agora em causa o cumprimento escrupuloso das condições de cedência – e, por conseguinte, o próprio contrato.
Lisboa não é uma cidade de aficionados, garante o PAN.
Como se isso não bastasse, é ainda destacado o facto de, desde 2014, decorrer “o processo de insolvência da empresa Sociedade de Renovação Urbana Campo Pequeno SA, estando em causa o futuro da gestão da actual Praça de Touros do Campo Pequeno”. A que se acrescenta o que o PAN considera serem os inequívocos “prejuízos financeiros para a autarquia decorrentes desta cedência do direito de superfície”, em consequência de uma isenção no pagamento de IMI da arena e das lojas existentes. Tal borla fiscal ascenderá a mais de 12 milhões de euros, “sendo que a entidade que está a beneficiar desta mesma isenção são os privados”, quer a dita sociedade, quer quem explora os espaços comerciais existentes. Notícias recentes dão conta de que a Sociedade de Renovação Urbana Campo Pequeno tem um passivo de 80 milhões de euros para com o BCP, ao qual acrescerá ainda uma dívida de 417 mil euros para com o Estado.
Por causa e tudo disso – e ainda por a Casa Pia de Lisboa ser “um instituto público que tem como missão a promoção dos direitos e a protecção das crianças e jovens” -, o PAN julga estarem reunidas as condições para questionar o estatuto legal da maior praça de touros do país. “Existe uma obscuridade e uma opacidade em relação ao Campo Pequeno. No entanto, há algumas questões que têm de ser respondidas. Antes de mais, por que é que, neste processo, a Câmara de Lisboa não avoca o direito que tem em relação aquele edifício?”, pergunta Inês Sousa Real, sugerindo que a gestão deste dossiê pela autarquia tem sido pautada pela falta transparência. “Os autarcas não podem ocultar o que está a acontecer com este processo”, diz, considerando que a câmara deve explicações sobre a forma como ocorreu o processo de licenciamento do centro comercial e do parqueamento no subsolo do Campo Pequeno. Mas também sobre a suposta isenção de taxas.
Tendo em conta essas alterações ao contrato inicial entre a CML e a Casa Pia, firmado em 1889, o partido quer saber se a câmara “pretende manter a imposição de se realizarem touradas no Campo Pequeno ou está disposta a abdicar dessa mesma imposição”. É isso que se pergunta no requerimento feito, em Abril passado, ao presidente da autarquia, Fernando Medina. Mas não só. Outra das questões está relacionada com o pedido de clarificação sobre o “posicionamento da Câmara Municipal relativamente aos apoios institucionais à tauromaquia, designadamente, pior via da Associação de Turismo de Lisboa, bem como da cedência de quaisquer meios da autarquia, como direitos de superfície, publicidade nos meios de comunicação institucional, entre outros”. O PAN quer ainda saber se, face à insolvência da sociedade que gere o Campo Pequeno, a câmara “estuda a possibilidade de reclamar a posse daquela sala de espectáculo e encontrar uma forma de substituir a realização de eventos tauromáquicos por outros, como sejam eventos musicais, desportivos ou outros?”. As questões ainda não tiveram, todavia, resposta.
Inês Sousa Real diz-se preocupada com o que considera ser a pouco dignificante situação de ter a câmara municipal da capital a facilitar a vida a entidades que infligem maus-tratos a animais. “Lisboa, sendo a capital, tem um poder de influência sobre o resto do país. Hoje, não é mais aceitável que uma entidade pública patrocine corridas de touros, até porque existe uma consciência social em relação aos direitos dos animais, que não existia. A sociedade lisboeta não é aficionada. Se um dia houver um referendo, as pessoas vão votar contra a continuação das touradas”, afirma a deputada municipal, criticando ainda a isenção de IMI de que beneficiará a empresa titular dos direitos de exploração da Praça do Campo Pequeno. “Por que é que a Dona Maria e os outros lisboetas têm de pagar taxas e a CML está a isentar esta entidade, que se encontra ligada ao balão de oxigénio?”, questiona.
Em nome dos interesses dos munícipes de Lisboa, bem como do “superior interesse do bem estar animal”, o PAN tem já preparada uma estratégia para não deixar cair no esquecimento o assunto. “Há questões por esclarecer nesta matéria e a câmara ainda não o fez. Se a câmara não der as respostas, podemos equacionar partir para outras instâncias, para que isto seja esclarecido”, promete. Em causa, está a possibilidade de se avançar para procedimentos junto dos tribunais e da Autoridade Tributária. “Não acreditamos que os lisboetas queiram que o dinheiro dos seus impostos vá para as touradas”.
Já depois da publicação deste artigo, ao início da tarde desta Mércores (16 de Maio), a Casa Pia de Lisboa respondeu às questões colocadas por O Corvo sobre o assunto, enviadas a 4 de Maio. À pergunta se considera compatível o apoio às crianças e aos adolescentes com a promoção de touradas no Campo Pequeno, a instituição opta por sublinhar o seu papel social, bem como referir que “para prossecução das suas atribuições, foi concedido, por Carta de Lei, em 21 de Agosto de 1837, à Casa Pia de Lisboa, o exclusivo das corridas de touros pagas na cidade de Lisboa”. Mas, perguntou O Corvo, sente-se a instituição pública obrigada a cumprir essa prerrogativa, do século XIX, de realização de corridas de touros? “A Casa Pia de Lisboa, I.P. faz questão em garantir que o concessionário faça uma gestão adequada deste espaço emblemático da cidade de Lisboa, explorando todas as suas potencialidades, de acordo com a legislação e cláusulas contratuais em vigor, acompanhando as exigências do público actual”, respondeu.
Sobre a situação contratual do recinto, a Casa Pia garante que a concessão da exploração da Praça de Touros do Campo Pequeno actualmente em vigor foi precedida da “realização de um concurso público, após o qual foi celebrada a escritura pública em 1985”. E acrescenta: “Posteriormente em 1998, e tendo em vista a recuperação, adaptação e manutenção deste património histórico cultural da cidade de Lisboa e da Casa Pia, o contrato foi alterado tendo sido transmitido o direito de superfície no mesmo ato notarial, como condição para a realização das obras de restauro da praça, construção do parque de estacionamento e recuperação da zona envolvente”.
Por fim, e questionada sobre os planos que terá para o imóvel, em virtude da situação de insolvência da sociedade que o tem administrado, a Casa Pia explica que “compete ao administrador de insolvência gerir a massa insolvente, onde se inclui o contrato de concessão da Praça do Campo Pequeno, assegurando o cumprimento de todas as obrigações e desencadeando os procedimentos previstos na lei para estes processos, nomeadamente a alienação”.
O Corvo questionou atempadamente a Câmara Municipal de Lisboa sobre as dúvidas levantadas pelo PAN em relação à Praça de Touros do Campo Pequeno. Até ao momento da publicação deste artigo, porém, não foram recebidas respostas às diversas perguntas.
*Nota redactorial: texto actualizado às 16h de Mércores, 16 de Maio, com as respostas da Casa Pia.
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Fonte: https://ocorvo.pt/pan-quer-banir-touradas-e-aposta-na-devolucao-do-campo-pequeno-a-camara-de-lisboa/

BIRMINGHAM, EUA - «NEGROS, FIQUEM LONGE DAS IGREJAS BRANCAS» DIZ PASTOR NEGRO

O outdoor de uma igreja em Birmingham, Alabama, provocou polémica ao dizer que "os negros precisam de ficar longe das igrejas brancas". O pastor da igreja negra que colocou a mensagem defendeu as declarações ao encorajar moradores locais a lutarem contra a gentrificação.
O reverendo Michael R Jordan, pastor da Igreja Baptista da Nova Era de Birmingham, colocou a placa no sábado, de acordo com a AL.com. 
Jordan é conhecido por usar o outdoor da igreja para espalhar mensagens políticas, às vezes controversas. Desta vez, o pastor mira a Igreja das Terras Altas, uma mega igreja com 16 filiais que atraem mais de 40.000 fiéis semanalmente — a maior do Alabama. Em breve, serão 17 locais — o mais novo está programado para ser inaugurada em West End, Birmingham.
O fundador da Igreja das Terras Altas, Chris Hodges, anunciou a nova locação no dia 2 de Maio, dizendo: "Decidimos que, neste Outono, lançaremos um campus, mas não será como os nossos campi normais. Vamos lançar um campus no coração da área com a maior ocorrência de crimes em toda a nossa cidade e vamos fazer um serviço presencial, com música ao vivo e  vai ser diferente de várias maneiras para atender as necessidades desta comunidade," declarou ao Christian Post.
É motivado por esta declaração que Jordan aconselhou aos negros da cidade a "ficarem fora das igrejas brancas". Jordan disse à AL.com que "os negros inundaram igrejas brancas e mudaram-se para bairros brancos… Por razões de status. É uma sensação de auto-estima. Mas 99% dos brancos não vão a uma igreja negra".
Jordan também suspeita que a nova localização planeada da mega-igreja é um truque para fazer com que os seus membros negros parem de ir a outros locais. "O campus principal está farto dos negros que se juntaram à igreja deles, então decidiu: 'Vamos colocar lá uma igreja", disse ele.
Jordan disse à AL.com que os seus temores incluem a cidade de Birmingham, dando à nova igreja prioridade de financiamento sobre outros programas sociais, incluindo aqueles destinados a abordar os problemas sociais que supostamente motivariam a nova igreja. Dirigindo-se às preocupações de Hodges mais directamente, Jordan disse: "Se você está preocupado com o crime e as drogas, porque abandonou a cidade e começou os seus próprios sistemas escolares? É muito hipócrita. Chris Hodges não vai morar perto de nós. Não vai deixar a família dele ir para a escola connosco. Se você quer ajudar com o crime, tem empresários ricos, dê a esses garotos negros um emprego, não limpeza. Comece alguns programas de trabalho e financie através da igreja negra".
O medo da gentrificação em West End, Birmingham é real. Num fórum da comunidade em Outubro passado, Evanne Gibson, a dirigente comunitária de West End, disse à AL.com: "Sei que a gentrificação está aqui". Disse que lotes vagos estavam a ser comprados na sua comunidade e que se preocupava com a capacidade dos moradores pobres e de renda fixa de permanecer nas suas casas.
Chris Hatcher, administrador de projectos urbanos da cidade de Birmingham, lidera a Força-Tarefa para Preservação de Bairros Dinâmicos e Diversos, encarregado de recomendar mudanças nas políticas regulatórias sobre acessibilidade habitacional, zoneamento anti-deslocamento, educação e treinamento da força de trabalho, transporte e saúde equidade em um esforço para mitigar os efeitos da gentrificação. "Birmingham é uma cidade onde precisamos de reinvestimento na nossa comunidade", disse Hatcher no fórum de Outubro. "O reinvestimento na nossa comunidade é o que estamos a tentar alcançar. O deslocamento forçado de pessoas que vivem nessas comunidades é algo que não queremos."
Os esforços de Hatcher claramente fizeram pouco para amenizar os temores de moradores como Jordan, que descreveu como as linhas raciais na cidade se perpetuaram desde o fim da segregação formal. "Igrejas brancas merecem a culpa pela segregação de bairros e escolas", disse Jordan à AL.com na Mércores.
"Os brancos não queriam ser nossos vizinhos, não queriam que os seus filhos estudassem com os nossos filhos. Também deixaram as igrejas. Venderam-nos as igrejas. Os brancos não querem ser nossos vizinhos. Se você não quer ser nosso vizinho, porque se sente confortável em colocar uma igreja branca no centro da cidade? "
O portal The Root notou a precisão do argumento de Jordan, apontando que, segundo o censo americano, a população negra de Birmingham antes da segregação ser proibida atingiu 40,7%, mas que hoje é de 72 %.
O presidente da câmara de Birmingham, Randall Woodfin, respondeu na Lues à mensagem da Igreja Baptista da Nova Era com um post no Facebook: "Há um espírito que está sobre esta cidade que tem de ser derrubado. Um espírito de racismo e divisão. Temos de mudar a conversa para o que precisamos para evoluir. A escuridão não nos pode levar à escuridão. Somente a luz pode fazer isso. O ódio não pode expulsar o ódio, só o amor pode fazer isso".
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Fonte: https://br.sputniknews.com/americas/2018051711246628-Birmingham-Alabama-igreja-eua/

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Nada mais natural que aquilo que o negro observa - não é culpa dos «nazis» ou de qualquer movimento político organizado o simples facto de que a população branca tarde ou cedo prefere não viver ao pé de negros, se puder escolher... sucede também que os negros mais cívicos acabam por tentar mudar-se para zonas de brancos, talvez porque aí haja menos violência...

PNR SOLIDÁRIO COM CONCENTRAÇÃO DOS ENFERMEIROS EM PROTESTO

Amanhã, dia 19 de Maio, o Movimento Nacional de Enfermeiros (MNEnf) vai realizar uma concentração perto da residência oficial do Presidente da República, em Lisboa, como forma de alertar e despertar a opinião pública e os governantes para todos os problemas que ocorrem actualmente na Saúde, em geral, e na profissão de Enfermagem, em particular.
Os portugueses sabem que o Serviço Nacional de Saúde (SNS) está “doente”, sub-financiado e com vários problemas, tanto ao nível de falta de recursos humanos, como materiais. A falta de enfermeiros no SNS é bastante evidente e transversal a todos os hospitais e centros de saúde, colocando em causa a segurança dos próprios utentes.
Faltam enfermeiros, há enfermeiros a recibos verdes, muitas vezes contratados através de empresas de trabalho temporário, horas extraordinárias que os colocam em risco, bem como aos pacientes, atrasos nos pagamentos das horas extras, etc.. O cansaço físico e psicológico das equipas de enfermagem, a carreira congelada, a ausência de condições de prestação de cuidados em segurança e o consequente aumento do absentismo são alguns dos problemas com que lidam estes profissionais perante os quias este governo faz orelhas-moucas. O governo corta onde não o deve fazer e mantém as gorduras do Estado que garantem as benesses e privilégios de uma classe de parasitas, corruptos e carreiristas com cartão partidário.
Por estes motivos, bem evidentes, o PNR solidariza-se com a mais que justa reivindicação dos enfermeiros e apoia esta concentração. A forma como eles e outros profissionais da saúde estão a ser tratados, é altamente desumana e torna-se um factor de risco.
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Fonte: http://www.pnr.pt/2018/05/o-pnr-ao-lado-dos-enfermeiros/

quarta-feira, maio 16, 2018

CELEBRAÇÃO ESLAVA DO ALVOR DE MAIO


Mais fotos aqui: https://www.facebook.com/pg/NKRPOZNAN/photos/?tab=album&album_id=1947034438649046

Filme: https://www.facebook.com/marketa.koppova/videos/10210014653796741/?t=7

À luz das forças divinas que ascendem, cada vez mais gente na Europa profunda abre os olhos para a sua autêntica herança religiosa.

DISSEMINAÇÃO DO CULTO PAGÃO INCOMODA CATÓLICOS NA POLÓNIA

Pagãos polacos junto ao seu ídolo de Swiatowid


Pode ler-se aqui um artigo católico de quem está realmente incomodado com o retorno ao culto dos antigos Deuses Nacionais, desta feita na Polónia. O artigo abaixo, a itálico, foi traduzido automaticamente em brasileiro, oportunamente corrigi-lo-ei na sua totalidade. De momento, serve para dar uma ideia:

Os membros do grupo religioso - nativos que cultivam as antigas crenças dos eslavos - na aldeia de Gajowniki perto de Choroszcz, estabeleceram uma escultura de madeira de Swiatowid, grande Deus eslavo. Ao lado dela, penduraram a imagem da divindade Mokos na árvore. Neste novo local de adoração pagã, querem organizar uma "noite de Kupala" em meados de Junho.
Antes de colocar os seus ídolos na aldeia Gajowniki, num terreno privado de terra, rodzimowiercy dispostos rito pagão da aspersão esculturas mel sobre eles e celebrar a magia. Isso aconteceu na cidade de Choroszcz, que não fica longe de Gajownik. Esses caras foram celebrados no centro dele. Não se sabe se era uma provocação, mas um lugar para realizar os ritos eram muito perto da histórica igreja paroquial. Entre os habitantes de Choroszcz, não é segredo que os padres da paróquia local St. João Batista e Santo. Stephen Mártir opor o cultivo de bruxaria pagã, que praticam rodzimowiercy. Eles não gostam da fé católica e, mais amplamente, cristã. Para descobrir, basta olhar para os fóruns onde eles falam.
A nova escultura do mundo, regada com mel pelo "padre" dos nativos, é uma cópia da imagem do ídolo que, de 1998 a 2017, ficou em Babia Góra, perto de Choroszcz. No Inverno de 2017, perpetradores desconhecidos removeram esta escultura e, como é suposto, destruíram-na. Os nativos, que têm celebrado seus rituais em torno da escultura, pediram ao gabinete do promotor para explicar o desaparecimento da semelhança do ídolo. Eles também exigiram uma descoberta onde ele está agora.
Os seguidores queriam recuperar a escultura de uma divindade eslava. Primeiro, a polícia investigou o caso, mas não conseguiu determinar quem e por que ele levou a estátua do mundo. No entanto, o Gabinete do Procurador Distrital em Bialystok recusou-se a realizar uma investigação nesta matéria. Na justificativa da recusa, foi escrito que o valor da escultura é muito pequeno (PLN 400), para que a promotoria pudesse realizar atividades investigativas apropriadas.
Nesta situação, os membros nativos da igreja da família da nação polaca registada no país decidiram fazer uma nova figura do Deus. A escultura foi feita no modelo de um ídolo perdido de Babia Góra. O protótipo de ambas as esculturas é uma estátua de pedra calcária do mundo eslavo (século IX), encontrada em meados do século XIX em Zbrucz, na Ucrânia. O original está actualmente no Museu Arqueológico de Cracóvia. Mede pouco mais de 2 metros e pesa meia tonelada. Światowid é o nome da própria estátua (significa "olhar nos quatro cantos do mundo"). Nele estão gravadas imagens de quatro divindades eslavas - Mokoszy, Łady, Peruna e Dadźboga.
Uma nova escultura de madeira do mundo foi criada pelos nativos em um terreno agrícola privado na vila de Gajowniki. No entanto, eles não dão a localização exata do "boneco de neve" pagão. É por medo que ele não compartilhe o destino da escultura anterior. Nas fotos que retratam um novo local de adoração pré-cristã,  podemos ver uma escultura do homem-mundo espalhada no fundo e, em seguida, uma estatueta da divindade Mokosza, pendurada em um pinheiro. Em outras fotos, por trás das figuras dos deuses, ao fundo, os edifícios da fazenda são visíveis, em cujo território esse lugar de adoração pagã foi criado.
Provavelmente, a nova semelhança do mundo não foi definida no primeiro lugar - Babia Góra, também porque houve protestos da população local devido à existência de enterros cristãos neste lugar. Cerca de 60 soldados da Primeira Guerra Mundial estão enterrados no cemitério de guerra em Babia Góra.    
Os primeiros rituais eslavos a serem celebrados em um novo local do culto pagão em Gajownik serão "kupala night", um evento anunciado pelos nativos em 16-16 de Junho. Nos eslavos, era uma feitiçaria celebrada durante o solstício de verão. Os rituais mágicos tentaram então domar os elementos do fogo e da água para proteger a população e a propriedade dos maus espíritos. A partir desse ritual pagão, o costume de procurar uma flor de samambaia mágica, que, segundo as crenças eslavas, supostamente traria riquezas, também se originou na noite do solstício de Verão.
A igreja polonesa nativa, cujos membros gostaram da terra de Breslau ao local de criação de seus locais de culto, é uma associação religiosa, registrada na Polônia em 1995. Os nativos mantêm as crenças pré-cristãs dos eslavos. Eles cultivam divindades como Mokosz (mãe terra) ou Perun (trovão). Eles explicam o nome dos pais nativos como uma combinação de duas palavras - fé e nativo (isto é, o direito de uma dada comunidade). Nem todos os judeus nativos pertencem à Igreja Nativa polonesa oficialmente registrada. Muitos se descrevem como seguidores do "sistema de crença étnica". O número de representantes nacionais na Polônia é fixado em vários milhares.
Habitantes de Choroszcz e Gajownik não estão satisfeitos com o fato de que em sua área, na paróquia, os nativos estabeleceram novamente o lugar da adoração pagã. Eles não querem falar pela mídia nesse assunto, mas em conversas privadas expressaram sua indignação de que nas terras das eras cristãs, entre os habitantes infundidos de fé, como dizem, "coisas assim acontecem". Uma paróquia católica existe em Choroszcz desde 1459. Por centenas de anos, tem sido um ministério pastoral e cuidado dos habitantes das belas terras de Choroszczańskie (é a área e zona tampão do Parque Nacional Narew). A ordem dominicana, que foi trazida a Choroszcz no século XVII, tem grandes méritos para o desenvolvimento da civilização desta área. O edifício histórico do mosteiro ainda se encontra no centro da cidade. Os dominicanos tiveram que sair devido às repressões czaristas lideradas pelo invasor após a Revolta de Novembro.
Os membros do Movimento Jovem Cruzada não querem ser indiferentes às acções dos indígenas por parte do país de Krosno. Esta organização geralmente reúne estudantes que estão lutando "pela restituição, preservação e fortalecimento da identidade católica da Polônia". Por isso, a Cruzada dos Jovens, em 25 de Abril, em frente ao Escritório Municipal de Choroszcz, às 19h00, organiza a recitação comum da oração do rosário. Os organizadores convidam todos que desejam o Rosário. Esta oração mariana em Choroszcz, como aponta a Jovem Cruzada, será dirigida "contra a promoção do paganismo e como compensação pela paganização do espaço público".
- Antes do Escritório Municipal em Choroszcz, os nativos celebraram recentemente cerimônias pagãs sobre a estátua do ídolo do mundo, e um gusła chamando o espírito maligno. Isto é, em nossa opinião, idolatria que ofende fortemente a Deus. Portanto, no mesmo lugar em que foram celebrados, rezaremos no Rosário, que é uma oração eficaz no exorcismo. Nós também queremos orar pela oração pública compartilhada de Deus por sermos insultados aqui. Ao mesmo tempo, queremos mostrar que os cristãos não podem ser indiferentes às imagens de Deus   " , disse Maciej Malysz da Cruzada da Juventude.
Como aprendemos, o Rosário é também uma oração pela profanação de locais sagrados católicos nas proximidades de Tykocin, uma cidade próxima a Choroszcz. Esta é a questão dos perpetradores desconhecidos que durante sete anos devastaram as sete capelas dos "Caminhos Marianos", que estão lindamente situados entre os campos, prados e florestas da terra de Tykocin. - Consideramos a profanação dos santuários marianos como efeitos espirituais visíveis e malignos da adoração do Deus pagão do mundo. É por isso que você precisa se desculpar com Deus e com a Mãe de Deus  - disse Maciej Maleszyk.
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Fonte: http://www.pch24.pl/rodzimowiercy-zwieraja-szeregi--poganska-ofensywa-na-katolickiej-ziemi,59720,i.html

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Ou seja, tal como há dois mil anos, esta gente continua a mostrar a sua natural intolerância para com credos alheios... e, no caso, sem pudor algum, dado que o credo «alheio» é pura e simplesmente o da religião autenticamente nacional polaca, ou seja, da religião mais legítima que imaginar se pode em solo polaco.


MAIORIA DOS «PACÍFICOS MANIFESTANTES» MORTOS ANTEONTEM EM GAZA... ERA DO HAMAS

Em Israel, um representante oficial do Hamas, Salah Bardawil, revelou hoje que dos sessenta e dois palestinianos abatidos na faixa de Gaza anteontem, pelo menos cinquenta eram membros desta organização terrorista muçulmana, o que indica que o número total de membros do Hamas mortos neste episódio foi de cinquenta e três. Comentou Bardawil: «Nas últimas confrontações, se sessenta e duas pessoas foram martirizadas, cinquenta dos mártires eram do Hamas e doze eram do povo. Como é que o Hamas pode colher os frutos se paga um preço tão alto?»
Outros representantes do Hamas, nomeadamente Fawzy Barhourn e Bassem Naim, recusam comentar os números, dizendo simplesmente que o Hamas tem muito apoio popular e que os abatidos estavam a «participar pacificamente» nos protestos.
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Fonte: https://www.jihadwatch.org/2018/05/hamas-top-dog-admits-gaza-protesters-not-innocent-civilians-if-62-people-were-martyred-50-of-them-were-hamas

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Assim se percebe qual o real significado da indignação palerma em torno das mortes dos «pacíficos manifestantes» palestinianos - a ideia foi manchar a celebração do aniversário de Israel e da passagem da embaixada norte-americana para Jerusalém: manchá-la aos olhos da opinião pública, associando-a a uma matança cometida pelas tropas da Magen David. Ora que o Hamas tente truques flagrante e até grosseiramente primários destes, quase infantis, já se sabe, não surpreende; que entretanto haja «opinion makers», como Miguel Sousa Tavares e quejandos, a culpar Trump e Israel pelo sucedido, eis o que atinge novas raias de fanatismo desonesto anti-trumpiano e pró-palestino.

PROTESTO AMANHÃ EM LISBOA CONTRA A TOURADA



Mais uma vez, uma barbárie irá ter lugar na catedral da tortura: Campo Pequeno. 
A maioria da população portuguesa é contra a tauromaquia. Cada vez mais pessoas estão sensibilizadas relativamente ao sofrimento animal e o crescimento do activismo no nosso país tem sido notório. Nesse âmbito, será expectável que contemos com a mobilização massiva de todos contra algo que é absolutamente consensual. 
Estamos totalmente receptivos a novas ideias para estes protestos e irão ser encabeçadas novas iniciativas. 
Esperamos a vossa presença e apoio no dia 17 de Maio a partir das 20h30. Mesmo que não possam comparecer, ao convidarem os vossos amigos e ao partilharem este evento já ajudará =)
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Fonte: https://www.facebook.com/events/166330987373104/




HAMAS...